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Paris
Paris
é romântica; emocionante; histórica; vibrante;
elegante... Não há dúvida que esta merece
ser chamada de "Cidade Luz". Paris é pura
arte, do começo ao fim, e é exatamente por isso
que o turismo tem um grande desenvolvimento, porque os franceses
dão importância para a atividade econômica
(turismo), e principalmente na imagem que Paris transmite.
É
a cidade mais visitada do mundo - tem 106km2 e 2.2 milhões
de habitantes. Toda a Île-de-France (a grande Paris)
possui 11,1 milhões de habitantes.

Paris
Tendo
sido capital de um império que se estendeu sobre os
cinco continentes, Paris continua a reter uma forte posição
no cenário mundial, e a ser considerada a capital do
mundo francófono.
Desde
a Idade Média o Sena tem sido o rio de Paris por excelência.
A bacia de Paris, onde nasceu o reino francês, permanece
como centro econômico, político e cultural da
França e, em muitos aspectos, da Europa.
Nas margens
do Sena, assim como numa das pequenas ilhas que encontram-se
no interior deste rio, principalmente na conhecida atualmente
pelo nome de Île de la Cité, nasceu um pequeno
povoado à que os galo-romanos chamaram "Lutetia".
No ano
de 508, tornou-se a capital do reino franco de Clóvis
I. Os francos que lograram vencer aos galo-romanos e assentar-se
em Lutetia, mudaram o nome para Paris, em honra a uma tribo
de pescadores do Sena, os parisi.
Mas ainda
hoje a capital francesa continua conhecida como Lutécia,
derivado do latim lutum, argila. O nome dado pelo Imperador
Júlio César significava apenas a cidade dos
casebres de barro dos Parisii.
Por ali,
um crescente tráfego e comércio fez prosperar
os Parisii.
Os parisii
se estabeleceram no meio do III século A.C. na região.
César criou uma assembléia na villa, Lutèce,
em 53 A.C. Os moradores se revoltaram, apelando ajuda a Vercingétorix,
o chefe das tribos gaulesas. Labiénus, tenente de César
esmagou a resistência. Após a conquista, os romanos
drenaram os pântanos, construíram belos prédios
e trouxeram água com aquedutos.

Lutecia
A cidade
crescia no sentido do que foi depois chamado de Rive Gauche,
o lado esquerdo do Sena. A dinastia dos Capeto, em 987, por
Hugo Capeto, duque da França, tornou Paris a principal
cidade do ducado e o poderio dos Capeto estendeu-se gradativamente
a toda a França, durante o período de lutas
civis que acompanhou as três Cruzadas. Paris floresce,
tornando-se famosa como centro cultural e comercial. As Igrejas
de Notre Dame (1163) e Saint Chapelle (1245) e a Sorbonne
(1253) foram construídas neste período.
Quando
ocupada pelos aliados ingleses, os Borguinhões, Paris
perdeu sua importância como capital da França.
Após a Guerra dos Cem Anos, Paris voltou a ser o centro
da nação francesa.
Embora
Paris fosse a capital novamente, a coroa preferiu permanecer
nos castelos do Vale do Loire. Durante as guerras religiosas,
Paris passou a ser dominada pelo Partido Católico,
que foi responsável pelo massacre da noite de São
Bartolomeu em 24 de agosto de 1572.

Map of Paris 1585
A corte
real só foi restabelecida em Paris em 1594 com o rei
Henrique IV de Bourbon. Em 1682, o Luís XIV de Bourbon,
o "Rei Sol" mudou a corte real para o Palácio
de Versailles. Um
século mais tarde, Paris viu-se ao centro da Revolução
Francesa marcada em seu início pela Queda da Bastilha
em 14 de julho de 1789.

Queda da Bastilha 1789
Napoleão
I se autoproclamou Imperador da França em 1804 na Catedral
de Notre-Dame.

Consagração do Imperador
Napoleão I e Coroação da Imperatriz Josefina
na Catedral de Notre-Dame de Paris, em 2 de Dezembro de 1804.
A Revolução
Industrial, o Segundo Império e a Belle Époque
transformaram Paris em um grande centro mundial. Durante a
década de 40 do séc XIX, com a construção
de ferrovias, Paris começou a receber vários
imigrantes que se empregaram em suas indústrias. Ao
comando de Napoleão III, a cidade sofreu sua transformação
urbana mais significativa. O imperador contratou o Barão
Haussmann para que executasse as transformações
necessárias para converter Paris na cidade mais moderna
do mundo em sua época.

L'Opéra
Garnier
Começam
a destruir grande parte da cidade antiga e medieval ao passo
da construção de grandes bulevares e edifícos
modernos, o mais destacado: a Ópera Garnier. Constroem
canalizações de águas e outras importantes
melhorias públicas.
Em 1889,
Paris cediou a Exposição Universal e por época
desta foi construída a Torre Eiffel. No ano seguinte,
foi inaugurada a primeira linha de metro da cidade.
Durante
a segunda guerra mundial, Paris foi ocupada pelos nazistas.
A ocupação começou em junho de 1940 e
terminou em agosto de 1944.

Desfile
de la Liberación de París
A Paris
do pós-guerra desenvolveu-se rapidamente. O subúrbio
expandiu-se consideravelmente e foi criada o distrito financeiro
La Défense.
Em 1968,
Paris foi cenário de várias revoltas estudandis,
estes eventos ficaram conhecidos como Maio Francês e
se tornaram um dos capítulos históricos mais
destacados do pós-guerra.
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O
Rio Sena
Um passeio
de barco pelo rio Sena oferece uma vista que resulta muito
atrativa. Através de suas águas ancestrais,
é possível viver com intensidade essa sensação
onírica de estar preso no passado, numa espécie
de cartão postal vivo que golpeia com os cheiros, os
sons e as cores do ambiente. Há companhias que oferecem
excursões em barcos pelo rio de dia durante quase todo
o ano e de noite durante o verão, quando o clima convida
a percorrer Paris desta maneira romântica. Os passeios
duram desde uma hora até uma manhã ou uma tarde.
Algumas naves são de grande elegância e exigem
a seus passageiros o uso de traje social.

Pont Royal and Seine River Barge
O rio
pode-se percorrer também a pé, por suas margens,
encontrando então um forte contraste entre a quietude
de suas águas por um lado, e a agitação
veicular das vias rápidas que correm paralelas ao rio.
A partir
da Île de la Cité , o movimento de expansão
da cidade foi sendo feito sob forma de caracol – o que
deu origem aos "arrondissements", uma palavra que
vem de "arrondi", roliço, arredondado. Assim,
os bairros de Paris são chamados "arrondissement"
e são numerados de 1 a 20.

Movimento
de expansão da cidade
As pontes
do Sena foram construídas por ordens de diferentes
governantes. A intenção era, desde logo, prática:
facilitar o trânsito de um lado a outro do rio; contudo,
as caraterísticas estéticas dos franceses fizeram
destas pontes lugares românticos e belos onde é
possívelos ter um instante de intimidade com o rio
e seus reflexos. A Pont Neuf, de 1607, foi
nos tempos de sua recente construção um centro
de reunião de cantores mambembes, charlatães,
vendedores de livros e dentistas amadores, assim como de toda
classe de picaretas e ladrões.

L´Institut de France & le
Pont Neuf depuis le Pont des Arts
A Pont
Royal, construída no reinado de Luiz XIV,
permite uma excelente vista dos jardins das Tullerias e o
Louvre. A Pont de la Concordia guarda em
sua estrutura, pedras tomadas da destruição
da Bastilha e com isso representa o fim de uma era de absolutismo
que os franceses marcam notavelmente. Também é
conhecida como a Ponte da Revolução.
Por último, a Pont Alexandre III,
construída no final do século XIX, representa
a era tecnológica da França, feita em aço.

La Pont Alexandre III
A
Margem Esquerda
A Margem
Esquerda do Sena têm sido tradicionalmente a zona burguesa
da capital francesa. É aqui onde se localizam as boutiques
mais exclusivas, as joalherias mais renomeadas, os teatros
e cinemas de maior categoria e elegância.

Champs-Élysées
A avenida
Champs-Élysées é uma
larga passarela para os cinemas, cafés, e lojas de
artigos de luxo, mais famosos no mundo. Tem 71 metros de largura
por 1,9 km de comprimento.

Champs-Élysées
É
a representação da vida parisiense em geral.
Espécie de caminho no qual pode-se perder, por um instante,
a visão da realidade e sentir-se um personagem épico,
romântico, histórico ou ser, simplesmente, um
turista que se acerca a uma cultura brilhante. Ainda se só
se cruza como mero efeito de trânsito, esta avenida
hipnotiza com seu encanto e refinamento. De dia, a beleza
de suas árvores, castanheiras, plantadas ao longo do
caminho por ordens de Catarina de Médicis, oferece
uma vista natural, serena e atrativa para aqueles que gostam
dessa estranha conjugação entre a civilização
e a natureza. De noite, as luzes que a iluminam convertem
esta zona num espetáculo de luz, sofisticado e cosmopolita.
São mundialmente conhecidas suas varandas onde é
possível observar e sentir que o tempo não é
a torturante ameaça do adeus.

O
obelisco de Luxor na place de la Concorde
Um percurso
comum é o que se inicia na Praça da
Concórdia, onde foram guilhotinadas milhares
de pessoas durante a era do Terror, inclusive, rei e rainha.
Nesta praça encontra-se também o monumento mais
antigo da França: o Obelisco de Luxor, impressionante
obra de 23 m de altura, talhado em granito rosado no ano 1300
a.C., presente dado pelo vice-rei do Egito em 1836.

Place de La Concorde, au crépuscule
No extremo
superior da Avenida dos Campos Elísios, o Arco
do Triunfo testemunha, bem no centro de Paris, as
conquistas de Napoleão. Com uma arquitetura semelhante
aos monumentos de glória romana, foi edificado em 1836.

Arco do Triunfo
O seu
miradouro, a 50 metros de altura do solo, permite uma visão
abrangente de 12 avenidas da capital francesa.

L´Arc de Triomphe
Durante
este trajeto podem-se observar o Petit et Grand Palais,
da época monárquica, esculturas colossais que
ganharam um lugar neste ponto e embaixo do Arco do Triunfo,
o túmulo do "soldado desconhecido" - em homenagem
aos franceses que morreram em combate durante as guerras mundiais.
O Museu
do Louvre é sem dúvida um dos lugares
mais fascinantes em Paris. Não apenas por ser um dos
maiores e mais magníficos museus de arte do mundo,
mas também porque é um prédio de tirar
o fôlego, com um simpático shopping embaixo (chamado
de Carrousel du Louvre) e um jardim belíssimo na frente
(Les Tuileries, onde ficava um antigo palácio da monarquia
francesa. Marie Antoinette e Louis XVI quase morreram lá
antes de irem para a prisão de fato).

Louvre
Mais
de 18 hectares compõe esta espécie de praça-museu
que abriga em torno de 400.000 obras; entre estas, "A
Mona Lisa" de Leonardo Da Vinci. Entrar no Louvre é
abstrair-se do acelerado mundo atual e transladar-se a uma
época sem tempo, onde só a sensibilidade, os
pensamentos e a beleza marcam o ritmo da história.
Construído em princípios do século XIII,
foi originalmente uma fortaleza de proteção
da cidade. Com o passar dos anos foi sofrendo modificações
que o deixaram mais acolhedor e que o converteram em residência
real. Em outra época, foi residência de cortesãos
menores ou de artistas até que, durante a Revolução
Francesa, foi utilizado como Quartel General, para ser convertido
por Napoleão, anos mais tarde, em museu. A última
modificação ocorrida, foi durante o mandato
de Mitterrand, a construção da Pirâmide
de Cristal, imponente e polêmica obra que encontra-se
na da entrada principal e que lembra aos visitantes a presença
do século XX.

Paris depuis le Quai du Louvre
O museu
está dividido em três andares e em oito salas:
antigüidades orientais, egípcias, gregas, etruscas
e romanas, esculturas, pinturas, artes gráficas e objetos
de arte. A seção de objetos de arte, guarda
a coleção de jóias da Coroa Francesa
que contem o inacreditável diamante Regent de 186 quilates.
No salão Napoleão, podem-se observar a história
do próprio museu e exposições temporais;
esta é também a parte onde situam-se restaurantes
e livrarias. O Louvre abre suas portas de 9:00h a 21:30h.
Todos os dias, exceto as terças-feiras.
O Palais
Royal é uma impressionante construção
erigida pelo Cardeal Richelieu em 1639. A beleza e a paz que
irradia fazem pensar na diferença entre hoje e a época
em que era palco para as intrigas palacianas e eclesiásticas
que dominaram esse período da história. Para
poder sustentá-lo, desde os tempos da monarquia, se
abriram ao público vários salões do andar
térreo convertendo-os em cafés e lojas exclusivas
que perduram até hoje.

Palais Royal, which once accommodated
Louis XIV in the 17th century.
Les
Halles foi o mercado mais importante desde 1183 até
os anos sessenta, quando foi convertido num espaço
mais higiênico e moderno, mas menos vivo, chamado Forum
des Halles. Atualmente abaixo deste localiza-se uma das estações
do metrô de Paris mais abarrotadas. Seu espaço
multicomercial e modernista é ocupado por lojas de
todo tipo e cafés. Nos arredores deste Forum encontra-se
a Videoteca de Paris, ampla, moderna e muito visitada e o
Museu de Holografia. A escassos metros do Forum encontra-se
a Fonte dos Inocentes, obra renascentista que atrai com a
sua beleza e simplicidade.

Les Halles de Paris - Paris
O Centro
George Pompidou, conhecido também como o Museu
Nacional de Arte Moderna, é o centro principal de exposições
temporais e de obras de Matisse, Miru e Picasso entre outros.
Conta com uma extensa praça exterior onde artistas
mambembes apresentam suas obras. O Museu é um moderno
complexo que conta com biblioteca informativa, salas de projeção
e um Centro de Criação Industrial dedicado à
arquitetura moderna.

Centre George Pompidou
No fundo
do Pompidou pode-se aceder a lugares alternativos como "O
defensor do Tempo", que não é outra coisa
se não um grande relógio mecanizado de beleza
excepcional, o IRCAM, um centro "underground" destinado
à criação musical e a Praça Igor
Stravinsky, que conta com a primeira fonte contemporânea
de Paris, cheia de colorido contrastante com a sobriedade
do local.
Place
Vendome é a área que abrigava a estátua
de Luiz XIV, mas que terminou ocupada pela efígie de
Napoleão. Atualmente é a zona financeira de
Paris, repleta de bancos, joalherias, casas de bolsa e o Ministério
de Justiça.

Place Vendome
Seguindo
pela Rue da Paix, podem-se observar as melhores lojas de peles,
jóias e artigos de ourivesaria até chegar ao
Teatro da Opera, o maior do mundo, do estilo
neobarroco, que atraiu ao mais seleto grupo da aristocracia
e da burguesia posterior à Revolução
Francesa e cujo vestíbulo foi decorado pelo pintor
Chagall.

Paris - L'Opéra
O caminho
da Opera à Place da Madeleine foi em seu tempo o caminho
de artistas tão brilhantes como Renoir e Manet, que
celebraram ali a primeira exposição de pintura
impressionista. A duas quadras da Madeleine encontra-se o
Maxim's, o restaurante mais exclusivo da cidade.
Caminhar
pela Rue du Faubourg Saint-Honoré é fazê-lo
pela rua que oferece os espaços mais excêntricos
no relativo a compras em Paris; ao mesmo tempo, é possível
observar o Palácio Presidencial francês, conhecido
como Palais de l'Elysèe.
Dentro
da área que se conhece como Margem Esquerda encontra-se
o distrito de Montmartre que é a zona boêmia
por excelência. Aqui é possível apreciar
as paisagens humanas e naturais que inspiraram a Renoir, Van
Gogh, Gauguin e Picasso em suas particulares visões
do mundo.

Montmartre
Aqui também
encontram-se alguns dos estúdios onde inicialmente
estes artistas libertaram a suas idéias. Uma veloz
viagem para o presente faz ver em suas ruas, artistas de todo
tipo, em especial pintores, que realizam suas obras nas calçadas
da Place du Terte, perante os assombrados olhos dos turistas.
Este mercado de arte resulta interessantíssimo pela
vivacidade de sua gente, pela mistura de cores e sotaques
que a zona impõe e pelo contraste entre o sublime e
o vulgar.
Pequeno
mas adequado à obra de Salvador Dalí, no coração
deste distrito, existe um pequeno museu que mostra algumas
pinturas deste gênio espanhol. Também é
recomendável visitar o Museu Montmartre
que realiza exposições temporais de obras artísticas
nascidas no bairro; talvez não tenha a imponente força
de outros museus de Paris, contudo, oferece o atrevimento
de se descobrir a arte que está nascendo no presente.
A Basílica
do Sacré-Coeur, situada numa colina, reflete
a luz de maneira espetacular nesta parte de Paris. Foi construída
em 1871 num estilo romano bizantino, carregado em adornos,
de pedra de Chateau-Landom que têm a qualidade de endurecer
e volver-se mais branca com o passo dos anos.

Basílica do Sacré-Coeur
De sua
cúpula, se obtém uma estupenda vista da cidade.
Para aceder à basílica pode-se tomar o funicular
que parte da rua Foyatier e que aceita os bilhetes do metrô
de Paris.
Próximo
a esta basílica localiza-se a Igreja de Saint
Pierre de Montmartre, construída em 1147,
cuja beleza radica em seu estilo gótico primitivo.

Igreja de Saint Pierre de Montmartre
O cemitério
de Montmartre oferece a beleza de seus jardins e
seu silencio respeitoso, com a possibilidade de acercar-se
os túmulos de alguns notáveis personagens da
cultura como Stendhal, Heins, Degas, Zolá e Berlioz.
Há
lugares deste distrito que contam com uma grande tradição
popular. O primeiro é um restaurante chamado "A
a Mère Catherine", onde os corsacos russos com
sua mistura lingüística criaram uma gíria
deste ambiente que perdura em Paris. O
outro lugar é o Au Lapim Agile (O Coelho Ágil),
clube noturno onde realizam-se tertúlias literárias
desde 1910. De toda Paris, só em Montmartre sobrevive
uma pequena parcela de vinhedos situados na Rue Sant Vicent
e que no primeiro sábado de outubro revivem o ritual
da colheita da uva, esquecido e perdido entre as histórias
desta cosmopolita cidade.
Várias
regiões da cidade, como Bastille e Belleville, são
redutos da juventude mais informal, que povoa, com seus piercings
e tatuagens, os restaurantes, bares e clubes locais. O Marais,
cujo nome provém de haver sido uma zona pantanosa,
é outro distrito da Margem Esquerda. As construções
que conserva revelam o desenvolvimento histórico, artístico
e arquitetónico de Paris desde os últimos anos
do século XVI até a Revolução.
Esse distrito é patrimônio histórico da
UNESCO.

Paris - Marais - Hôtel de Sens
É
um bairro que guarda às casas mais representativas
do renascimento e que atualmente alberga museus históricos
e biográficos, assim como bibliotecas. Algumas de suas
velhas mansões têm-se convertido em sóbrios
hotéis que permitem viver a fantasia de hospedar-se
em lugares verdadeiramente impressionantes.
A Place
des Vosges é um canto de beleza apurada com
seus jardins e construção palaciana de absoluta
simetria. O escritor Víctor Hugo viveu nesta zona e
seu lar é atualmente um museu em sua homenagem.

Place
des Vosges
O Museu
Picasso foi criado em 1986 com numerosas obras do
autor que o governo francês herdou como pagos sucessórios
à morte do pintor. Guarda uma coleção
de quadros, desenhos e esculturas que refletem claramente
a evolução do artista, com seus períodos
azul, rosa e cubista. A coleção não se
exibe completa todo o tempo; as obras são selecionadas
periodicamente. O museu inclui pequenas salas de projeção
e abre todos os dias, exceto terça-feira e feirados,
de 9:30 a 18:00 h.
O Museu
Kwok-On é um espaço dedicado à cultura
oriental que contem objetos dos festivais mambembes das tradições
orientais.
As
ilhas do Sena
As
ilhas que encontram-se no interior do Sena são a origem
da paisagem urbana parisiense. Ile da Cité
é o lugar mais antigo de Paris. Em seu interior encontram-se
alguns dos lugares mais representativos da cidade.

Rue du Quai de Bourbon. Ilw de La Cité
O Concergierie
foi um palácio destinado durante a Revolução
a salvaguardar os prisioneiros até o momento de sua
execução na guilhotina.

La Concièrgerie depuis le pont
au Change
Sainte-
Chapelle é uma magnífica obra gótica
do ano 1248 cuja principal caraterística é a
cor e a luz que se filtram através de suas 15 lendárias
vidraceiras elevadas, construídas como um caleidoscópio
em cores vermelho, azul, dourada, verde e malva que formam
cenas religiosas assombrosamente belas. Suas altas torres
de 15m de altura, estão coroadas por uma espécie
de espinhas talhadas em pedra que representam as espinhas
que Cristo levou em sua cabeça.

Interior of the Sainte-Chapelle, Paris
Paris
não se concebe sem a imagem da Catedral de
Notre-Dame, obra prima da arquitetura gótica
e medieval. Sua construção se iniciou em 1163
e levou 170 anos para terminá-la. A impressionante
nave do estilo romano está rodeada por colunas e torres
góticas que se coroam com esculturas de imagens claramente
medievais.

Notre Dame
A luz,
que tanto encanta aos franceses joga um papel central nesta
preciosa construção, através de grandes
rosetões que oferecem nos entardeceres um espetáculo
próximo ao céu. Ao lado desta magnífica
construção, se desenvolveu o Museu Notre-Dame,
destinado a recolher a história e tradição
da célebre basílica que inspirou a mais conhecida
obra de Víctor Hugo.

Chevet de Notre Dame de Paris depuis
le Quai d´Orleáns
Ile Saint-Louis
é a outra ilha que fica no Sena. Tem uma grande diferença
com Ile da Cité ao conservar um caráter menos
religioso e mais pagão com seus hotéis, restaurantes
e bares onde a vida se goza amplamente.

Bras de la Seine depuis I´lle
Saint Louis
A
Margem Direita
No lado
direito do rio Sena, o Quartier Latin ainda se conserva como
área de estudantes e intelectuais. Os bulevares Saint
Michel e Saint Germain abrigam os bistrôs mais queridos
da boêmia francesa. O mais famoso é o Café
de Flore (172, Boulevar Saint Germain, metrô Odéon)
onde a turma de Jean-Paul Sartre se reunia.
A Place
Sainte-Michael é o lugar onde podem-se adquirir
livros em maior quantidade e onde acudem com freqüência
os estudantes, razão pela que está repleta de
cafés onde se vive um ambiente muito juvenil.
A Sorbonne
foi, inicialmente um lugar onde os estudantes se reuniam ao
ar livre para discutir sobre temas teológicos. Seu
fundador foi Robert de Sorbon em 1253. Séculos mais
tarde, o Cardeal Richelieu apoiou a financiamento deste centro,
tempo em que se construiu a Igreja da Sorbonne onde se celebra
uma missa em honra ao cardeal ano após ano no 4 de
dezembro, dia de sua morte.

Sorbonne
A universidade
conta com um Anfiteatro de 2.700 assentos onde se levaram
a cabo históricas discussões, como a de maio
de 1968. Esta construção conta no interior com
pinturas de Puvis de Chavannes que a embelezam notavelmente.
A universidade tem-se estendido atualmente em diversas faculdades
que ocupam zonas retiradas.
Próximo
à Sorbonne encontra-se o Pantheon,
de estilo neoclássico, onde estão os restos
dos heróis, políticos e literatos mais notáveis
da nação. Foi construído na época
de Luís XV, como Igreja de Santa Genoveva, e nacionalizado
em 1791. O funeral de Víctor Hugo foi que marcou a
pauta para este caráter secular do Pantheon; diz-se
que foi o funeral mais imponente da história francesa.
Aqui jazem entre outros, Napoleão, Voltaire, Rousseau,
Émile Zola, assim como Louis Braille, inventor do alfabeto
para cegos.

The Panthéon in Paris designed
by Jacques-Germain Soufflot, 1755-1792. When the building
was finished, in the midst of the French Revolution, the Constituent
Assembly of the Revolution decided by decree to transform
the church into a temple to accommodate the remains of the
great men of France.
O Museu
Cluny, nas redondezas do Quartier Latin, possui as
melhores coleções de arte medieval e ruínas
de banhos galo-romanos.
O bairro
de Luxemburgo é uma zona pacífica e extremadamente
elegante no meio de uma cidade moderna. Os Jardins
de Luxemburgo, possuem uma beleza menos simétrica
que os de Versalles ou as Tullerías, todavia permitem
desfrutar de um momento de relax e de uma visão tranqüila
sobre Paris. Foram propriedade do Conde de Provence, atualmente
estão a cargo do Estado.

Fontaine Médicis, Jardin du
Luxembourg
St-Germaim
des Prés é outro bairro parisiense
do lado direito. Centro de vida e reunião de intelectuais
da envergadura de Jean Paul Sartre e Simone de Beauvoir. A
filosofia e a arte existencialista nasceram neste distrito
depois da Segunda Guerra Mundial. É um espaço
coberto de bares, cafés e brasseries, lojas de antigüidades,
livros e moda que a fazem ruidosa, movida, intranqüila,
causando a sensação de que ai se cozinha algo
encantador a respeito da vida e do pensamento. O Café
de Flore, com seu interior em Art Deco, refugiou a muitos
destes célebres intelectuais enquanto que a Brasserie
Lipp, decorada com azulejos de cores, é centro de reunião
de políticos atualmente. A Igreja do bairro, do mesmo
nome, é uma das mais antigas de Paris; conta com uma
torre com um relógio de 1.000 anos e no interior descansam
Descartes e o rei de Polônia.
A Ecole
des Beux Arts, possui grande tradição
desde o período medieval. O Palais de l'Institute
de France acolhe à prestigiosa academia francesa,
fundada em 1635 por Richelieu. Posteriormente se incorporaram
a Academia de Letras, de Ciências, Belas Artes e Ciências
Políticas.
O Palais
Bourbon é a sede da Assembléia Nacional.
Sua imponente construção do séc.XVIII
é o marco do perímetro das embaixadas, ministérios
e residências de nobres. Está adornado por pinturas
de Delacroix.

Le Palais Bourbon, à Paris,
siège de l’Assemblée nationale française
O Museu
D´Orsay é uma soberba construção
de Víctor Laloux, que em 1900 se desenhou como um terminal
de trens. Resgatado e remodelado em 1986, se converteu em
museu. Conta com três níveis: no primeiro, se
oferecem obras correspondentes ao período de 1850 a
1900; na segundo andar pode-se apreciar uma mostra de Art
Nouveau decorativo do século XIX e princípios
do XX, assim como uma mostra dos primórdios do cinema;
o andar superior conserva uma destacada e ampla coleção
da pintura impressionista e pós-impressionista francesa.
Entre as obras mais atrativas estão "Almoço
na Grama" de Manet, "As Portas do Inferno"
de Rodin, "Retrato do Doutor Gachet" de Van Gogh
e "Bailando no Moulin da Galette" de Renoir.

Museé D´Orsay
O Museu
Rodin, antiga residência do artista, é
onde observa-se seu célebre "Pensador", que
transmite a constante dúvida do homem perante a vida,
e "O Beijo", que revela o erotismo em sua expressão
mais pura, impregnando os espectadores de uma magia que não
se dissolve facilmente. Uma riqueza a mais deste museu é
a possibilidade de encontrar-se com a obra de Camille Claudel,
mulher que compartilhou uma tormentosa relação
com Auguste Rodin.
Montparnasse
é um distrito do lado direito da cidade que conserva
um elevado nível de vida. Montmartre é um centro
de reunião de artistas, normalmente os mais vanguardistas.
Os lugares mais atrativos deste distrito não são
precisamente grandes construções, praças
ou mercados senão suas cafeterias e bares onde personagens
históricos discutiram e deram forma a suas idéias,
pensamentos e projetos que mais tarde influiriam no mundo.
Por este espaço parisiense desfilaram numerosos expatriados
russos e americanos como Hemingway, Gertrude Steim e Trotsky,
acompanhados por franceses, espanhóis que viam em Paris
o centro de seu desenvolvimento, ingleses que procuravam um
refúgio para atrair a inspiração e escrever,
assim como um sem fim de aspirantes a artistas ou políticos
que nunca chegaram a ser conhecidos pela história.

A view from the top of the Eiffel Tower
to Montparnasse.
A maior
parte dos lugares onde esta agitada vida cultural se gerou
permanecem atualmente e oferecem serviço ao público.

Montparnasse
A Coupole
é uma brasserie que funciona desde 1927, A Closerie
des Lilas era o lugar favorito de Lenin e Trotsky. Porém,
há um legado popular que Montparnasse deixou à
tradição francesa: em 1845, na Sala da Grande
Chaumiére, nasceu o Cancán.
Esse terrirório
favorecedor do pensamento conta com um cemitério que,
como era de se supor, guarda os restos de alguns de esses
homens e mulheres que nestas ruas deram a luz a suas mais
brilhantes idéias.

Pied de la Tour Eiffel
A Torre
Eiffel foi construída para a Exposição
Mundial de 1889. A Torre celebra o centenário da Revolução
Francesa e era uma demonstração do que de melhor
se fazia, no que se refere a estruturas metálicas.
Durante três anos, foram feitos cinco mil e trezentos
projetos por cinquenta engenheiros. Inicialmente, a torre
media 312 metros de altura, contando com uma bandeira que
tinha no topo. Hoje, a altura total é de 324 metros
e o que está no topo é uma antena de rádio.
É pintada de cinco em cinco anos e são necessárias
50 toneladas de tinta para pintar toda a superfície.
A Torre Eiffel é o monumento mais visitado do mundo,
até ao final de 2006, foram registadas 222.904.612
entradas.

Eiffel Tower
Seu desenho,
naquele tempo modernista, despertou severas críticas
para seu autor, talvez porque resultava chocante com o estilo
da Paris do século XIX. Os 324m de altura são
divididos em três níveis. No primeiro pode-se
chegar a um observatório, aos 57m de altura por meio
de elevadores hidráulicos ou degraus. O segundo nível
conta com o Restaurante Julho Verne, que oferece uma vista
magnifica de Paris através de suas amplas janelas de
cristal. O terceiro e último nível têm
uma capacidade de 800 pessoas e salas de observatórios
com potentes lentes para inspecionar a cidade.

The Eiffel Tower, an icon of Paris,
is a wonder of design and structure, and an impressive sight
worth getting close to.
Assim
como Paris têm sido o centro histórico das mais
notáveis expressões da arte através da
história, também é, hoje em dia, uma
janela para olhar para a tecnologia do presente e a do futuro.
A Cité des Sciences et de l'Industrie,
é o museu mais moderno desta clássica cidade
e o segundo mais visitado, depois do Louvre, com: 5 milhões
de visitantes por ano.

La Cité
des Sciences et de l'Industrie
Em suas
salas de simulação, é possível
converter-se no piloto de um sofisticado avião, em
capitão de um moderno submarino ou realizar uma viagem
mágica desde as entranhas da terra até o universo.
A Géode é uma construção hemisférica
de 1000 metros quadrados que compõe uma tela cinematográfica
através da qual se projetam filmes que são uma
homenagem à imagem e o som.
Outras
atrações para crianças em Paris são
O Jardim d'Acclimatation, parque infantil
situado no Bois de Bologne que conta com um trem em miniatura,
zoológico e barcos. O Parque Floral de Paris
é similar ao anterior, embora esteja situado na zona
leste. Há vários aquários que reúnem
espécies exóticas; entre os mais famosos estão
o Centre da Mer et des Eux e o Aquarium
Tropical.

L'aquarium du Trocadéro. Le
premier aquarium du centre de Paris a ouvert ses portes sous
la colline de Chaillot, dans les jardins du Trocadéro.
Idealizado
pelo oceanógrafo Jacques Costeau, o Parc Océanique
está destinado à observação de
espécies marítimas; o valor da entrada é
alto pois com ela se financia a exploração científica,
contudo, seu conteúdo é muito interessante para
aqueles que gostam do mar.
O Museu
da Femme et Colletion d'Automates é um atrativo
lugar para as meninas e as pessoas que não esqueceram
a ternura da infância. Sua coleção de
bonecas de corda e automáticas é posta para
funcionar a cada tarde.
O bairro
de Septième é o onde encontra-se
a burguesia parisiense, consulados, a École Militaire,
o Musée des Armées e a sede mundial da Unesco.
Um local interessante também com outra proposta, é
La Defense, uma área futurística
criada por multinacionais francesas onde está o moderno
arco do triunfo, o Grand Arch de La Defense, e outras esculturas.

Vue panoramique de Paris et La Défense
Paris
Plage
A Paris
Plage, "praia" artificial, com calçadão
e areia, instalada à beira do rio Sena, é uma
curiosa e arrojada tentativa de levar um ar mais tropical
e descontraído à cidade, quando ela se vê
mergulhada no calor.

Paris Plage
A praia
“surge” nos meses de julho e agosto, para aliviar
os parisienses que não podem fugir da cidade e ainda
têm de assistir a uma boa parte das padarias, restaurantes
e lojas fecharem suas portas, para reabrir apenas em setembro.
Nuit
Blanche
A Nuit
Blanche acontece na primeira semana de outubro. Em uma única
noite, vários monumentos e pontos turísticos
ficam abertos até a alta madrugada, festas acontecem
nas ruas, bares são convidados a não fechar
as portas: é Paris vivida em toda a sua intensidade.

Nuit blanche
Arredores
de Paris
Versailles
O palácio
de Versailles é símbolo da grandeza da França,
na época de Luís XIV, o Rei Sol. Lá pode-se
admirar os magníficos jardins e o Trianons.

Palace Versailles
É
possível também visitar os Apartamentos do Palácio.
O Trianon é um vilarejo adquirido e em seguida destruído
por Luís XIV onde foi construída uma casa para
ele se refugiar.
http://www.chateauversailles.fr
Vaux
Le Vicomte
Situado
a 50 km ao sudeste de Paris, o castelo de Vaux le Vicomte
possui uma história surpreendente: construído
no século XVII por Nicolas Fouquet, o Ministro das
Finanças, este castelo inspirou o Rei Luís XIV
na construção do castelo de Versailles. Depois
de ordenar a prisão de Fouquet, que possuía
o mais belo castelo do reino, Luís XIV decidiu construir
o castelo de Versailles pelas mãos dos mesmos artistas
que haviam construído o Vaux le Vicomte.
Chartres
Considerada
pela UNESCO como Patrimônio Mundial da Humanidade, a
Catedral de Chartres é até hoje um importante
local de peregrinação do mundo cristão.
A catedral é conhecida também por sua coleção
de vitrais coloridos dos séculos XII e XIII; lá
pode-se apreciar o famoso “azul de Chartres”.

Catedral de Chartres
Fontainebleau
e Barbizon
Localizado
em um belíssimo bosque, Fontainebleau foi uma das residências
favoritas dos reis da França. Os apartamentos ocupados
por Napoleão I foram restaurados e podem ser visitados.
Do outro lado do bosque, o vilarejo de Barbizon ficou conhecido
graças a artistas como Jean-François Millet
e Robert Louis Stevenson, que lá viveram no século
XIX.
Giverny
Casa do
pintor Monet. Pode-se fazer um passeio para visitar a casa
onde viveu Claude Monet, seu antigo atelier e os jardins.
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Sites
de alguns dos principais centros turísticos:
Museu
do Louvre
Museu
d'Orsay
Museu Rodin
Museu
nacional da Idade Média - Cluny
Torre
Eifel
Arco
do Triunfo
Centro
Pompidou
Basílica
de Sacre Coeur
A listagem completa
dos museus e monumentos de Paris está disponível
no site do Escritório Oficial de Turismo de Paris.
www.parisinfo.com
Baladas:
http://www.lesinrocks.com/
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Calendário
de Paris
Janeiro e Fevereiro:
desfiles de moda para as coleções de verão.
Abril: os Jardins du Luxembourg abrigam um festival de flores,
cores e teatro de marionetes na chegada da primavera.
Maio: o Festival
de Versailles reúne óperas, concertos, teatro
e balé; já o Festival de Paris conta com apresentações
das maiores orquestras e corais do mundo.
Junho: o Festival
de Marais, no bairro parisiense de mesmo nome, agita a cidade
com shows.
Julho: no dia 14
comemora-se a Queda da Bastilha no feriado francês mais
importante; há desfile militar na Champs Elysées
com a presença do presidente e do primeiro-ministro.
À noite, a festa nos postos dos Bombeiros e queima
de fogos na Torre Eiffel.
Julho: em meio
ao verão ocorre a Tour de France, a mais famosa competição
ciclística do mundo, que percorre o país.
Agosto: temporada
de férias na cidade.
Novembro: O frio
chega com o Beaujolais Nouveau, a festa do vinho.
Dezembro: O Natal
faz a cidade brilhar. Os Champs-Elysées fica toda decorada
e tira o fôlego de quem passa. É a cidade-luz
dando jus ao nome. Aproveite a época para provar a
culinária francesa, que atinge o ápice nas festas
de final do ano. A passagem do ano, como tudo nela, é
única na "Cidade Luz".
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Todo
endereço de Paris traz algo como o CEP do Brasil,
formado pelo número 75 (que representa Paris perante
as outras cidades da região) seguido de zero e
do número do bairro correspondente.
Exemplo :
Um dos escritórios do Office de Tourisme de Paris
99, rue de Rivoli
75001 Paris - pelo final "01" é possível
saber que está localizado no primeiro arrondissement. |
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| Bandeira
da cidade de Paris Brasão da cidade de Paris |
Fontes:
Embaixada da França no Brasil; Escritório Oficial
de Turismo de Paris; Câmara de Comércio França-Brasil;
Toni Sciarretta; Editor de Economia da Folha Online; Viagens
e Imagens; Fotos: © Heiner Wittmann
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