A maior obra do maior compositor de todos os tempos:

"A Nona Sinfonia"

Em 1824, surge a Sinfonia nº9 em Ré Menor. Pela primeira vez na história da música, é inserido um coral numa sinfonia, inserida a voz humana como exaltação da fraternidade universal, com o apelo à aliança entre as artes irmãs: a poesia e a música.

A Nona Sinfonia foi a obra prima de Beethoven e, sem dúvida, uma das mais belas obras musicais de todos os tempos. Beethoven já estava totalmente surdo ao escrevê-la. É no mínimo curioso o fato de um homem surdo, incapaz de ouvir a própria música, tenha composto uma obra fantástica, de tamanha beleza, elevada a Patrimônio Cultural da Humanidade em 2001.

Os primeiros rascunhos da Nona Sinfonia foram vendidos em um leilão da Sotheby´s em 2002 por US$ 1,890 milhão (cerca de R$ 3 milhões). O manuscrito traz a data de 1818, a época em que ele recebeu a encomenda da Royal Philharmonic Society de Londres para compor uma sinfonia.


Estúdio de Beethoven em 1827 por J.N.Hoechle

O lapso de doze anos que a separa da Oitava Sinfonia - concluída em Outubro de 1812 - faz desta um mundo à parte na música de Beethoven, transformando-a com grande teor de dramaticidade e de elevado nível técnico instrumental e vocal.

Dentro dos planos de Beethoven, existia a idéia de escrever duas sinfonias: a nona e a décima, que seriam sinfonias de maiores proporções e diferentes, ambas, encomendadas pela Royal Philharmonic Society.

Na sua infância, por volta de 1793, Carlota von Schiller, irmã do poeta Friedrich von Schiller, recebeu uma carta do professor Fischenich de Bonn, que relatava a existência de um rapaz portador de um incrível talento musical e que era muito apreciado pelo Príncipe Eleitor, a ponto de o mandar estudar em Viena, para que pudesse aprender com o grande Haydn. Nesta mesma carta o professor mencionava grande interesse de Beethoven em musicar os textos de Schiller "An die Freude".


Royal Philharmonic Society Sec.XIX

Em diversas tentativas, Beethoven esboçou algumas idéias sobre os temas de Schiller, sem nunca concluir qualquer idéia. Musicalmente estas idéias não guardavam nenhuma relação com o atual tema utilizado na Nona Sinfonia. Mas é curioso observar, que em 1808, na sua Fantasia para Piano, Coro e Orquestra, já se ouve o tema utilizado na Nona.

Porque esse canto de alegria fascinou tanto o músico por toda a sua vida? Foi tantas vezes projetado e outras tantas abandonado, e acabou culminando de figurar, justamente na sua última obra, coroando-o luminosamente nesta obra magnífica, a Nona Sinfonia? Beethoven exalta a alegria, no momento de grande dor interior e até dor física. Surdo, doente, sozinho, pobre e esquecido. Uma vez Beethoven escreveu: "Durch lieben Prende" (pela dor a alegria). Contemporâneos do gênio musical escreveram que o que mais surpreendia em Beethoven, apesar de suas doenças e infortúnios, era que em certos momentos parecia irradiar uma alegria pura e espiritual, algo que vinha do fundo do coração.

Segundo documentos encontrados pelo acadêmico Gustav Nottebohm, especializado em Beethoven, em 1815 Beethoven já teria esboços do tema com a indicação de uma Fuga, que deveria integrar o Scherzo da Nona Sinfonia. Em 1816, já havia indicações de sua primeira idéia do primeiro movimento, seguindo-se outras até 1818. A Nona Sinfonia foi, portanto concebida ao longo de quase uma década.

Em novembro de 1822, Beethoven recebeu da Royal Philharmonic Society, 50 libras, para a conclusão do manuscrito da Nona Sinfonia, comprometendo-se a terminá-la no mês de março de 1823, mas calamidades sofridas pelo maestro atrasaram a obra. Em Abril de 1823, escreveu ao maestro Ries, lamentando não poder terminar a obra, visto ter sido acometido de forte conjuntivite. Tão logo melhorou das vistas, instalou-se em Baden, para com tranqüilidade escrever a obra. Após o verão de 1823 regressou a Viena tendo concluído os três primeiros movimentos, a partir daí até Fevereiro de 1824, concluiu a obra na sua totalidade. Logo após mandou copiar e enviou-a à Royal Philharmonic Society.

Ao retomar a composição da Nona, em 1823, mudara radicalmente o plano de sua obra. O último movimento que deveria ser puramente instrumental agora recebera vozes humanas, aproximando-se assim ao projeto inicial de sua Décima Sinfonia, quem sabe até pressentindo que a Décima Sinfonia jamais seria concluída.

Beethoven desejava que sua obra fosse apresentada pela primeira vez em Berlim, a tal ponto de ter enviado uma cópia autografada e com dedicatória ao rei da Prussia Friedrich Wilhelm III.

No entanto levada por vários admiradores, tais como o conde Lichnowsky, Czerny, Diabelli, o Barão Schweiger, entre outros, foi apresentada pela primeira vez em 7 de maio de 1824, no Kärntnertortheater, em Viena, na Áustria. O regente foi Michael Umlauf, diretor musical do teatro.


Kärntnertortheater - Viena

Foi a apoteose e a consagração do gênio. Segundo consta, a vibração era tão grande, que no segundo movimento desencadearam-se fortes aplausos que inibiram a apresentação da orquestra a ponto de ter que interromper a execução, para retomar logo após. Beethoven, estava sentado ao lado do maestro Umlauf, de frente para a orquestra, no momento da explosão das palmas, Beethoven estava tão absorto na leitura da partitura, que não percebeu a interrupção do concerto, a ponto que o maestro Umlauf chamou a atenção de Beethoven para que pudesse perceber a manifestação pública. Ao terminar a obra, a mezzo soprano Ungher, que participava como solista, pegou o braço de Beethoven, voltando-o na direção da platéia, pelo menos para que pudesse contemplar a manifestação dos presentes. O gênio comovido agradeceu aos aplausos inclinando-se para frente.

A primeira apresentação em Londres, cuja Filarmônica havia encomendado a obra, aconteceu somente a 21 de março de 1826, com relativo êxito. A primeira publicação da sinfonia foi realizada por Schott em 1826.


Berliner Philharmoniker (Karajan)
Beethoven- Symphony no.9

A obra

De um frêmito sonoro que marca o início do Allegro, a música encorpa até o frenético Molto vivace, flui liricamente no Adagio agiganta-se e explode em gritos (ou súplicas?) no delirante finale.

I – Allegro ma non troppo, un poço maestoso
II – Molto Vivace
III – Adágio molto e cantabile
IV – Presto (final extraído do texto de Schiller “An die Freude”, para coral, e quarteto solistas).

Seu primeiro movimento é Allegro ma non troppo, un poco maestoso. Como é habitual no primeiro movimento das sinfonias, Beethoven também desenha sua obra na forma sonata. É um movimento de extrema complexidade, aliada à sua extensão incomum, quando comparado com outras partituras da época. Ele começa com um som muito baixo, quase inaudível, que parece estar soando a mais tempo, sem que tenhamos percebido. Temos uma pequena introdução e depois começa o movimento rápido, perfeitamente belo.

Após este movimento, temos o Molto vivace, cujo início é muito conhecido, chegando a tocar até em telenovelas. Depois disso, começa um movimento mais rápido, que causa a impressão de já o termos escutado antes. Uma visão fantasmagórica e noturna, com o trio intermediário fazendo uma evocação bucólica e idílica.

O terceiro movimento é o Adagio molto e cantabile, simplesmente fantástico. É magnífico, carregado de emoção.

"No adagio molto e cantabile Beethoven projeta sua visão de sonho, ânsia de uma paz interior, meditação e recolhimento, confissões íntimas e reminiscências existenciais."

"Aqui o ritmo, a presença marcante do tempo, praticamente desaparece. Até mesmo a melodia, intermediária entre o ritmo e a harmonia, parece algures não mais existir."

"O terceiro movimento da nona sinfonia de Beethoven possibilita vivenciar uma abstração contemplativa, cume da expressão espiritual humana."


Mahler conducting the Beethoven 9th Symphony in Strasbourg, France (1905)
[Centre Documentation Musicale-BGM]

Por fim, nós temos o quarto movimento, Presto: Allegro assai, que dispensaria qualquer comentário.

É composto por diversos movimentos e fragmentos que se sucedem sem solução de continuidade, formado por um preâmbulo de cinco variações, ao centro um Intermezzo lento, religioso, com uma nova idéia, derivada do tema principal, não sendo variação do mesmo, e a Coda final.

A página de abertura do famoso "Hino à Alegria", que celebra a amizade e a fraternidade entre os homens, apresenta uma estranha anotação em alemão feita pelo mestre: "Du verfluchter Kerl" ("Maldito sejas!"). Ele se dirigia a um dos copistas, que cometia alguns erros. O copista preferido do compositor, Schlemmer, morreu em 1823 e Beethoven foi obrigado a recorrer a serviços de pessoas com menos talento.

Com o hino encerra-se a maior sinfonia da história com chave de ouro. A voz humana, no quarto movimento, com um coro e quatro solistas, canta sobre a poesia, modificada por Beethoven.

Na primeira apresentação, o coral não conseguia atingir as notas mais altas e exigiu-se mudanças na composição. Beethoven nem se deu ao trabalho de responder. E com razão. Beethoven sabia que estava certo. Sua obra era para uma orquestra do futuro. O quarto movimento é o testamento vocal de Beethoven. O final é muito elevado. É uma sinfonia além de qualquer definição. Não é clássica, tampouco romântica. Só sabemos que é magnífica.

O tema principal do quarto movimento comumente é reconhecido por muitas pessoas que desconhecem a obra de Beethoven, ou mesmo não sabem que se trata de uma sinfonia, pelo fato de terem-na ouvido em situações diversas. Pela notoriedade que possui, é muito comum ouvir pessoas referindo-se a ela simplesmente como "a Nona", de forma que a omissão do nome do autor não impede o interlocutor de saber a que se refere. Ela é executada hoje exatamente como foi definida por Beethoven, graças a introdução do metrônomo.

Este movimento, assim como uma versão modificada do poema de Schiller, foi escolhido como Hino da União Européia, pela síntese que faz de ideais clássicos ligados ao Humanismo, à Fraternidade, à Liberdade e à Igualdade.

Beethoven, amigo de Goethe, apaixonado por Shakespeare, não era poeta nem filósofo. Mas um pensador introvertido, torturado pelo sofrimento físico e pela angústia existencial. Obrigava-se a compreender a natureza humana e seu destino.

Orquestração

Um quarteto vocal solista: soprano,contralto, tenor e baixo
1 flautim
2 flautas
2 oboés
2 clarinetes
2 fagotes
1 contrafagote
4 trompas
2 trompetes
3 trombones
4 timbales
Instrumentos de Cordas:(violinos primeiros e segundos, violas, violoncelos e contrabaixos)

Letra da 9ª Sinfonia de Beethoven em português

Baixo
Oh amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!

Baixo. Quarteto e coro
Alegre, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.
Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!

Tenor e coro
Alegremente, como seus sóis corram
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.

Coro
Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões se deprimem diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!

Letra da 9ª Sinfonia de Beethoven em alemão

Baixo
O Freunde, nicht diese Töne!
Sondern laßt uns angenehmere
anstimmen und freudenvollere.
Freude! Freude!

Baixo. Quarteto e coro
Freude, schöner Götterfunken
Tochter aus Elysium,
Wir betreten feuertrunken,
Himmlische, dein Heiligtum!
Deine Zauber binden wieder
Was die Mode streng geteilt;
Alle Menschen werden Brüder,
Wo dein sanfter Flügel weilt.
Wem der große Wurf gelungen,
Eines Freundes Freund zu sein;
Wer ein holdes Weib errungen,
Mische seinen Jubel ein!
Ja, wer auch nur eine Seele
Sein nennt auf dem Erdenrund!
Und wer's nie gekonnt, der stehle
Weinend sich aus diesem Bund!
Freude trinken alle Wesen
An den Brüsten der Natur;
Alle Guten, alle Bösen
Folgen ihrer Rosenspur.
Küsse gab sie uns und Reben,
Einen Freund, geprüft im Tod;
Wollust ward dem Wurm gegeben,
Und der Cherub steht vor Gott.

Tenor e coro
Froh, wie seine Sonnen fliegen
Durch des Himmels prächt'gen Plan,
Laufet, Brüder, eure Bahn,
Freudig, wie ein Held zum Siegen.

Coro
Seid umschlungen, Millionen!
Diesen Kuß der ganzen Welt!
Brüder, über'm Sternenzelt
Muß ein lieber Vater wohnen.
Ihr stürzt nieder, Millionen?
Ahnest du den Schöpfer, Welt?
Such' ihn über'm Sternenzelt!
Über Sternen muß er wohnen.

Beethoven

Ludwig Van Beethoven (Bonn, 16 de dezembro de 1770 — Viena, 26 de março de 1827) foi um compositor erudito alemão do período de transição entre o Classicismo (século XVIII) e o Romantismo (século XIX). É considerado como um dos pilares da música ocidental, pelo incontestável desenvolvimento tanto da linguagem quanto do conteúdo musical demonstrado em suas obras.


Maestro Ludwig Van Beethoven, o magnífico

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Pela sua concepção revolucionária – um gesto de eloqüência cósmica e comovido humanismo –, a Nona Sinfonia influenciou músicos estelares como Richard Wagner, Johannes Brahms, Hector Berlioz e Gustav Mahler.

Sua expressão musical desenha-se nos fortes contrastes de dinâmica (o pianíssimo em oposição ao fortíssimo); a densidade dos acordes; as rápidas (e súbitas) mudanças de registros; as insinuantes alterações de compasso dentro da mesma obra; a exuberância rítmica e a melodia. Sim, como aconteceria mais tarde com Schubert, Schumann, Tchaikovsky, Rimsky-Korsakov e Dvorák, Beethoven foi um exímio melodista. De longe, mais intimista e refinado que estes.

A Nona Sinfonia era para Wagner "o evangelho humano da arte do futuro"; na sua opinião a obra na qual a "música absoluta" tinha atingido os limites da sua capacidade expressiva

Em 1917, Bertrand Russell escreveu na sua obra Misticismo e Lógica: "... a Nona Sinfonia não se explica."

The Royal Philharmonic Society and Beethoven

'I am now writing a new symphony for the Philharmonic Society, and hope to have it finished within two weeks.'
(Beethoven to Archduke Rudolf, 1 July 1823)

'One Hundred Pounds…to some confidential friend of Beethoven, to be applied to his comforts and necessities during his illness. Carried Unanimously.'
(Directors' Minute, 28 February 1827)

Beethoven's music was regularly performed at the concerts of the Philharmonic Society from its foundation in 1813. First performances in Britain given by the Society include the Fifth Symphony (1816), Seventh Symphony (1817) and Piano Concertos 1 (1822), 3 (1824) and 4 (1825).

The Society was soon in direct contact with the composer and in 1817 the Directors invited him to come to London to direct two symphonies to be composed by him for the Society. Negotiations were protracted and sadly the project was never realised. However in 1824, in response to a commission for 50 guineas, a manuscript score of his Ninth Symphony (The Choral) was sent to the Society bearing on its front page, in Beethoven's hand the dedication 'written for the Philharmonic Society in London'. The first British performance of the work was given in a Philharmonic Society concert on 21 March 1825.

Two years later, when the Society learnt that Beethoven was both ill and much in need of money, the Directors decided that a sum of £100 should be sent to him "to be applied to his comforts and necessities". The money, held up en route, reached him only a few days before he died, but time enough for him to express his heartfelt appreciation to the Society. Schindler, his amanuensis, reported that 'the Society had comforted his last days, and that event on the brink of the grave he thanked the Society and the whole English nation for the great gift, God bless them,'

Yet a further link with Beethoven can still be seen at every Royal Philharmonic Society concert. A bust of Beethoven by Johann Nepomuk Schaller (1777-1842) of Vienna is traditionally placed on the platform at each concert. The bust was presented to the Society in 1870 by Madame Fanny Linzbauer of Budapest, wife of a University professor and a lady of artistic tastes, in recognition of the Society's kindness to Beethoven during the last years of his life. In Madame Linzbauer's words, "England will ever be considered the highest and best friend of that man, who was so much distinguished by nature."

Fontes: Royal Philharmonic Society, BBC Brasil, Tripo, Wikipedia, Anomalias, Movimento.com, tguaira.pr.gov.Marino Maradei Junior, Diário do Comércio.

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