Max Ophuls

Max Ophuls é considerado um importante estilista e mestre do cinema. Entrou para a história como o cineasta da valsa. Nenhum outro diretor mexeu tanto a câmera, utilizando-a para criar um bailado com (e em torno) de seus personagens.

Kubrick amava Ophuls, cujos travellings homenageou em "Glória Feita de Sangue" e "2001", dois filmes que bebem na fonte deste sensível e refinado judeu austríaco que foi um dos maiores diretores do cinema sem ter, a rigor, nada parecido com ele. Grande Ophuls. O cineasta, filho de industriais nascido em Sarrebruck, operava, de dentro do romantismo aristocrático e burguês, a destruição do segundo.

Max Ophuls foi jornalista durante a 1a. Guerra Mundial e depois tornou-se francês por adoção. Estreou no teatro em 1919 como ator para depois se desenvolver como diretor, encenando desde o teatro clássico até a opereta, No cinema, começou como assistente de Anatole Litvak, em 1930, ano em que realizou seu primeiro filme.


Max Ophuls

O primeiro sucesso só veio com Uma história de amor, realizado na Alemanha com o título de Libelei, em 1932. Neste filme, seu estilo elegante e refinado já se definia na adaptação de Arthur Schnitzler, em quem Ophuls mais tarde se inspiraria para criar um dos seus mais importantes filmes, Conflitos de amor, em 1950.

A ascensão de Hitler ao poder na Alemanhar obrigou Ophuls a abandonar o país e a instalar-se na França, onde o êxito de Uma história de amor lhe permitiu prosseguir carreira - com o parênteses de duas obras realizadas na Itália e na Holanda. Na França, pôde desenvolver um estilo romântico e nostálgico e de grande elaboração formal em filmes de sucesso como La tendre ennemie (1936), Sans Lendemain (1939) e De Mayerling a Saravejo (1940), onde narrou os amores do Arquiduque Francisco Fernando com a condessa tcheca Sofia Chotek.

O avanço das tropas alemãs levou-o à Suíça e, em seguida, aos Estados Unidos, onde a ajuda de Douglas Fairbanks lhe possibilitou continuar sua carreira, a partir de 1947, com The exile, Cartas de uma desconhecida, em 1948 - uma adaptação de Stefan Zweig - e The reckless moment, de 1949, seu último filme na América.

Ophuls directs the scene in The Exile of Charles and Pinner entering Katie's Inn from the operator's seat of the No. 2 crane. (Photo by Maurice Goldberg, courtesy AMPAS)

With Planer on the Woodin crane's operator's seat, Ophuls directs Letter From an Unknown Woman's Opera scene from the assistant cameraman's seat. The crane arm is raised to its greatest height here. (Photo by Bert Anderson, courtesy AMPAS)

From a sound boom parallel in front of the large Columbia crane, Ophuls rehearses the intense dialogue scene following Donnelly's fatal fight with Nagle. The scene ends with the crane's booming up with Lucia's descent from the veranda. (Photo by Joe Walters. Courtesy Columbia Pictures Industries, Inc.)

Em 1950, reiniciou sua filmografia na França onde, com o prestígio de ter sido descoberto pela nova crítica da revista Cahiers du Cinéma, realizou suas obras de maturidade. A este período de apogeu correspondem Conflitos de amor — novamente uma adaptação de Arthur Schnitzler; O prazer - baseado em várias narrativas de Maupassant; Madame De... - segundo uma novela de Louise de Vilmorin - e a reconstituição romanceada da vida da bailarina de flamenco Lola Montez, filme que sofreu a mutilação de uma remontagem, perpetrada pela produtora com vistas à sua distribuição comercial.


The Reckless Moment (1949, Max Ophuls)

Nesta obra, Ophuls realizou — da mesma forma que seus contemporâneos Vidas Amargas de Elia Kazan e Nasce uma estrela de George Cukor - a primeira utilização esteticamente criativa do então discutido formato Cinemascope.

A mutilação de sua obra mais importante e ambiciosa abalou Max Ophuls que — afetado por problemas cardíacos — morreu um mês depois da apresentação da nova montagem, em 1957. Até 1968 - quando graças ao produtor Pierre Braunberger - foi relançada a versão integral de 140 minutos, só se pôde conhecer a discutível edição realizada pelos produtores, suprimindo quase todas as cenas do circo, que representavam a parte mais contundente do filme.


Lola Montez (1955, Max Ophuls)

Max Ophuls, no entanto, não estava só. Uma "carta aberta" redigida por famosos diretores da França - que atendiam ao apelo de François Truffaut de que "é necessário participar" - protestava contra os ataques sofridos pelo filme à época do seu lançamento, em dezembro de 1955, afirmando que "o filme faz pensar e acreditamos que o público queira pensar".


The Reckless Moment (1949, Max Ophuls)

Foi debaixo de chuva que uma multidão entusiasmada fez fila para ver a versão restaurada de Lola Montès no Festival de Cannes 2008, a obra-prima de Max Ophuls. O que Cannes fez foi uma justiça histórica, devolvendo Lola Montès, de roupa nova, para o reconhecimento que Ophuls não teve, na época, salvo por alguns solitários defensores.

Conflitos de Amor (1950)

Uma adaptação livre da peça de Schnitzler, a obra é composta de breves episódios amorosos entrelaçados por um narrador amável e irônico — interpretado por Anton Walbrook — que sob uma aparência frívola oferece uma visão satírica e, às vezes, amarga da futilidade da libertinagem e dos jogos amorosos.

Nesta autêntica ronda amorosa participam os mais diversos tipos e personagens: o soldado (Serge Reggiani), a prostituta (Simone Signoret), o estudante (Daniel Gelin), a criada (Simone Simon), a senhora burguesa (Daniele Darrieux), o marido burguês (Fernand Gravey), outra prostituta (Odette Gravey), o poeta (Jean-Louis Barrault), a atriz (Isa Miranda) e o conde (Gerard Philipe) que se relacionam entre si. A fotografia do filme é de Christian Matras, que trabalhou com Ophuls em outros filmes, inclusive Lola Montez, e a música foi composta por Oscar Strauss. Roger Vadin, em 1964, filmaria uma nova versão da peça.

Uma história de amor (1932)

Segundo filme de Ophuls e o primeiro a alcançar certo sucesso. Produção alemã de 1932, tem como atores Magda Schneider e Wolfgang Liebeneiner.

RARE PRINT

An immensely important Ophüls; feminist film theorist Laura Mulvey chose it as one of the ten greatest films in the history of cinema. “As I have indicated on many occasions, I love LIEBELEI, ”rhapsodized Andrew Sarris when the film was revived at the New York Film Festival; “We can only speak of a cinematic tradition of obsessive style to which LIEBELEI pertains, a tradition that embraces both SUNRISE and UGETSU.”A final efflorescence of pre-Nazi cinema - Nazi censors later removed Ophüls' name from the credits when the film became a great success - this exquisite romance (based on a Schnitzler play, as is LA RONDE) established Ophüls' favourite setting (turn-of-the-century Vienna) and theme (doomed love) and is now ranked among his best work. Opening, like Visconti's SENSO, at the opera (here, a production of Mozart's Abduction from the Seraglio), the film is about a young officer who has a brief affair with a violinist's daughter (a radiant Magda Schneider, mother of Romy), and then is forced to submit to an unyielding code of honour. Ophüls' vigorous but graceful visual dynamics endow the theme of love unto (and after) death with a mystical grandeur. (The final tracking shot after we hear the ghostly voices of the lovers proves that Sarris's reference to UGETSU could not be more appropriate.)

Na Teia do Destino (1949)

Seu segundo filme consecutivo com James Mason, após 'Caught'. Mason faz o cara que chantageia uma mãe cuja filha se envolveu em um assassinato. O filme é um melodrama noir maravilhoso e poucos diretores da época (fim dos anos 40) - e certamente nenhum em Hollywood - foram tão subversivos na abordagem da família norte-americana tradicional. Max Ophuls sempre foi, acima de tudo, um subversivo genial.

Carta de uma desconhecida (1948)

Ao som de Liszt, Wagner e Mozart, Ophüls dirigiu nos EUA em 1948, a partir de uma novela de Stefan Zweig.

A jovem Lisa se apaixona, na Viena da virada do século, pelo atraente mas mulherengo Stefan. Somente depois de alguns anos é que ela vem a perceber que por detrás da personalidade elegante esconde-se um galanteador superficial.

Max Ophüls via Carta de uma desconhecida como um de seus filmes mais pessoais, com o qual sonhava tornar-se finalmente conhecido em Hollywood. No entanto, seu trabalho, embora aplaudido por vários colegas como Preston Sturges e Joseph Losey, acabou se reduzindo ao conhecimento de apenas um reduto de artistas e amantes do cinema.

Somente a partir da recepção calorosa do filme na Inglaterra é que Carta de uma Desconhecida começou a despertar o interesse do público em geral. Hoje, o longa é tido como um dos mais importantes dirigidos por Ophüls.

Cartas de uma desconhecida é considerado um dos filmes mais bem acabados de sua carreira. Tornou-se um dos principais melodramas hollywoodianos do pós-guerra. O belíssimo filme é um sonho em preto-e-branco, permeado por elegantes e fluidos movimentos de câmera. Um jogo de luz e sombras tomado por tristeza e melancolia.

“A perfect film” (David Thomson), LETTER FROM AN UNKNOWN WOMAN has gone from cult status to being voted one of the fifty greatest films in the history of cinema (in a Time Out critics' poll). Many rank it with the best of Mizoguchi and Murnau. A fatalistic romantic tragedy set in turn-of-the-century Vienna, LETTER stars Joan Fontaine as a young woman who maintains her yearning devotion to a dissolute concert pianist from afar, and finds that he does not recognize her many years after their first encounter. Sacrificing herself to the pursuit of this debased unattainable, the “unknown woman”is viewed by Ophüls with both compassion and detachment; her constancy is at once exalting and ruinous. Rarely did “Max and his tracks”achieve such visual splendour. “Almost certainly Ophüls' greatest American film . . . Ophüls at his best”(James Monaco). “A well-nigh perfect experience for the cineaste . . . A visual triumph . . . A film possessed of grace both in the spiritual and stylistic sense, LETTER is a masterpiece made by a man who made more than several” (Kevin Thomas, The Los Angeles Times).

Madame De...(1953)

Adaptado de uma novela curta de Louise de Vilmorin, Ophuls mais uma vez retorna ao tema de Conflitos de amor: os jogos eróticos. Um cavalheiro dá à sua mulher (Danièle Darrieux) valiosos brincos. Ela os vende para pagar dividas, mas seu marido (Charles Boyer) os resgata e volta a oferecê-los. Novamente ela vê-se obrigada a vendê-los, mas um diplomata apaixonado (Vitorio de Sica) a obsequia outra vez. O marido descobre a infidelidade e devolve os brincos ao diplomata, com as devidas explicações.

Há, então, um duelo no qual o diplomata é assassinado e Madame De..., que perdeu o seu novo e autêntico amor, morre também. Este filme estranho e nostálgico, carregado de uma sutil ironia, caracterizado por um grande refinamento e um barroquismo criativo, é considerado uma das obras mais representativas de Ophuls. O roteiro foi escrito por Max Ophuls com o teatrólogo Marcel Achard e Annette Wademant - tradicional colaboradora do diretor - e tem fotografia de Christian Matras.

O prazer (1952)

Realizado em 1952 na França e interpretado por Claude Dauphin, Madeleine Renaud, Daniele Darrieux e Daniel Gelin.

O estilo refinado e preciosista de Ophuls - veículo expressivo coerente com seu universo romântico - lhe valeu com frequência ser acusado de formalista, maneirista e decadente. Na verdade. esta é uma acusação superficial: por trás do seu decorativismo, existe um autor que - além de cultivar um sentido pictórico de imagens e elaborar uma narração sutil - soube realizar a crítica da frivolidade e da mundanidade através dos personagens que descreveu.

Lola Montes (1955)

"Lola Montês" foi o último filme de Max Ophüls aclamado como uma das suas obras-primas e um caso célebre na História do Cinema devido ao desastre financeiro em que resultou.

É um dos maiores exemplos de combinação CinemaScope e Technicolor. Esta é a história de Lola Montés (Martine Carol) uma dançarina do século XIX que ficou famosa pelos seus relacionamentos escandalosos com Franz List (Will Quadflieg) e Luís I da Baviera (Anton Walbrook).

No final da sua carreira viria a ser atração principal de um circo, nos Estados Unidos, onde representava os episódios da sua vida extravagante.

Uma reflexão sobre a natureza da beleza e da felicidade através do percurso de uma personagem feminina fascinante que acabou a ridicularizar, de forma patética, a sua própria vida. Max Ophüls faz um contraste entre a reputação escandalosa da dançarina e cortesã e os "flashbacks" poéticos que exploram os seus inúmeros casos amorosos. Destaque para o trabalho de direcção de Ophüls, que traz um equilíbrio entre intimidade e contemplação, e para o trabalho de cor de Christian Matras.

"Foi o último filme de Max Ophuls, e foi um filme “maldito”, desfigurado pelos produtores e arrasado pela generalidade da crítica – até que os Cahiers, e em particular Truffaut, dele fizeram uma inflamada defesa. As razões da admiração dos cineastas da Nouvelle Vague por Ophuls talvez se condensem, como escreveu Bazin, no facto de ele “ousar fazer um filme de vanguarda a partir do mais convencional dos temas, e em condições de produção que impõem, por norma, o pior academismo."

THE PLEASURE OF SEEING: THE SUBLIME CINEMA OF MAX OPHÜLS

And, as Godard recognized, Ophüls' style was not decorative but ethical. Indeed, Godard objected to the exhibitionism of Stanley Kubrick's camera movements in THE KILLING by invoking the moral quality of the style the young director was imitating: “I shall not mention Ophüls, who would have nothing to do with the matter except that Kubrick claims his influence through irritating movements of the camera resembling those beloved of the director of LE PLAISIR. But what in Ophüls corresponds to a certain vision of the world, in Kubrick is mere showing-off.” (One wonders, incidentally, if Kubrick was drawn to the work of Arthur Schnitzler as the source for EYES WIDE SHUT out of his admiration for Ophüls, who based LA RONDE and LIEBELEI on Schnitzler.)

The “certain vision of the world” Godard referred to was profound, elegiac, despite Ophüls' stylistic luxe and cynical wit. (Puritanism dictates that profundity and artifice are mutually exclusive.) Ophüls' governing theme is the tragedy of temporality: Everything, love especially, must die; there is no escape from this “trap of time,” an inevitability accentuated by the director's sumptuous, sometimes suffocating decor. Ophüls' films emphasize the illusory and ephemeral nature of love. Beneath gilt, glitter and gaiety, Ophüls saw inconstancy, self-delusion, and mortality. The furor and confusion that attended the release of his final film, LOLA MONTÈS (1955) - the vicious attacks hastened Ophüls' premature death - can be explained as a reaction against this (exquisite) pessimism as much as a primitive response to the film's strangeness.

Filmography

Dann schon lieber Lebertran (1931 short)
The Company's in Love (1931)
The Bartered Bride (Die verkaufte Braut - 1932)
Liebelei (1933)
Love Story (Une histoire d'amour - 1933)
Laughing Heirs (Lachende Erben - 1933)
On a volé un homme (1933)
Everybody's woman (La signora di tutti) (1934) starring Isa Miranda
Divine (1935)
Komedie om geld (1936)
Ave Maria (1936, short)
La tendre ennemie (1936)
Valse brillante de Chopin (1936 short)
Yoshiwara (1937)
Werther (1938) based on The Sorrows of Young Werther by Goethe
There's No Tomorrow (Sans lendemain - 1939) starring Edwige Feuillère
L'école des femmes (1940) play by Molière
De Mayerling à Sarajevo (1940) starring Edwige Feuillère
The Exile (1947) starring Douglas Fairbanks Jr.
Letter from an Unknown Woman (1948) starring Joan Fontaine, Louis Jourdan
Caught (1949) starring Barbara Bel Geddes, James Mason
The Reckless Moment (1949) starring James Mason, Joan Bennett
La Ronde (1950) starring Anton Walbrook, Simone Signoret, Gérard Philipe
Le Plaisir (1952) starring Danielle Darrieux, Jean Gabin
The Earrings of Madame de... (1953) starring Charles Boyer, Danielle Darrieux, Vittorio De Sica
Lola Montès (1955) starring Martine Carol, Peter Ustinov, Anton Walbrook

Fontes: Sérvulo Siqueira, O Globo; Deutsche Welle; DVT PT; James Travers; Toronto International Film Festival Group; Luiz Carlos Merten

Home
Links

Artes Plásticas: A Arte do Brasil Holândes | A Arte do Egito Antigo | Arte Pré-Colombiana | Arte Tibetana | Beatriz Milhazes | Capela Sistina | Caravaggio, Pintor da luz e das trevas da alma | Damien Hirst | Francisco Goya | Frida: A Dor da Vida, A Dor Da Arte | Henri Rosseau | Impression : Soleit Levant | Kandinsky | La persistencia de la memoria | Las Meninas | Luz e Espaço | Manet | Meus Quadros - Leandro Reis | O quadro mais famoso do mundo | O Retrato do Doutor Gachet | Os pastores de Arcadia | Pablo Picasso | Pintura Barroca | Pintura Metafísica | Pinturas de Estradas | Rembrandt | Vieira da Silva | Virgem dos Rochedos, A | William Blake | Henri de Toulouse-Lautrec

Cinema: 1944, O Ano Noir |  A Falta que Nos Move | A Verdade Interna Revelada? | Alain Resnais | Alice no País das Maravilhas | Antonioni | As maiores canções do cinema - 0s 25 melhores filmes de todos os tempos | Bergman | Billy Wilder | Blow Up | Cahiers du Cinema | Cinzas da Guerra | Chinatown | Coincidências do Amor ( The Switch ) | Conversas com Scorsese | Ed Wood, Gênio? | Fellini | Garbo | Grandes atrizes francesas | Grande Musicais | Hachiko | Kiss Me Kate | Kundun | L’Enfer de Clouzo | Liz Taylor: Mito | Max Ophuls | Munich | Neo-Realismo Italiano | No Direction Home - Bob Dylan | O amor de Leon Cakoff | Os magos | Pier Paolo Pasolini | Rediscovering | Shane | Steven Spielberg | Sunset Boulevard | The Gang's All Here | Um estranho no ninho | Untold history of the United States | Awake .

Literatura: Arthur Clarke | Clássicos da Literatura | Dom Quixote | Jose Saramago | Joseph Conrad | Grande Gatsby, O | Grandes Poetas por Will Durant | Literatura Inglesa | Mario, Íntimo e pessoal | Vermelho e o Negros, O | Viagem do Elefante, A | Yeats e Joyce resgatam a identidade da Irlanda | Sobre preciosidades evolutivas | Carlyle e a Revolução

Outras: A Flauta Mágica | Antunes Filho | A Cabra ou Quem é SylviaAs pecas de Oscar Wilde | Bejart | Catedral de Chartres | Contemporaneidade | Daquele Instante em Diante |  Debussy, Schoenberg e Stravinsky | Grandes Arquitetos |  Hair | I´m Not There | Lacroix na ArteMistérios e paradoxos de Chopin, para Freire |  Niemeyer, construindo identidades | Nona Sinfonia | Queremos Miles |  Teatro | The Doors Are Open | Ray Charles Live in France 1961 (2011) | Sonho de uma Noite de Verão | Living in The Material World: George Harrison | Edgard Scandurra Estraçalhante | H.Hancock, Lenda Viva do Jazz | Kung Fu | Pina: Visceras de amor | Lou Reed | Música Sacra | Baden Powell Quartet | Todo Aquele Jazz | Osama Kitajima | Eric Clapton 70 | Jimmy Burns, ícone do blues de Chicago | O Lago dos Cisnes | Don Giovanni | Songs 50´s | Joe Harriott | Kindred Spirits Live