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Pintura
Metafísica
Depois da Primeira Guerra Mundial, artistas na Itália mostraram
um novo clima de introspecção. Encontraram sua própria maneira
de expressar o que viam como mistérios da existência, longe
da influência dos outros movimentos dominantes europeus. Pittura
Metafisica (Pintura Metafísica) foi um movimento que
surgiu na Itália depois que Giorgio de Chririco (1888-1978)
e seu colega italiano, Carlo Carrà (1881-1966), se conheceram
enquanto se recuperavam em um hospital militar em Ferrara,
Itália, em 1915. Carrà havia sido um signatário com Balla
no Manifesto Futurista de 1910 e sua obra inicial mostrava
a preocupação
dos futuristas com o movimento.

Giorgio de Chirico, 1888-1978
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Melancolia
e Mistério de Uma Rua, 1914. Giorgio de
Chirico
Depois de se mudar para Paris, em 1911, De Chirico começou
a trabalhar em uma série de espaços urbanos desertos com conotação
agourenta onde o tempo é suspenso. Nesta vizinhança
vazia, a arquitetura taciturna e opressiva e sombras
sinistras lançadas por objetos
invisíveis ameaçam subjugar a ocasional
figura ou estátua isolada |
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| Natureza
Morta, 1950 Giorgio Morandi, Entre 1950 e 1960,
Morandi fez várias naturezas mortas contemplativas
mostrando objetos cotidianos. Nesses arranjos
esparsos, organizados e obsessivos, há uma sensibilidade
poética a ser encontrada na distância entre objetos,
a luz sutil e a restrição de cores. |
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De Chirico fez pinturas metafísicas que combinavam cenas
de ruas comuns desertas com estátuas antigas e relíquias,
produzindo a sensação inquietante de um sonho; sua obra teve
grande impacto nos surrealistas. Tendo Giotto, Masaccio e
Piero della Francesca como influências, os pintores metafísicos
reconheceram a importância da luz e do espaço e um desejo
de penetrar abaixo da superfície das coisas que percebiam
como sua essência.

Carlo Carrà - Le
figlie di Loth 1919
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The Death of Ananias by
Masaccio, Brancacci Chapel, Santa Maria del Carmine,
Florence
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A partir de 1920, Carrà e de Chirico se moveram em direção
a um estilo meditativo muito mais silencioso. Giorgio Morandi
(1890-1964) levava uma vida ainda mais insular, nunca realmente
deixando a Itália. Nascido na Bolonha, ele flertou rapidamente
com o futurismo antes de mostrar a influência surrealista
de Chirico na obra que exibiu em 1918. Morandi pintava naturezas
mortas quase exclusivamente.

EL’enigma
del’oráculo (1910)
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Sua obra
era dedicada à melancolia
e contemplação profunda das coisas cotidianas, tais como
simples arranjos de tigelas, garrafas e vasos. Morandi usava
restrição de cores e as relações formais espaciais entre
objetos para descobrir a poesia e a grandiosidade no cotidiano.
Sua forma particular de classicismo moderada encontra ecos
em Piero della Francesca, Chardin e Cézanne.

La Torre Rossa» 1913,
ritratto premonitore di Guillaume Apollinaire
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L'énigme d'une
journée (II), 1914
Giorgio De Chirico
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La Torre Rossa» 1913,
oil on canvas;
Giorgio De Chirico
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Fontes:HODGE,
A. N. A História da Arte, Da Pintura de Giotto aos
Dias de Hoje. 2007 Editora Edic;http://isola-di-rifiuti.blogspot.com/2010/09/ashberys-eccentric.htm;http://davidderrick.wordpress.com/2007/12/28/marxist-socialism-a-page-torn-from-a-book/
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