Ano da França no Brasil

O França.br 2009 foi acordado pelos presidentes da República do Brasil e da França em reciprocidade ao Ano do Brasil na França, realizado em 2005. O Ano da França no Brasil aconteceu entre abril e novembro de 2009.

G R A N D E S - A T R I Z E S - F R A N C E S A S

Catherine Deneuve

Catherine Deneuve, a grande dama do cinema francês, continua sendo um enigma para o público.

Alexandre Fache, autor da biografia "Catherine Deneuve, une biographie" (editorial Presses de la Cité), disse que ao escrever este livro descobriu "que [Deneuve] é uma mulher muito diferente de sua imagem burguesa e fria que sempre deu prioridade à sua vida amorosa e familiar, antes da sua carreira".


Catherine Deneuve
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Da vida privada da grande atriz sabe-se pouca coisa. É mãe de dois filhos, Christian Vadim e Chiara Mastroianni. Sempre protegeu a sua família das indiscrições da imprensa sensacionalista.

Deneuve é uma mulher de grandes paixões: decidiu viver com um homem mais velho quando tinha 17 anos, contra a vontade da família, e teve envolvimento sentimental com intelectuais como o fotógrafo inglês David Bailey, o cineasta francês François Truffaut, o ator italiano Marcello Mastroianni e o jornalista Pierre Lescure.

Fache não fez revelações escandalosas e se limitou a acompanhar a carreira da atriz alternando os detalhes sobre sua vida privada que ela revelou ao longo de anos.

"Eu não era um admirador de Catherine Deneuve e descobri uma mulher muito diferente da imagem que muitos têm dela. Dizem que é burguesa e fria, mas ela fez muitas coisas em sua vida contrárias ao estilo burguês. Saiu de casa aos 17 anos para viver com um homem que tinha o dobro de sua idade. Muitos têm uma imagem conservadora dela, quando na realidade adotou muitos compromissos progressistas, em favor do direito ao aborto e contra a pena de morte", disse o autor da biografia.

O autor traça, etapa por etapa, a trajetória de Deneuve, desde seu mágico encontro com Jacques Demy, que a transformou numa estrela com a participação no filme Os Guarda-chuvas do Amor (Les parapluies de Cherbourg), 1964, até a traumática morte de sua irmã, a atriz Françoise Dorléac, em um acidente automobilístico em 1967.

Les parapluies de Cherbourg

 

Catherine Deneuve nasceu no dia 22 de outubro de 1943. Ela fez sua primeira aparição no cinema em 1956.

Durante os anos 60 e 70, Catherine Deneuve teve uma rica carreira cinematográfica, estrelando filmes de sucesso internacional como A Sereia do Mississipi, Mayerling, Tristana, Pele de Asno (Peau d´Ane), entre outros, que além de a afirmarem como uma das grandes estrelas do cinema europeu da época, a transformaram no sinônimo de beleza francesa, uma musa da alta costura da França, principalmente do estilista Yves Saint Laurent e dos perfumes Chanel, levando-a a substituir Brigitte Bardot como a efígie de Marianne, a figura feminina oficial da República da França, estampada em selos e moedas do país.


Peau d'Âne: Catherine Deneuve, Jean Marais
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Nos anos 80, Deneuve continuou fazendo trabalhos importantes como em O Último Metrô de François Truffaut e Fome de Viver, de Tony Scott, junto com Susan Sarandon e David Bowie, no papel de uma vampira gótica e bissexual, que a transformaria num ícone da nova contracultura.

Fome de Viver

 

Deneuve sobreviveu como grande estrela do cinema nos anos 90, recebendo seu segundo César (o maior prêmio do cinema francês) e uma indicação ao Oscar de melhor atriz pelo filme Indochina, de 1992, que naquele ano ganharia o Oscar de melhor filme estrangeiro da Academia de Hollywood. Seus últimos filmes de sucesso mundial foram Dançando no Escuro, de Lars Von Trier, com a cantora e atriz islandesa Bjork, Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes em 2000 e 8 Mulheres, de 2002, ao lado de outras grandes atrizes francesas como Fanny Ardant e Emmanuelle Béart.

Filmografia

Je veux voir (2008) (Longa-metragem)
Um Conto de Natal (2008) (Longa-metragem), Junon
Après Lui (2007) (Longa-metragem), Camille
Persépolis (2007) (Longa-metragem), Mãe (voz) (versões em inglês e francês)
Les Temps qui Changent (2004) (Longa-metragem)
Reis e Rainha (2004) (Longa-metragem)
Um Filme Falado (2003) (Longa-metragem)
O Show Não Pode Parar (2002)
Oito Mulheres (2002) (Longa-metragem)
A Vingança do Mosqueteiro (2001)
Absolutamente Fabulosas (2001) (Longa-metragem)
Nuvens (2001) (Longa-metragem), Narradora (versão em francês)
Vou para Casa (2001) (Longa-metragem)
Dançando no Escuro (2000) (Longa-metragem), Kathy
Leste-Oeste, O Amor no Exílio (1999) (Longa-metragem)
Place Vendôme (1998) (Longa-metragem), Marianne Malivert
Os Ladrões (1996) (Longa-metragem), Marie Leblanc
O Universo de Jacques Demy (1995) (Longa-metragem)
Minha Estação Preferida (1993) (Longa-metragem), Emilie
Indochina (1992) (Longa-metragem)
Contre l'oubli (1991) (Longa-metragem), Catherine Deneuve (segmento "Pour Febe Elisabeth Velasquez, El Salvador")
Frames from the Edge (1989)
Fome de Viver (1983) (Longa-metragem)
Le Choc (1982)
O Último Metrô (1980) (Longa-metragem)
Dinheiro Sujo (1972) (Longa-metragem)
Expresso para Bordeaux (1972) (Longa-metragem)
Pele de Asno (1970) (Longa-metragem)
Tristana, Uma Paixão Mórbida (1970) (Longa-metragem), Tristana
A Sereia do Mississippi (1969) (Longa-metragem), Julie Roussel/Marion Vergano
Um Dia em Duas Vidas (1969) (Longa-metragem), Catherine Gunther
A Bela da Tarde (1967) (Longa-metragem)
Duas Garotas Românticas (1967) (Longa-metragem), Delphine Garnier
Páginas Íntimas (1966) (Longa-metragem)
Repulsa ao Sexo (1965)
Os Guarda-chuvas do Amor (1964) (Longa-metragem)

 

 

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot foi a musa dos anos 60. Não teve para ninguém. Nem mesmo os Beatles, Twiggy ou Edie Sedgwick - a musa de Warhol, conseguiram superá-la. Brigitte Bardot foi o maior ícone de estilo dos anos 60. Este foi o resultado de uma pesquisa do Clothes Show London, grande feira de moda inglesa. Representando suas respectivas décadas também estão Kate Moss, Madonna e Debbie Harry.


Brigitte Bardot
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Brigitte Anne-Marie Bardot além de ter sido uma das grandes estrelas do cinema, foi também um símbolo sexual nas décadas de 50 e 60. Seu pai, Louis Bardot, era um industrial da alta burguesia francesa. Sua mãe, Anne-Marie, era 14 anos mais jovem que o pai de Brigitte e casaram-se em 1933. Brigitte recebeu influência de sua mãe na dança e música. Com quinze anos Brigitte foi capa da revista "Elle Magazine".

Seu primeiro papel no cinema foi como Javotte Lemoine em Le Trou normand (1952). O seu segundo filme foi Manina, A moça sem véu ( (Manina, la fille sans voile, 1952 ) . Seu pai recorreu à Justiça, sem sucesso, para impedir que o diretor Willy Rozier utilizasse cenas em que Brigitte Bardot aparece semi-vestida em um pequeno biquíni. Casou com Roger Vadim, um jovem assistente de produção e jornalista, em 1952, após anos de namoro à revelia dos pais.

Brigitte participou de 14 filmes até alcançar a fama com E Deus Criou a Mulher, realizado pelo seu marido. O filme passava-se em Saint-Tropez e, na época, provocou um grande escândalo em França, onde não obteve grande sucesso.


Et Dieu... créa la femme
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Foi nos Estados Unidos que o filme causou furor. Foi um dos filmes mais vistos do ano, passando à frente de Os dez mandamentos e A volta ao mundo em 80 dias. O escândalo foi grande, Brigitte seduziu os americanos com o seu papel de jovem orfã à procura do amor e tornou-se a atriz européia mais famosa na América.

Após o início de carreira orientado por Vadim, e mais tarde dirigida por Jean-Luc Godard,O Desprezo (Le Mepris, 1963) ou por Louis Malle, Viva Maria (1965), Bardot interpretou papéis de mulher sensual e sedutora.

 

Le Mepris, 1963

 

Viva Maria!

 

No verão de 1964 Brigitte Bardot mudou a vida de uma pequena cidade do litoral do Rio de Janeiro chamada Armação dos Búzios onde ficou hospedada em suas visitas pelo Brasil, na companhia do namorado Bob Zaguri, um marroquino que viveu muitos anos no Brasil. Brigitte fez de Búzios um local famoso, cantou músicas da bossa-nova, foi a terreiro e chamou, sem ter a mínima noção do que se tratava, de adorável a “revolução” brasileira - o golpe militar de 64 - por não haver derramamento de sangue. As passagens de Brigitte pelo Brasil estão narradas no livro "A Onda que se Ergueu no Mar", de Ruy Castro.

O fato de ter passado a residir com seu terceiro marido em Saint-Tropez contribuiu de forma decisiva para que essa pequena aldeia de pescadores se tornasse ponto de encontro do jet set na Costa Azul.

Em 1973, após vários filmes sem sucesso, quer de público, quer a nível de crítica, e à beira dos 40 anos, Brigitte decide retirar-se do cinema. Desde então, tem dedicado a sua vida à defesa dos animais, tendo criado uma fundação com o seu nome.

Em 20 anos, a Fundação Brigitte Bardot para a Proteção de Animais Domésticos e Selvagens passou de um pequeno quarto na casa da artista, em Saint-Tropez, a uma instalação em um luxuoso edifício de três andares em Paris.

Publicou, em 1996, uma autobiografia que foi um grande sucesso de vendas em França.

FILMOGRAFIA

* L'Histoire très bonne et très joyeuse de Colinot Trousse-Chemise (Colinot) 1973
* Don Juan ou Si Don Juan était une femme... (Se Don Juan fosse mulher) 1973
* Les Pétroleuses (As petroleiras) 1971
* Boulevard du rhum (O boulevard do rum) 1971
* Les novices (As noviças) 1970
* Les femmes (As mulheres) 1969
* L'ours et la poupée (O urso e a boneca) 1969
* Shalako (1968)
* Histoires extraordinaires (Histórias extraordinárias) 1968
* À coeur joie (Eu sou o amor) 1967
* Masculin, féminin: 15 faits précis (Masculino-feminino) - não consta nos créditos - 1966
* Viva María! (1965)
* Marie Soleil (1965) (não consta nos créditos)
* Une ravissante idiote (As malícias do amor) 1964
* Le mépris (O Desprezo) 1963
* Le repos du guerrier (O repouso do guerreiro) 1962
* Vie privée (Vida privada) 1962
* Amours célèbres (Amores célebres) 1961
* La bride sur le cou (Torneio de amor) 1961
* La Vérité (A verdade) 1960
* L'affaire d'une nuit (Amantes de uma noite) - não consta nos créditos - 1960
* Testament d'Orphée, ou ne me demandez pas pourquoi!, Le (O testamento de Orfeu) - não consta nos créditos - 1960
* Voulez-vous danser avec moi? (Quer dançar comigo?) 1959
* Babette s'en va-t-en guerre (Babette vai à guerra) 1959
* La femme et le pantin (A mulher e o fantoche) 1959
* En cas de malheur (Amar é minha profissão) 1958
* Les bijoutiers du clair de lune (Vingança de mulher) 1958
* Une parisienne (O príncipe e a parisiense) 1957
* Et Dieu... créa la femme (E Deus criou a mulher) 1956
* En effeuillant la marguerite (Desfolhando a margarida) 1956
* Cette sacrée gamine (Mlle. Pigalle) 1956
* Helen of Troy (Helena de Tróia) 1956
* La mariée est trop belle (Brotinho do outro mundo) 1956
* Mio figlio Nerone (Meu filho Nero) 1956
* Les Grandes manoeuvres (As grandes manobras) 1955
* Doctor at Sea (A noiva do comandante) 1955
* Le fils de Caroline chérie (Carolina e os rebeldes) 1955
* Futures vedettes (A mais linda vedete) 1955
* La lumière d'en face (A luz do desejo) 1955
* Si Versailles m'était conté (Se Versalhes falasse) 1954
* Tradita, la notte delle nozze (1954)
* Un acte d'amour (Mais forte que a morte) 1953
* Le portrait de son père (1953)
* Le trou normand (1952)
* Les dents longues (1952) - não consta nos créditos
* Manina, la fille sans voile ( A moça sem véu) 1952

 

 

Jeanne Moreau

No mês de janeiro de 2008, Jeanne Moreau completou 80 anos de idade; para homenageá-la, foi organizada uma mostra especial com alguns dos filmes nos quais a atriz participou, o que vem demonstrar uma vez mais que esse ícone do cinema francês está longe de ser esquecida, esteve também recentemente em Quebec, Canadá, para divulgar o seu novo filme, Château en Suède, com Guillaume Depardieu (filho de Gérard Depardieu) e Normand D'Amour.


JEANNE MOREAU
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Filha de um barman francês e de uma bailarina britânica, depois de passar parte de sua infância em Vichy, concluiu o curso secundário em Paris e começou a estudar teatro com Denis d'Inès. Seis meses depois, iniciou sua formação de atriz clássica no Conservatório de Paris.

Na Comédie Française, estreou no final de 1950, com a peça "Les Caves du Vatican", de André Gide, sob a direção de Jean Meyer, onde fez o papel de uma prostituta. Sua atuação lhe valeu uma capa do Paris Match e as felicitações de Paul Léautaud. Em seguida, foi chamada para representar o papel de outra prostituta, dessa vez em Othello, com Aimé Clariond no papel principal.

Deixando a Comédie Française, entrou para o Théatre National Populaire de Jean Vilar. Em seguida, aceitou o conselho de Gérard Philipe para fazer mais um papel de prostituta na peça de Anna Bonacci, "L'Heure Éblouissante", sob a direção de Fernand Ledoux.

No cinema, Jeanne Moreau estreou em 1948 no filme Dernier Amour, de Jean Stelli, num papel secundário. Nos anos que se seguiram, trabalhou com os diretores da nouvelle vague: Louis Malle em Fim-de-Semana no Elevador (1957) Ascensor Para o Cadafalso (Ascenseur pour l'echafaud, 1958) e Os Amantes (1958), e com François Truffaut em Jules e Jim (1961) e A Noiva Estava de Luto (1967). Nestes e em outros filmes (incluindo as colaborações com Luis Buñuel e Orson Welles), Jeanne Moreau representa o papel típico da mulher de caráter complexo dotada de um misterioso halo de erotismo. Algumas das interpretações nos anos de 1980 foram objeto de excelentes críticas, caso de Querelle (1982) realizado por Rainer Fassbinder, e Até o Fim do Mundo de Wim Wenders. Sua representação da czarina Isabel foi a mais destacada da epopéia histórica Catarina, a Grande (1995).

Ascenseur pour l'echafaud

 

Jeanne Moreau é também roteirista e cineasta, tendo realizado três filmes, Lumière, em 1976, L'Adolescente, em 1979, e Lillian Gish, em 1983.

Nos anos 80, paralelamente à sua carreira no cinema e no teatro, ela se dedicou à música e à televisão, onde participou de telefilmes e apresentou programas sobre pintura. Nos anos 90, investiu mais em teatro em detrimento da televisão.

Jeanne Moreau casou-se três vezes, inicialmente com Jean-Louis Richard, em 1949, em seguida com Teodoro Rubanis, em 1966, e finalmente, com William Friedkin, em 1977, de quem se divorciou dois anos depois.

Filmografia selecionad

1953: Julietta de Marc Allégret
1954: Touchez pas au grisbi de Jacques Becker
1954: La reine Margot de Jean Dréville
1958: Ascenseur pour l'échafaud de Louis Malle
1958: Le Dos au mur de Edouard Molinaro
1958: Les Amants de Louis Malle
1959: Les liaisons dangereuses de Roger Vadim
1960: Le Dialogue des Carmélites de Philippe Agostini et Raymond Leopold Bruckberger
1960: La notte, de Michelangelo Antonioni
1962: Jules et Jim de François Truffaut
1962: Eva de Joseph Losey
1962: Le Procés de Orson Welles
1963: La Baie des anges de Jacques Demy
1963: Peau de banane de Marcel Ophüls
1963: Le feu follet
1964: The Yellow Rolls-Royce
1964: Mata-Hari de Jean-Louis Richard
1965: Viva Maria ! de Louis Malle
1968: La mariée était en noir de François Truffaut
1973: Joanna Francesa de Cacá Diegues
1974: Les valseuses
1976: Lumière de Jeanne Moreau
1976: Monsieur Klein de Joseph Losey
1976: The Last Tycoon
1979: L'Adolescente de Jeanne Moreau
1982: La Truite de Joseph Losey
1982: Querelle de Rainer Werner Fassbinder
1986: Sauve-toi, Lola de Michel Drach
1987: Le Miraculé de Jean-Pierre Mocky
1990: La Femme fardée de José Pinheiro
1990: Nikita
1991: La Vieille qui marchait dans la mer de Laurent Heynemann
1992: A demain de Didier Martiny
1996: La Propriétaire de Ismail Merchant
1997: Un Amour de sorcière de René Manzor
1999: A tout jamais, une histoire de Cendrillon de Andy Tennant
2001: Lisa de Pierre Grimblat
2001: Cet Amour-là de Josée Dayan
2005: Akoibon de Édouard Baer
2005: Le temps qui reste de François Ozon
2005: Go West de Ahmed Imamovic

 

 

Isabelle Huppert

Isabelle nasceu em Paris, filha do engenheiro Raymond Huppert e da professora de inglês Annick Huppert. Huppert é considerada a maior atriz do cinema francês de sua geração. Sua extensa filmografia é marcada por interpretações inesquecíveis e colaborações com grandes diretores.


Isabelle Huppert

Estudou arte dramática nos conservatórios de Versalles e Paris. No final da década de 60 estréia no teatro e nos anos 70 fez pequenos papeis no cinema como por exemplo Faustine et le bel été (1971), Bar de la fourche, Le (1972). O fracasso do filme americano Nas portas do Céu rompe seu sucesso em Hollywood e a faz voltar para Europa.


Sauve qui peut (la vie) 1979. Directed by Jean-Luc Godard

Durante os anos 80 e 90 trabalhou em um ritmo frenético sendo dirigida por famosos diretores como Jean-Luc Godard, Marco Ferreri, Claude Chabrol e Andrzej Wajda, entre outros.

Em 2001 protagonizou A Professora de Piano, história sobre uma professora de piano dominada por mãe e com tendências sadomasoquistas.


Isabelle Huppert Gabrielle. 2005. France. Directed by Patrice Chéreau.

Em 2002 junta-se a grandes sete atrizes francesas em 8 mulheres dirigido por François Ozon.

Em 2004 realizou Estranhas aparências juntamente com Dustin Hoffman e Jude Law. Em 2005 foi premiada em Berlim por seu filme Gabrielle.

Esse ano presidiu o júri do 62º Festival Internacional de Cannes, no qual levou duas vezes a Palma de Ouro de melhor interpretação feminina.

Thierry Frémaux, delegado-geral do festival presidido por Gilles Jacob, explicou à France Presse que, com esta decisão, quis "prestar homenagem a alguém que põe a popularidade como atriz a serviço do cinema, que se compromete com os jovens realizadores e a quem os cineastas estrangeiros admiram".

"Habituée" do festival, do qual já foi membro do júri e mestre de cerimônia, Huppert levou o prêmio em duas oportunidades: a primeira, em 1978, pela interpretação de uma parricida no filme Violette Nozière de Claude Chabrol e, a segunda, em 2001, pelo papel como professora de piano em A Pianista de Michael Haneke.

Isabelle é irmã da escritora e diretora Caroline Huppert e da atriz, escritora e diretora Elizabeth Huppert.

 

Prêmios

Cannes 1978 - Melhor Atriz (Violette Nozière)
British Film Awards (BAFTA) 1978 - Melhor Revelação (Um Amor Tão Frágil)
Veneza 1988 - Melhor Atriz (Um Assunto de Mulheres)
Veneza 1995 - Melhor Atriz (Mulheres Diabólicas)
César 1996 - Melhor Atriz (Mulheres Diabólicas)
Cannes 2001 - Melhor Atriz (A Pianista)

Filmografia
1971 Faustine et le bel été de Nina Companeez
1972 La fuite de Marc Valiaga (curta)
1972 César and Rosalie de Claude Sautet
1972 Le Bar de la fourche de Alain Levent
1973 L'Ampélopède, de Rachel Weinberg
1973 Glissements progressifs du plaisir de Alain Robbe-Grillet
1974 Les Valseuses de Bertrand Blier
1974 Rosebud de Otto Preminger
1975 Aloïse de Liliane de Kermadec
1975 Le grand Délire de Dennis Berry
1975 Sérieux comme le plaisir de Robert Benayoun
1975 Dupont-Lajoie de Yves Boisset
1975 Docteur Françoise Gailland de Jean Louis Bertuccelli
1976 Je suis Pierre Rivière de Christine Lipinska
1976 Le petit Marcel de Jacques Fansten
1976 Le Juge et l'assassin de Bertrand Tavernier
1977 La Dentellière (Um Amor tão Frágil) de Claude Goretta
1977 La belle Emmerdeuse de Roger Coggio
1977 Les Indiens sont encore loin de Patricia Moraz
1977 Des Enfants gâtés de Bertrand Tavernier.
1978 Violette Nozière de Claude Chabrol
1979 Retour à la bien-aimée de Jean-François Adam
1979 Les Soeurs Brontë de André Téchiné
1980 Loulou, de Maurice Pialat
1980 Les Portes du Paradis (O Portal do Paraíso) de Michael Cimino
1980 Sauve qui peut (la vie) de Jean-Luc Godard
1980 Les Héritières ( Örökség ) de Marta Meszaros
1980 La Dame aux Camélias de Mauro Bolognini
1981 Les Ailes de la Colombe de Benoit Jacquot
1981 Coup de Torchon de Bertrand Tavernier
1982 Passion de Jean-Luc Godard
1982 Eaux profondes de Michel Deville
1982 La Truite de Joseph Losey
1983 L 'Histoire de Piera (A História de Piera) de Marco Ferrerri
1983 Coup de Foudre (Entre Nós) de Diane Kurys
1983 La garce de Christine Pascal
1983 La Femme de mon pote de Bertrand Blier
1984 Signé Charlotte de Caroline Huppert
1985 Sac de Noeuds de Josiane Balasko
1985 Cactus de Paul Cox
1987 Faux Témoin (The Bedroom Window) de Curtie Hanson
1987 Les Possédés de Andrzej Wajda
1987 Milan noir de Ronald Chammah
1987 Migrations (Seobe) de Alexander Petrovic
1988 Une affaire de femmes (Um Assunto de Mulheres) de Claude Chabrol
1989 La Vengeance d'une femme de Jacques Doillon
1990 Malina de Werner Schroeter
1991 Madame Bovary de Claude Chabrol
1992 Après l'amour (Depois do Amor) de Diane Kurys
1993 L'Inondation (Navodneniye) de Igor Minaev
1994 Amateur de Hal Hartley
1994 La Séparation (A Separação) de Christian Vincent
1995 La Cérémonie (A cerimônia) de Claude Chabrol
1996 Les Affinités électives (As Afinidades Eletivas) de Paolo e Vittorio Taviani
1997 Les Palmes de M. Schutz de Claude Pinoteau
1997 Rien ne va plus (Negócios à Parte) de Claude Chabrol
1997 Poussières d'amour
1998 L' École de la chair (A escola da carne) de Benoît Jacquot
1999 Pas de scandale (Sem escândalo) de Benoît Jacquot
2000 La fausse Suivante (A falsa acompanhante) de Benoît Jacquot
2000 La Vie Moderne de Ferreira Barbosa
2000 Saint-Cyr de Patricia Mazuy
2000 Les Destinées sentimentales (Os destinos sentimentais) de Olivier Assayas
2000 Merci pour le chocolat (A Teia de Chocolate) de Claude Chabrol
2001 La Comédie de l'innocence / Fils de deux mères de Raoul Ruiz
2001 La Pianiste de Michael Haneke
2002 8 femmes (Oito mulheres) de François Ozon
2002 La Vie Promise de Olivier Dahan
2002 Deux de Werner Schroeter
2003 Le Temps du loup (Tempos de Lobo) de Michael Haneke
2004 Ma mère de Christophe Honoré
2004 Les soeurs fachées (As Irmãs Aborrecidas) de Alexandra Leclère
2004 I Heart Huckabees (A Vida é uma Comédia) de David O. Russell
2005 Gabrielle de Patrice Chéreau
2006 L'Ivresse du pouvoir (A Comédia do Poder) de Claude Chabrol
2006 Le Beau monde de Benoît Jacquot
2006 America de Jerzy Skolimowski
2006 L'Ivresse du Pouvoir (A Comédia do Poder) de Claude Chabrol
2007 Nue Propriété de Joachim Lafosse
2008 Clara de Helma Sanders-Brahms

 

 

Emmanuelle Beart

Filha do poeta Guy Béart e de Geneviève Galéa, nasceu em 14 de agosto de 1963 em Saint-Tropez.


Emmanuelle Beart
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Trabalhou com grandes diretores de cinema como François Ozon, Ettore Scola e Claude Chabrol. Também atuou em alguns filmes norte-americanos como Missão Impossível. Foi casada com o ator francês Daniel Auteuil, com quem atuou em Une femme française e com quem tem uma filha: Nelly, nascida em 1992. Em 1996 nasceu o seu segundo filho: Johan, cujo pai é David Moreau.

Em 1997 foi presa por participar de uma passeata realizada em Paris a favor dos direitos dos imigrantes ilegais na França.

Emmannuelle é embaixadora da UNICEF para o fundo das crianças.

"Emmanuelle é uma deusa, mas complicada. Entrevistei-a, quando veio ao Brasil, anos atrás, e nunca vi mulher mais travada. Projetava uma imagem de antipatia. Digamos que parte do problema era meu, que não consegui me fazer confiável. Teria sido melhor ter ficado calado, só olhando para Emmanuelle, mas eu fiquei ali insistindo, tentando arrancar dela o que Emmanuelle não estava disposta a dar. O segredo de uma entrevista, qualquer entrevista, é estabelecer uma relação de confiança com o entrevistado, para que ele (ou ela) se sinta em condições de falar. Como isso não ocorreu naquele dia, e eu não queria ficar dizendo frivolidades, criou-se um constrangimento para os dois.


Manon des sources.
C'est véritablement le film qui révéla Emmanuelle Béart
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Em uma entrevista para a Première, Emmanuelle diz que o problema básico é entre ela e sua imagem, ela e como os outros a vêem. Emmanuelle admite uma coisa que poucos atores confessam. Ela usa o glamour do cinema como uma máscara. Mas o glamour, diz, não é ela. É apenas uma maneira de se esconder. E mais forte – ‘Je ne sais pas comment me montrer en dehors de mes films’ (Não sei como me mostrar fora de meus filmes).

J'Embrasse Pas

 

Prosseguindo com o que parece uma terapia, acrescenta que são pouquíssimos os filmes nos quais, ou dos quais, se sente 100% segura. São assinados sempre pelos mesmos diretores – Techiné, Sautet, Rivette. Vou citar alguns - J'Embrasse Pas, Um Coração no Inverno, Minha Secretária e A Bela Intrigante. Ela conta uma coisa muito curiosa sobre Sautet. Ele percebeu que, para desnudar seu interior diante da câmera, precisava escondê-la de si mesma. Nenhum outro diretor cobriu tanto, com tantas roupas, aquelas formas. Emmanuelle abre tudo – sofreu de síndrome de pânico e durante um ano foi incapaz de sair à rua sozinha. Admite – é grave quando isso ocorre. Foi preciso se reeducar. Ah, Emmanuelle, tão linda, tão talentosa. Aguarde por ela no novo Techiné, Les Témoins, que vi em Berlim, em fevereiro. Tão neurótica. Talvez Emmanuelle Béart seja a atriz intensa que é por causa disso, mas a mulher sofre demais. E isso é triste." - Luiz Carlos Merten


Un coeur en hiver
Emmanuelle Béart fut l'une des égéries importantes du grand Claude Sautet.
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Prêmios

- Recebeu 5 indicações ao Cesar de Melhor Atriz, por "Les Enfants du Désordre" (1989), "La Belle Noiseuse" (1991), "Um Coração no Inverno" (1992), "Minha Secretária" (1995) e "Les Destinées Sentimentales" (2000).

- Ganhou o Cesar de Melhor Atriz Coadjuvante, por "A Vingança de Manon" (1986).

- Recebeu 2 indicações ao Cesar de Melhor Revelação Feminina, por "Un Amour Intedit" (1984) e "L'Amour en Douce" (1985).

- Ganhou o European Film Awards de Melhor Atriz, por "8 Mulheres" (2002).

- Ganhou o Urso de Prata no Festival de Berlim, por "8 Mulheres" (2002).

- Ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Moscou, por "Desejos Secretos" (1995).

Filmografia

2008 - Mes stars et moi
2008 - Vinyan
2008 - Disco
2007 - As testemunhas (Les témoins)
2006 - Le héros de la famille
2006 - A crime
2005 - Inferno (L'enfer)
2005 - Un fil à la patte
2005 - D'Artagnan et les trois mousquetaires
2004 - À boire
2003 - Nathalie X (Nathalie...)
2003 - A história de Marie e Julien (Histoire de Marie et Julien)
2003 - Anjo da guerra (Les égares)
2002 - 8 mulheres (8 femmes)
2001 - La répétition
2001 - Voyance et manigance
2000 - Les destinées sentimentales
1999 - La bûche
1999 - Elephant juice
1999 - O tempo redescoberto (Le temps retrouvé)
1998 - Voleur de vie
1998 - Don Juan
1996 - Le denier chaperon rouge (curta-metragem)
1996 - Missão impossível (Mission: Impossible)
1995 - Minha secretária (Nelly & Monsieur Arnaud)
1995 - Desejos secretos (Une femme française)
1994 - Ciúme - O inferno do amor possessivo (L'enfer)
1993 - Rupture(s)
1992 - Um coração no inverno (Un coeur en hiver)
1991 - Le bateau de Lu (curta-metragem)
1991 - J'embrasse pass
1991 - A bela intrigante (La belle noiseuse)
1991 - A viagem do Capitão Tornado (Il viaggio di Capitan Fracassa)
1989 - Les enfants du désordre
1989 - Marie-Antoinette, reine d'un seul amour (TV)
1988 - À gauche en sortant de l'ascenseur
1987 - Minha garota é um anjo (Date with an angel)
1986 - A vingança de Manon (Manon des sources)
1986 - La femme de sa vie (TV)
1985 - L'amour en douce
1984 - Et demain viendra le jour (TV)
1984 - Raison perdue (TV)
1984 - Un amour interdit
1983 - Premiers désirs
1983 - Zacharius (TV)
1986 - Demain les mômes

 

 

Julie Delpy

Nascida em Paris, no dia 21 de dezembro de 1969, é atriz, escritora e diretora francesa, filha do ator Albert Delpy e da atriz Marie Pillet


Julie Delpy
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Fez parte do elenco dos filmes Antes do Amanhecer, Antes do pôr-do-sol (ambos do diretor Richard Linklater) e Um Lobisomem Americano em Paris.

An American Werewolf in Paris

Também foi a protagonista do segundo filme da Trilogia das Cores de Krzysztof Kieslowski, onde interpretou Dominique.

Julie também é cantora e gravou o seu próprio CD, do qual algumas músicas fizeram parte da trilha sonora dos filmes de Linklater em que ela participou.

"Julie Delpy sempre foi uma francesa muito charmosa... quem consegue esquecer dela em Antes do Anoitecer, na pele da apaixonante Celine?" - Carol Hungria

Filmografia

» 2 Dias em Paris - 2 Days in Paris

» Countess, The - Countess, The

» Last Mile, The - Last Mile, The

» Vigarista do Ano, O - Hoax, The
Personagem no filme: Nina Van Pallandt

» Flores Partidas - Broken Flowers
Personagem no filme: Sherry

» Antes do Pôr-do-Sol - Before Sunset
Personagem no filme: Céline

» Lobisomem Americano em Paris, Um - American Werewolf in Paris, An
Personagem no filme: Serafine Pigot

» Liberdade é Azul, A - Trois couleurs: Bleu
Personagem no filme: Dominique

» Ligados Pelo Crime - Air I Breathe, The
Personagem no filme: Gina
Direção

» 2 Dias em Paris - 2 Days in Paris

» Countess, The - Countess, The

» Other Fun Stuff to Watch - World Wars and Other Fun Stuff to Watch on the Evening News
Roteiro

» Antes do Pôr-do-Sol - Before Sunset
Roteiro Original

» Other Fun Stuff to Watch - World Wars and Other Fun Stuff to Watch on the Evening News

 

 

Juliette Binoche

Bonita, delicada e talentosa, Juliette Binoche ganhou fama como um rosto bonito que sabe atuar. A atriz construiu um currículo extenso, que soma três dezenas de títulos, a maioria esmagadora de produções para cinema. Entre seus primeiros trabalhos, nota-se uma participação no polêmico 'Je Vous Salue Marie (1985), de Jean-Luc Godard. Mas foi como a espevitada Teresa, de A Insustentável Leveza do Ser (1988), adaptação do romance de mesmo nome de Milan Kundera por Philip Kaufman, que alavancou a carreira cormecialmente e ganhou projeção no cenário internacional.


Julie Delpy
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Em 1996, a enfermeira canadense Hana, seu papel em The English Patient trouxe-lhe a consagração, simbolizada pelo Oscar de melhor atriz coadjuvante, tendo superado a favorita Lauren Bacall, cuja experiência a Academia de Hollywood preferiu ignorar. Nos bastidores, Juliette afirmou que Lauren é que merecia o prêmio.

The English Patient

Em 2000, foi indicada para o Oscar de melhor atriz por seu trabalho em Chocolat, mas foi vencida por Julia Roberts.

É a artista mais bem-paga do cinema francês e também atua nos palcos da Broadway.

Ela tem dois filhos, Raphael (com Andre Halle) e Hanna (com o ator francês Benoit Magimel).

Filmografia

Liberty Belle (1982)
Fort bloque (1983)
Dorothée, danseuse de corde (1983)
The Chicks (1984)
Hail Mary (1985)
Family Life (1985)
Adieu blaireau (1985)
Rendez-vous (1985)
Le meilleur de la vie (1985)
Mon beau-frère a tué ma sœur (1985)
Mauvais Sang (1986)
Je vous salue, Marie (1987)
The Unbearable Lightness of Being (A Insustentável Leveza do Ser, 1988)
Un tour de manège (1989)
Les amants du Pont-Neuf (1991)
Women & Men 2 (1991)
Emily Brontë's Wuthering Heights (1992)
Damage (1993)
Trois couleurs: Bleu (A Liberdade é Azul, 1993)
Trois couleurs: Blanc (A Igualdade é Branca, 1994)
Trois couleurs: Rouge (A Fraternidade é Vermelha, 1994)
The Horseman on the Roof (1995)
A Couch in New York (1996)
The English Patient (O Paciente Inglês, 1996)
Children of the Century (1999)
Éloge de l'amour (1999)
Alice and Martin (2000)
La veuve de Saint-Pierre (2000)
Code Unknown (2000)
Chocolat (2000)
Jet Lag (2002)
In My Country (2004)
Caché (2005)
Bee Season (2005)
Breaking and Entering (2006)
Quelques jours en septembre (2006)
Paris, je t'aime (2006)
Ballon rouge (2007)
Dan in Real Life (Eu, meu irmão e nossa namorada, 2007)

Prêmios e indicações

Prêmios
1992 — Festival do Cinema Europeu — Melhor atriz — Les Amants du Pont-Neuf
1993 — Festival de Berlim —
1993 — Festival de Veneza — Best Actress — Trois Couleurs: Bleu
1994 — César — Melhor atriz — Trois Couleurs: Bleu
1996 — National Board of Review — Melhor atriz coadjuvante — The English Patient
1997 — Óscar — Melhor atriz coadjuvante — The English Patient
1997 — Festival de Berlim — Melhor atriz — The English Patient
1997 — Prêmio da Academia Britânica — Melhor atriz coadjuvante — The English Patient
1997 — Festival do Cinema Europeu — Melhor atriz — The English Patient

Indicações
1993 — César — Best Actress — Damage
1994 — Globo de Ouro — Best Actress — Three Colors: Blue
1996 — César — Melhor atriz — Le Hussard sûr Le Toit —
1997 — Globo de Ouro — Melhor atriz coadjuvante — The English Patient
1997 — Screen Actors Guild Award — Melhor atriz coadjuvante — The English Patient
2000 — Óscar — — Melhor atriz — Chocolat
2001 — Prêmio da Academia Britânica — Melhor atriz — Chocolat
2001 — César — Melhor atriz — La veuve de Saint-Pierre
2001 — Globo de Ouro — Melhor atriz — Chocolat
2001 — Screen Actors Guild Award — Melhor atriz — Chocolat

 

 


Chiara Mastroianni

Chiara-Charlotte Mastroianni (Paris, 28 de Maio de 1972), é filha da atriz Catherine Deneuve e do ator italiano Marcello Mastroianni.


Chiara Mastroianni

Em 1979 fez uma pequena participação no filme À Nós Dois, estrelado por sua mãe, e em 1987 também fez uma pequena participação no filme Olhos Negros, estrelado por seu pai, como uma das garotas das flores. Mas estas participações sempre forão eventuais, principalmente, porque freqüentemente visitava os pais nos sets de seus filmes.

Seu primeiro grande papel no cinema venho em 1993, Minha Estação Preferida, de Andre Techiné, onde interpreta uma adolescente problemática e cujo a mãe é interpretada pela própria Catherine Deneuve, por este papel foi indicada ao prêmio César, o maior prêmio do cinema francês. No começo de sua carreira também atuou ao lado de seu pai, Marcello Mastroianni, em Prêt-à-Porter e Três Vidas e Só uma Morte.


A Christmas Tale - Chiara Mastroianni
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É meia-irmã do ator Christian Vadim e de Barbara Mastroianni.

 

Filmografia

A carreira cinematográfica de Chiara Mastroianni, em ordem cronológica:

À Nós Dois (1979) (sem créditos) - A filha

Olhos Negros (1987) (sem créditos) - Uma das garotas das flores

Minha Estação Preferida (1993) – Anne

À la belle étoile (1993) – Claire

Rêveuse jeunesse (1994) (TV) – Brigitte

3000 scénarios contre un virus (1994) - (segmento - "Bavardages en sida mineur")

Prêt-à-Porter (1994) - Sophie Choiset

Hillbilly Chainsaw Massacre (1995)

Não Esqueça Que Você Vai Morrer (1995) – Claudia

Amor Imortal (1995) – Françoise

O Jornal de um Sedutor (1996) – Claire

Três vidas e Uma Só Morte (Trois vies & une seule mort) (1996) – Cecile

Os Ladrões (1996) (sem crèditos) - estudante diplomada

Comment je me suis disputé... (ma vie sexuelle) (1996) – Patricia

Caméléone (1996) – Léa

Estrada para Lugar Nenhum (1997) - Kriss, S&M Girl #1

On a très peu d'amis (1998) – Viviane

À vendre (1998) – Mireille

O Tempo Redescoberto (1999) – Albertine

A Carta (1999) - Mme de Clèves

Libero Burro (1999) - Rosa Agnello

Scénarios sur la drogue (2000) - (La segment "Faute au vent)

Six-Pack (2000) – Marine

Hotel (2001) - Enfermeira do Hotel

Atlantis 3: O Novo Mundo (2001) (voz: versão em inglês)

Le Parole di mio padre (2002) – Ada

Estranhas Ligações (2002) – Carlotta

É mais fácil um camelo (2003) – Bianca

Akoibon (2005) – Barbara

L'Heure Zéro (2007) - Aude Neuville

Canções de Amor (2007) – Jeanne

Persepolis (2007) (voz) - Marjane 'Marji' Satrapi, adolescente e mulher

Um Conto de Natal (2008) - Sylvia

A Bela Junie (TV) (2008) - Jovem garota no café

Le Crime est notre affaire - Emma

Bancs publics (Versailles rive droite) (2008) (completo) - A mãe de Marianne

Un chat un chat (2009) (anunciado) - Célimène

Les Nuits de Sister Welsh (2009) (anunciado) - Sister Welsh

 

Bauhaus - Bela Lugosi's Dead

Chiara Mastroianni - Eye of the tiger

C. Mastroianni & B Biolay - L'apologie

Eletropop II - Sunrise Music Project

 

Fontes: E-pipoca, Wikipedia, Folha Online; Luiz Carlos Merten; estadao.com.br: Carol Hungria, France Presse, GNT; Ipsis Litteris, Net Saber

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