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M
A D R I D
Madrid,
cidade atravessada pelo rio Manzanares, é a capital
da Espanha e está situada no centro da Península
Ibérica, a 660 metros de altitude. A cidade possui
duas ruas principais, a Gran Via e o Paseo de La Castellana.
Tradicional, dinâmica e moderna, possui em torno de
3 milhões de habitantes.

História
Dados
arqueológicos indicam a presença humana na região
da Madrid atual desde o Paleolítico. Jazigos encontrados
nos terraços do rio Manzanares e em locais como Ciempozuelos
remontam ao Neolítico e às Idades do Bronze
e do Ferro.
Uma povoação
foi fundada por um clã de etnia céltica junto
de uma passagem ou arroio do Manzanares, num esplêndido
campo que segundo os autores espanhóis fazia lembrar
o Paraíso bíblico.
Ainda
hoje em marcos paisagísticos próximos a capital
espanhola pode-se contemplar várzeas cultivadas com
cereal, oliveira e videira; espaços onde ainda se conservam
alguns testemunhos da vocação agropecuária
que outrora tiveram estas terras.

Sierra Norte Madrid
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Os celtas
empregavam o termo magos como denominação de
“campo”, tema que foi alargando o seu âmbito
semântico até envolver o sentido de “mercado”.
Magos é o primeiro tema incorporado no topônimo
Madrid, sendo o segundo o nome ritum, com o qual os celtas
designavam os locais de passagem dos cursos fluviais. Magos
e ritum são os temas originais constitutivos do topónimo
Madrid. O Magoritum celta metaplasmou-se na voz mourisca Magerit
que a prosódia árabe fonetizou Madjerit, de
que advieram as formas Madridt e Madrid.
Aos celtas
sucederam os romanos na dominação do Magoritum
castrejo, e deram-lhe então o nome de Osoria, corrompido
Ursaria, por haverem ursos em abundância nestas terras
e, sobretudo, por os habitantes do castro terem se defendido
dos sitiantes “como ferozes ursos guerreiros”.
Na idade
média os visigodos como os romanos, centraram a sua
vida social em Osoria, próxima a Madrid de hoje, que
a tem em sua vizinhança, agora com outra designação:
Alcalá de Henares (declarada património da humanidade
pela UNESCO em 1998).

Sierra Guadarrama ao norte de Madrid
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Após
entrarem na Península Ibérica, em 711, os árabes
não ocuparam as terras inóspitas ao norte da
Sierra de Guadarrama, mas estabeleceram uma fronteira acompanhando
mais ou menos a antiga estrada romana que ligava Mérida,
Toledo e Saragossa. O qasr (palavra incorporada ao espanhol
como Alcázar) – o forte original de Madrid –
foi uma das várias torres de observação
construídas ao norte dessa linha.
O rochedo
acidentado em que foi erigida, onde hoje fica o Palácio
Real, era ideal, já que dali se avistavam os principais
vias ao sul de Guadarrama.
Em torno
de 865, os árabes sob o domínio do califa Muhammad
I, quinto emir de Córdoba e filho de Abderramán
II, construíram um palácio próximo ao
Alcázar na colina sobre a margem esquerda do Rio Manzanares,
e foi quando Madrid tomou a feição de verdadeira
cidade numa sociedade mais pastoril que sedentária.
O seu nome passou a soar nas vozes mouriscas Magerit, com
as suas variantes Madjerit, Mageridum, Magritum, Matritum,
Mayrit, etc.

The Islamic West 7th-15th Centuries AD
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Mayrit,
com uma cidadela exterior, possuía uma muralha oriental
onde hoje é a Calle Factor, e uma torre mais larga,
ou medina, limitada pela Plaza de la Villa e a Calle Segovia.
Um trecho do muro, a Muralla Arabe em Cuesta de la Vega, e
as ruínas próximas ao Palacio Real são
os únicos resquícios da Madrid muçulmana
encontradas na cidade moderna.
Mayrit
foi atacada pelos exércitos cristãos em 932
e 1047, e, em torno de 970, foi usada pelo grande ministro
de Córdoba, Al-Mansur, como base para suas famosas
“cem campanhas contra o norte”. No século
11, sua população era de cerca de 7 mil pessoas,
entre as quais Abul-Qasim Maslama, matemático, astrônomo
e tradutor de literatura grega, com experiências em
magia.
No final
desse século o Califado de Córdoba se desintegrou
em vários pequenos principados chamados taifas, e Mayrit
se tornou parte do Emirado de Toledo. Em 1086, Alfonso VI
de Castela aproveitou-se disso para conquistar Toledo, e,
junto com ela, Madrid. A mesquita principal da cidade foi
transformada na Igreja de Santa María de la Almudena,
que sobreviveria até o século 19. Por muitos
anos, porém, Madrid permaneceria na linha de frente.
Em 1109 ela foi cercada mais uma vez, por um exército
mourisco, que acampou sob o Alcázar, no local que se
tornou conhecido como Campo del Moro. Uma nova muralha foi
construída, cercando a área entre Alcázar
e Plaza Isabel II, Plaza San Miguel e Plaza Humilladero.
A Madrid
cristã era uma cidade essencialmente rural com grandes
construções religiosas, como o Convento de San
Francisco – a Igreja de San Francisco el Grande, supostamente
fundada pelo próprio santo em 1217, e que ainda está
de pé.

Igreja de San Francisco el Grande
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Contudo,
Madrid ainda não era inteiramente cristã. Muitos
muçulmanos, conhecidos como mudéjares, permaneceram
nas áreas reconquistadas, onde mantinham suas leis
e sua religião e eram estimados pelos monarcas castelhanos
por seu talento como construtores – o que pode ser visto
nas torres de San Nicolás de los Servitas e de San
Pedro el Viejo. Em Madrid, eles foram confinados à
área conhecida como Morería. A Madrid medieval
também tinha uma população judaica, concentrada
fora das muralhas, em Lavapiés.
No século
14, a cidade finalmente começou a desempenhar um papel
de destaque nos negócios de Castela. Em 1309, as Cortes
(Parlamento) encontraram-se ali pela primeira vez. A Castela
medieval não tinha uma capital determinada: as Cortes
seguiam o rei ao longo do país e se reuniam em diferentes
locais, sem regularidade alguma. Nos séculos 14 e 15,
Castela foi varrida por uma série de revoltas sociais
e guerras civis entre monarcas, nobres e membros da família
real que rivalizavam pelo trono. Nesse cenário, Madrid
começou a ganhar popularidade como residência
real, mais um local de refúgio do que um centro de
poder.
A instabilidade
política não impediu o substancial crescimento
econômico de Castela no século 15, e Madrid tornou-se,
pela primeira vez, um centro comercial relativamente próspero.
O comércio já não cabia no antigo mercado
da Plaza de la Villa, e, na década de 1460, em uma
área a leste da muralha do século 12, foi construído
um novo mercado, que daria origem à Plaza Mayor. Uma
nova muralha foi erguida, não para defesa, mas para
a cobrança de impostos de quem vivia nas novas partes
da cidade. A entrada leste era um novo portão, a Puerta
del Sol.
Em 11
de maio de 1561, a pequena aristocracia que dirigia a cidade
recebeu uma carta do rei Filipe II alertando que a Casa Real
e suas centenas de freqüentadores em breve viriam. Os
nobres imediatamente acorreram às cidades vizinhas
para comprar comida, usando o dinheiro reservado para a festa
de Corpus Christi. Ninguém se deu conta, porém,
de que as visitas se estabeleceriam em Madrid para sempre.

Isabel de Valois, a terceira esposa do rei
Filipe II de Espanha
oil on canvas, Museo del Prado - Madrid
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Além
disso, na década de 1540, Carlos V introduziu os rituais
do Estado borgonhês na Corte de Castela, até
então relativamente informal. Cada aparição
do monarca seguia um cerimonial, com uma etiqueta que se tornava
cada vez mais elaborada conforme se sucediam as gerações
e os Habsburgo ampliavam a idéia de sua própria
grandeza. O número de servos cresceu rapidamente, tornando
impraticável a Corte itinerante. Madrid – que
durante séculos seria tratada pelos espanhóis
como “La Corte”, e nunca como cidade, o que de
fato ainda não era – seria uma capital criada
pela monarquia, pura expressão do poder real.
A notória
religiosidade real era demonstrada pela doação
de casas para ordens religiosas, como as Descalzas Reales.
Filipe II fundou 17 conventos e monastérios em Madrid;
Filipe III, 14; e Filipe IV, mais 17 – até o
século 19, eles cobririam um terço da cidade.
Uma muralha mais ampla foi construída em 1566, e a
Puente de Segovia, na década de 1580.

Monasterio de las Descalzas Reales
The convent is located right in the heart of Madrid
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O estabelecimento
da Corte e da aristocracia em Madrid – os grandes centros
de consumo e patronato – atraiu pessoas da Espanha e
do exterior. A população saltou de menos de
20 mil em 1561 para 55 mil em 1584 e quase 85 mil em 1600.
As construções, porém, não cresciam
no mesmo ritmo. Um decreto-lei previa que, em qualquer casa
com mais de um andar, o piso superior poderia ser requisitado
pelos membros da Corte; em resposta, as pessoas construíam
casas térreas, e muito da nova Madrid cresceu como
uma massa de prédios baixos e precários.
Uma das
principais características da Espanha durante seu “Século
Dourado” foi intensa fé católica. Mas
também foi a era dourada do pícaro, o sujeito
oportunista que vivia de sua perspicácia, como mostram
muitos romances picarescos da época. Em uma sociedade
que valorizava a aristocracia, o status e o serviço
público ou militar em detrimento das atividades produtivas,
e onde a economia real estava minguando rapidamente, o número
de pícaros naturalmente se multiplicou.
O paraíso
dos pícaros era Madrid, onde ex-soldados, camponeses
sem-terra e vagabundos poderiam encontrar mais facilmente
um ganha-pão, como criados ou guarda-costas ou jogando,
tornando-se cafetões, roubando etc. O grande poeta
e satírico Quevedo escreveu um livro inteiro catalogando
as variedades das classes baixas de Madrid e como elas obtinham
seu sustento.

Lazarillo de Tormes and The Swindler: Two Spanish
Picaresque Novels
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Na cidade,
havia também grandes contingentes de miseráveis,
que viviam da caridade das diversas entidades religiosas.
Essa população inconstante obviamente precisava
de entretenimento. Um era o teatro, foco da extraordinária
vitalidade literária da cidade. Havia também
festas e cerimônias reais, e mesmo os estrangeiros que
reclamavam da lama e do fedor que havia naquela época
se impressionavam com a variedade de luxos que encontravam
em Madrid, de renda italiana a peixe fresco, trazido congelado
da costa basca.
Pompa e Circunstância
Foi depois
de Madrid ter sido definitivamente elevada a capital, na curta
declaração de Filipe III Sólo Madrid
es Corte (Apenas Madrid é a Corte), que algo começou
a ser feito para lhe dar a aparência de cidade grande.
A Plaza Mayor foi concluída em 1619, seguida pelo Ayuntamiento
(prefeitura) e o palácio Buen Retiro. A aristocracia
também começou a construir palácios assim
que foi assegurada de que não teria que se mudar novamente,
e elaboradas igrejas barrocas foram erguidas.
A Plaza
Mayor foi a grande arena da Madrid dos Habsburgo. Com capacidade
para receber um terço da população da
época, era o local de cerimônias públicas,
touradas, execuções, autos da fé (a condenação
de hereges), simulações de batalhas, apresentações
circenses e carnavais, além de funcionar como mercado
de rua.

Auto-da-fe on Plaza Mayor, Madrid - Francisco
Rizi - Historical Painting Art
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A Madrid
dos Habsburgo funcionava como um enorme teatro em que a monarquia
podia se exibir para seus súditos e para o mundo. As
propriedades reais ficavam em ambos os lados, determinando
a forma da cidade e seu peculiar padrão de crescimento
norte-sul. Anualmente, acontecia um cortejo real, com paradas
para cerimônias na Plaza Mayor e para missas especiais
em várias igrejas. Para a ocasião, os prédios
eram enfeitados com guirlandas e arcos temporários,
erguidos ao longo da via com decoração extravagante,
elogiando as virtudes da dinastia.
A opulência
da Corte atraía mais pessoas para a cidade e, por volta
de 1630, Madrid atingiu seu tamanho máximo sob os Habsburgo,
chegando a possivelmente cerca de 170 mil habitantes. Em 1656,
ganhou sua quinta e última muralha, envolvendo a área
hoje chamada de ‘cidade velha’, estabelecendo
os limites que teria nos 200 anos seguintes.
No século
18, os moradores comuns das cidades européias ficaram
muito parecidos entre si, vestindo mais ou menos os mesmos
chapéus de três pontas, calças até
os joelhos e toucas de pano. Mas não em Madrid, onde
o século foi a era dos majos e majas. Um majo vestia
camisa bordada, casaco curto fechado por botões e rede
no cabelo e carregava uma faca. As majas usavam saia até
a panturrilha, com várias anáguas, meias cor
de pérola, corpete bordado e cabelos trançados,
além de uma dramática mantilha de renda. A maioria
deles vivia em Lavapiés, ganhando a vida como cocheiros,
alfaiates, cigarreiros ou mercadores. As majas eram conhecidas
por sua perspicácia, graça e ferocidade verbal.

El Majo de La Guitarra (1780) Goya - Museo
del Prado
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Madrid
dos Bourbon
Filipe
V (1700-46), primeiro rei Bourbon da Espanha, subiu ao trono
em 1714, depois da Guerra de Sucessão Espanhola. Ele
era neto de Luís XIV da França.
O rei
francês trouxe consigo algumas inovações.
Criado em Versalhes, ele e sua segunda esposa, a italiana
Elisabetta Farnese, não se impressionaram com os lúgubres
palácios Habsburgo e construíram sua própria
villa franco-italiana em La Granja. Eles não lamentaram
quando um incêndio destruiu totalmente o Alcázar,
em 1734, e um novo Palácio Real foi encomendado a arquitetos
italianos. Filipe V e seu administrador de Madrid, o Marquês
de Vadillo, encomendaram também muitos prédios
a um arquiteto local, Pedro de Ribera.

The throne room. The decor for this room dates
to Charles III
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Um dos
sucessores de Felipe, Carlos III. mais que qualquer de seus
antecessores, decidiu melhorar a cidade, tornando-se conhecido
como o rei-alcalde (‘rei-prefeito’) de Madrid.
decidiu acabar com a lama do inverno, a poeira sufocante do
verão e o mau cheiro constante. Um decreto de 1761
proibiu o despejo de esgoto nas ruas, e o engenheiro-arquiteto
de Carlos, Francesco Sabatini, começou a construir
uma rede de esgotos e iluminação pública.
Vários prédios foram construídos, entre
os quais a Casa de Correos em Puerta del Sol e a Puerta de
Alcalá.
O maior
projeto do rei foi o Paseo del Prado. Ele mandou expedições
científicas a todos os cantos de seu Império
e planejava reunir todas as variedades de frutas em um Museu
de Ciência Natural – hoje, o Museo del Prado –
e em seu Jardim Botânico anexo.
Meio século
depois do rei alcaide, após um período de muitas
disputas internas, guerras, caos político e social,
Napoleão nomeou seu irmão, José Bonaparte,
rei da Espanha. Em Madrid, ele tentou implementar melhorias,
entre elas algumas praças como a Plaza de Oriente e
a Plaza Santa Ana. Porém, isso não diminuiu
a animosidade em torno dele. Em 1812, o Duque de Wellington
e seu exército chegaram para tomar a cidade, em uma
batalha que destruiu boa parte do palácio do Retiro.

Francisco de Goya, El Tres de Mayo, 1814 (Museu
do Prado, Madrid)
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O impacto
desse levante contra os franceses iniciou um período
de instabilidade que persistiu até 1874 – na
verdade, pode-se dizer que a instabilidade só terminou
de fato com a morte de Franco, em 1975. A Espanha se fechou
sobre seus problemas internos, com conflitos entre conservadores,
reformistas, revolucionários e outras facções.
Nos anos seguintes, a política espanhola foi uma gangorra,
já que facções conservadoras e liberais
disputavam o poder, com os carlistas ocasionalmente ameaçando
os portões. Madrid era o grande centro para os aspirantes
a políticos, e os problemas da Espanha eram discutidos
interminavelmente em seus salões e novos cafés,
que se multiplicaram muito nessa fase.
Essa instabilidade
política não significava que a vida em Madrid
era caótica. Visitantes no início dos anos 1830
encontravam um lugar pacato, que parecia parado no tempo.
Conventos e palácios ainda ocupavam cerca de metade
da cidade. Foi nessa época que a Espanha adquiriu sua
aura romântica. Um número cada vez maior de estrangeiros
visitava o país, atraídos por suas características
atemporais e exóticas. Um deles foi o escritor francês
Prosper Mérimée, que, em 1845, escreveu seu
romance Carmen, depois musicado por Bizet.
A década
de 1830, porém, presenciou a principal mudança
do século em Madrid. Em 1836, o ministro liberal Mendizábal
introduziu sua lei de Desamortización, que dissolveu
a maioria dos monastérios da Espanha. Em Madrid, a
igreja perdeu mais de mil propriedades. A maioria foi demolida
rapidamente e uma área enorme ficou disponível
para venda e novas construções
Alguns
reformadores urbanos viram nisso uma oportunidade para construir
largas avenidas. Dos projetos, o mais importante foi a reconstrução
da Puerta del Sol, de 1854 a 1862. Porém, a maioria
dos beneficiados pela Desamortización não tinha
capital para desenvolver grandes projetos, os bairros da velha
Madrid ganharam a aparência que tem até hoje,
com um grande número de blocos residenciais.

Puerta del Sol (1860). Al fondo, la fachada
del Hotel París,
con sus puertas de acceso al Café de la Montaña.
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Em 1851,
Madrid ganhou sua primeira ferrovia, em direção
a Aranjuez e com um trecho que margeava a costa do Mediterrâneo.
As ferrovias transformariam as relações de Madrid
com o resto do país. Igualmente importante foi a conclusão
do Canal de Isabel II, que trazia água de Guadarrama,
em 1858. O abastecimento de água na capital, ainda
parcialmente dependente dos canais mouros, era inadequado
havia anos. O canal, inaugurado com um grande esguicho de
água na Calle San Bernardo, removeu um dos obstáculos
ao crescimento da cidade.

Panorámica de Madrid desde la Pradera
de San Isidro (1875)
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A população
de Madrid era então de mais de 300 mil pessoas. A cidade
aos poucos foi saindo de suas muralhas e, em 1860, foi aprovado
um plano de Carlos María de Castro para a extensão
de Madrid, segundo um padrão ordenado para o norte
e o leste.
No final da década de 1870, a riqueza de Madrid criou
um boom imobiliário. A população finalmente
parou de relutar em deixar a cidade velha, e o bairro de Salamanca
se tornou o novo centro da moda. A maioria dos novos prédios
de apartamentos não tinha elevadores, que só
chegaram a Madrid em 1874. Nas primeiras construções,
os andares superiores eram mais baratos, de modo que ricos
e pobres muitas vezes continuavam a viver lado a lado. Com
os elevadores, porém, um andar superior passou a ser
tão desejável quanto o primeiro, pondo fim a
essa convivência de classes.

Calle de Toledo (1890)
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O governo
e as instituições oficiais também começaram
novas construções. O Banco de España,
a Bolsa e a maior parte das estações de trem
são criações da década de 1880.
Na época, a classe média de Madrid cresceu muito
e a cidade atraía também intelectuais de todo
o país.
Ao mesmo
tempo, Madrid recebia um fluxo de migrantes pobres da Espanha
rural, com mais de 200 mil chegadas entre 1874 e 1900.
Cidade sem Limites
A repentina
expansão econômica deveu-se a três fatores
principais. Um, ironicamente, foi a perda das colônias,
que fez com que grandes quantidades de capital retornassem
ao país. Mais importante foi a Primeira Guerra Mundial,
que trouxe oportunidades inauditas para a neutra Espanha no
fornecimento de bens aos Aliados. Depois, em meio ao crescimento
mundial dos anos 1920, a Espanha se beneficiou largamente
de investimentos estrangeiros.

Construction of Telefónica’s
building on Gran Vía, Madrid (1926-1929)
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Outra
inovação fundamental foi a eletricidade. Os
bondes da cidade foram eletrificados em 1898, e a primeira
linha de metrô, entre Sol e Cuatro Caminos, inaugurada
em 1919.
A segunda
República Espanhola nasceu em meio a muito otimismo,
reunindo esperanças frustradas durante décadas.
Entre os muitos projetos do primeiro governo, uma coalizão
republicana-socialista, havia um plano para Madrid, chamado
Gran Madrid, que pretendia integrar as novas e vastas áreas
em torno da cidade.

Paseo Castellana
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Uma parte
importante do projeto foi a extensão da Castellana,
então bloqueada por uma pista de corridas sobre a Calle
Joaquín Costa. A pista foi demolida e a Castellana
pôde serpentear em direção ao norte, formando
um dos traços mais característicos da cidade
moderna.
O último
trecho da Gran Vía, de Callao à Plaza de España,
também foi concluído durante a República,
abrigando a melhor arquitetura art déco de Madrid.

António Ordoñez, el matador
de Ronda
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Alguns
anos depois os partidos de esquerda foram vítimas de
uma onda de repressão, o que radicalizou ainda mais
seus apoiadores.
Um governo
republicano liberal assumiu o poder, presidido por Manuel
Azaña. No entanto, o nível de polarização
e de ódio no país estava fugindo do controle.
A inclinação para o extremismo era alimentada
pelo espírito da época, quando o Nazismo, o
Fascismo italiano e o Comunismo soviético apareciam
como os mais dinâmicos modelos internacionais. Políticos
de direita apelavam abertamente ao Exército para que
salvasse o país.
Em 18
de julho de 1936, alguns generais iniciaram levantes em toda
a Espanha, enquanto aeronaves alemãs e italianas transportavam
o Exército colonial de Franco do Marrocos para a Andaluzia.
Em Madrid, as tropas não conseguiram tomar a cidade
e se entrincheiraram no quartel de Montaña, onde hoje
se localiza o Parque del Oeste.
Madrid
passou por uma revolução. Entre os militantes
de esquerda, o clima era de êxtase: fábricas,
escolas, o sistema de transportes e outros serviços
públicos foram tomados, e, apesar de o governo não
ter sido derrubado, tinha pouco poder de fato. Milícias
locais e patrulhas eram o único poder nas ruas, e,
em meio à paranóia e ao ódio que eram
o outro lado da excitação revolucionária,
execuções sumárias de supostos direitistas
eram comuns.
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05
Oct 1936, Madrid, Spain --- Spain forms a Lenin battalion...The
Communist salute is given by these members of the
newly-formed Lenin battalion in Lenin barrack square
here. The battalion was formed by volunteers from
villages near Madrid, and its members were sent to
the front to fight the advance of the rebel armies.
--- Image by © Bettmann/C ORBIS
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Em 9 de
novembro, os primeiros voluntários estrangeiros, as
Brigadas Internacionais, chegaram, levantando o moral. Madrid
se tornou a linha de frente da democracia internacional. Depois
de lutar ferozmente, Franco avançou para Madrid, no
final 1936.
A cidade era regularmente bombardeada pela artilharia, que
tomou seu lugar na Gran Vía, a ‘avenida dos morteiros’.
As pessoas
se adaptaram à situação. Elas podiam
ir à guerra de bonde e combatentes almoçavam
ao longo da Gran Vía. Os direitistas quase não
atacavam depois dos primeiros meses. O cerco, porém,
enfraqueceu o espírito de novembro de 1936. A carestia
foi intensa; o rigoroso inverno de 1937-8 foi particularmente
terrível, quando portas e móveis tiveram de
ser queimados como combustível.
Franco
sobressaiu e Madrid saiu da guerra civil física e psicologicamente
esgotada. Em toda a cidade, centenas de prédios estavam
em ruínas.
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06
Apr 1939, Madrid, Spain --- Madrid: Cheers For Franco's
Forces. Young and old alike give the Nationalis?t
salute to this tank crew of General Franco's forces
when they arrived in Madrid after the white flag of
surrender had been raised by the loyalist. Image by
© Bettmann/C.O
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|
Madrid
dos anos 1940 era a sombria antítese da cidade expansiva
e animada de dez anos antes. Muitos madrilenos perderam alguém
próximo para as bombas, balas, fuzilamentos ou campos
de prisioneiros. Em vez de arte e literatura, o mercado negro
dominou a conversa nos cafés, e as personalidades dos
anos anteriores estavam, em sua maioria, no exílio.
A economia
estava em estado desesperador e a Espanha entrou em um período
de extrema miséria, os años del hambre (‘anos
da fome’); muitos se lembram de não ter comido
adequadamente durante dez anos a partir de 1936. A pobreza
também levou ao fenômeno que mais tarde daria
a cara da Madrid pós-guerra: migração
massiva das províncias rurais espanholas.
O plano
de estabilização nacional, de 1959, renasceu
Madrid para o turismo e Madrid triplicou de tamanho com o
novo crescimento de sua notoriedade.
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Real
Madrid CF 2-0 ACF Fiorentina. An Alfredo di Stéfano
penalty and a goal from Francisco 'Paco' Gento saw
Real Madrid CF pick up the European Champion Clubs'
Cup for a second time, this time from General Franco
at their own Santiago Bernabéu Stadium.
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|
De um
de pouco mais de meio milhão de habitantes na virada
do século, e 950 mil em 1930, a cidade passou à
marca dos 2 milhões em 1970.
O final
dos anos 1970 e o início dos 1980 viram a chegada da
democracia e da liberdade de expressão, o abrandamento
da legislação antidrogas e a quebra de tabus
sexuais. Impulsos de criatividade longamente reprimidos vieram
à tona. A Madrid compulsoriamente estagnada dos anos
anteriores deu lugar a uma cidade viva e pulsante: uma explosão
de arte, contracultura e vida noturna, criatividade e frivolidade,
conhecida como Movida.
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After
Franco’s death Spain experiences a rebirth and
an explosion of libertine culture. Punk influenced
bands such as Nacha Pop, Radio Futura and Kaka de
Luxe rocked all night bars whilst director Pedro Almodovar
captured the zeitgeist on screen. This period was
known as ‘La Movida Madrileña’
and Madrid was the centre of it all.
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Os socialistas
aproveitaram o controle da prefeitura de Madrid – comandada
por Tierno Galván – para renovar a infra-estrutura
da cidade, com reformas em parques e praças. O prefeito
também deu apoio inédito a causas progressistas
e às artes, lançando vários festivais.
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Rolling
Stones in Madrid 2007
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Turismo
Madrid
tem uma vasta seleção de museus, parques, monumentos
e prédios históricos, atrações
culturais e belezas naturais. É o lugar para conhecer
a "Guernica" de Picasso, para passear por suas praças
e avenidas largas, para parar num café e pedir churros
y chocolate. Ponto de convergência de diferentes culturas,
a cidade tem todas as características de uma grande
metrópole, regada com o charme latino de um povo que
faz siesta durante o dia e onde a vida noturna vai da meia-noite
ao meio-dia.
A
cidade é cheia de bequinhos e ruelas onde restaurantes
e botecos conservam suas fachadas pintadas com imagens e personagens
da época das Grandes Navegações. Artistas
de rua estão por todos os lados, inundando a cidade
de música, performance, imagens e cores.
Madrid
foi em 2010 a quarta cidade européia mais visitada,
e a primeira na Espanha; recebendo sete milhões de
turistas.
Dinâmica,
moderna, percorrer as ruas da capital castellana é
descobrir uma arquitetura notável, com prédios
e monumentos imponentes espalhados por todo lado. Os elegantes
madrilenhos são muito orgulhosos de sua antiga cidade.
A
diversidade de comércio de vários tipos se mistura
ao longo das ruas mais disputadas por turistas e moradores.

Mapa Madrid
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Mapa Madrid
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Mapa Metro Madrid
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Casa
de Campo
A
Casa de Campo é o maior parque público do município
de Madrid. Está situado na vertente mais ocidental
da cidade, no bairro de Casa de Campo (distrito de Moncloa-Aravaca).
A sul está o distrito de Latina e a oeste está
o município de Pozuelo de Alarcón. O parque
tem uma áre a de 17,22 km² e é contíguo
ao parque está o Monte del Pardo.
A
Casa de Campo era uma propriedade da Coroa Espanhola, formada
a partir do Palácio dos Vargas, servindo de couto de
caça da realeza. Após a proclamação
da Segunda República, o parque foi cedido pelo Estado
à cidade e aos seus habitantes, ficando desta forma
aberto ao público.

Casa de Campo Madrid
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Palacio
Real desde el Campo del Moro
De
inspiração neoclássica , o edifício
do palácio é uma das mais majestosas edificações
da cidade e situa-se sobre as ruínas daquilo que foi
o Alcazár de Madri(ponto inicial da cidade), destruído
por um incêndio em 1734. Construído para impressionar,
no alto de uma colina sobre o Rio Manzanares, inaugurado em
1764, sob o reinado de Carlos III (1759 a 1788), o palácio
foi desenhado por um arquiteto italiano.O Palácio Real
de Madrid é o maior de toda a Europa Ocidental, ocupando
uma extensão de 135 000 m². O Rei Juan Carlos
mora no Palácio de Zarzuela, mais modesto, nos arredores
da cidade. O palácio real é usado hoje em cerimônias
oficiais.
Nas
diferentes salas encontram-se diferentes estilos decorativos
– do austero neoclássico ao exuberante rococó
- e obras de arte de Velázquez, El Greco, Goya, Rubens
e Tiepolo. A coleção de tapetes é a mais
importante da Europa.
Perto
do Rio Manzanares e junto ao Palácio Real, estão
os jardins do Campo del Moro. Nesta região onde está
o jardim esteve situado um acampamento mouro que pretendia
conquistar a cidade no século XII, daí o seu
nome

Madrid. Palacio Real desde el Campo del Moro
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A
Catedral de La Almudena
A
Catedral Almudena é um complemento ao Palácio
Real. Tem 102 metros de comprimento e 73 de altura; a sua
arquitetura é uma mistura de vários estilos:
neoclássico no exterior, neogótico no interior
e neorromânico na cripta. Levou 110 anos para ser construida.
É feita em pedra de Novelda (Alicante) e granito proviniente
de Colmenar Viejo (Madrid).

Catedral de la Almudena
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Catedral de la Almudena
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Templo
de Debod
Pequeno
templo egípcio construído entre os séculos
II ou III A.C. Havendo a necessidade da construção
de uma represa em Aswan, foram desmontados todos os templos
que existiam na região. Após muitos translados,
o governo egípcio resolveu em 1968 presentear os espanhóis
com o templo de Debod, em reconhecimento a ajuda que tiveram
de muitos de seus engenheiros que trabalharam no projeto da
represa.
Na
época do seu esplendor máximo, para além
da capela principal (dedicada à deusa Isis), possuía
duas muralhas que o circundavam das quais apenas restam os
pilares das portas. Actualmente converteu-se num dos símbolos
da capital espanhola e num lugar mágico para ver o
pôr-do-sol.

Templo de Debod
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Basílica
de San Francisco el Grande
É
uma das principais Igrejas de Madrid, teve sua obra iniciada
no séc. XIII com o convento de São Francisco
de Assis. É considerada uma das construções
mais antigas da cidade. Sua cúpula possui 33m de diâmetro.

Basílica de San Francisco el Grande
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La
Plaza de Oriente
A
La Plaza de Oriente está situada no centro histórico
ao lado do Palácio Real. Se trata de uma praça
retangular de cabeceira curvada, de carater monumental, cujo
trabalho definitivo responde a um desenho de 1844 de Nasciso
Pascual y Colomer, autor de vários projetos anteriores.
Seu principal impulsionador foi o rei Jose I que ordenou a
demolição das casas medievais situadas próximas
ao seu palácio.
A
praça possui diferente jardins histórico-artísticos
e uma coleção de esculturas na qual se destaca
a efígie de Felipe IV, obra do séc. XVII de
Pietro Tacca.

La Plaza de Oriente
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Teatro
Real
Após
trinta e dois anos de planejamento e construção,
uma Ordem Real decretou, em 7 de Maio de 1850, a construção
imediata do Teatro do Oriente, e a construção
foi completa cinco meses depois. A casa, localizada em frente
ao Palácio Real, a casa oficial da Realeza, foi finalmente
inaugurado em 19 de Novembro de 1850, com a performance de
La Favorite, de Gaetano Donizetti. Em 1863, Giuseppe Verdi
visitou o teatro, com a première espanhola de La Forza
del Destino. Em 1925, os Balés Russos de Sergei Diaghilev
apresentaram-se no teatro, com a presença de Vaslav
Nijinsky e Igor Stravinsky .

Teatro Real
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Modern décor, Madrid
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La
Puerta del Sol
A
Puerta del Sol foi no séc. XV um dos acessos antigos
a vila medieval de Madrid. Contemplada pelo sol é um
lugar de reunião típico e um dos centros históricos
da cidade, e mesmo do país, já que efetivamente
está ali o "Km 0" das estradas nacionais.
Ali também são realizadas as grandes celebrações
de Ano Novo.

La Puerta del Sol
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City skyline looking southwest over the Banco
Espanha
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Gran
Via
Gran
Vía é uma das principais ruas da cidade. Começa
na calle de Alcalá e termina na Plaza de España.
É uma importante área comercial, turística
e de lazer, com os seus muitos cinemas, alguns foram fechados
para darem lugar a teatros para musicais, motivo pelo qual
a Gran Vía, no espaço compreendido entre a Plaza
del Callao e a Plaza de España, é conhecido
como a "Broadway madrilena".

Gran Via, Madrid
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Gran Via, Madrid
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La
Plaza Mayor
A
Plaza Mayor ("Praça Maior") situa-se no centro
da cidade de Madrid a poucos metros da Porta do Sol e da Plaza
de la Villa.
É
uma praça retangular, rodeada de todos os lados de
edifícios de três pisos. Tem 129 metros de comprimento
e 94 de largura. Existem ao todo 237 varandas ao longo de
toda a praça. O pórtico mais conhecido é
o Arco de Cuchilleros, na esquina sudoeste da praça.
Ao centro, no lado norte, ergue-sea Casa de la Panadería
e á sua frente, no lado sul, a 'Casa de la Carnicería.
Debaixo dos pórticos, nas suas arcadas, estão
estabelecidas lojas tradicionais, constituindo um dos pontos
turísticos de maior relevo na capital.
A origens
da praça remontam ao século XV, quando na confluência
dos caminhos que ligavam Toledo a Atocha, fora da cidade medieval,
estava a Plaza del Arrabal, o mercado principal da vila, tendo
sido construída um primeiro edifício portificado
para regular o comércio da zona.
Em 1580,
depois de ter transferido as cortes para Madrid em 1561, Filipe
II encarregou Juan de Herrera de remodelar a praça.

The Plaza Mayor
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The Plaza Mayor
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La
Plaza de Cibeles
A
praça de Cibeles (Plaza de Cibeles) é um dos
mais famosos locais de Madrid, em parte pela beleza escultórica
da Fonte de Cibeles que decora a praça e em parte pela
animação das multidões que a invadem
sempre que o Real Madrid obtém mais um triunfo futebolístico.
A
Fonte de Cibeles, de 1782, com três tanques sobrepostos,
é coroada por uma escultura representando a deusa Cibele,
mãe da vida e da fertilidade, no seu carro puxado por
dois leões. Além de se encontrar no cruzamento
de algumas das mais importantes vias madrilenas, possui edifícios
de grande interesse, como o Palácio das Comunicações.

Laz Plaza de Cibeles
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Laz Plaza de Cibeles
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Paseo
de la Castellana
O
Paseo de la Castellana, também chamado de Castellana,
é uma das principais e mais largas avenidas de Madrid.
Tem atualmente seis faixas de rodagem centrais e mais quatro
laterais. Percorre a cidade desde a Plaza de Colón,
e segue para norte até à Plaza de Castilla.
No extremo sul liga-se ao Paseo de Recoletos, que por sua
vez se une ao a junto ao Paseo del Prado (estes dos últimos
são muitas vezes incluídos no Paseo de la Castellana,
dizendo-se desta forma que a Castellana); estas três
vias formam um eixo importante que percorre a cidade de norte
a sul. É também ao longo do Paseo de la Castellana
que se erguem os muitos edifícios do complexo financeiro
de AZCA, o mais importante da cidade, e também, o recente
complexo das Torres Business Area.

Paseo de la Castellana, Madrid
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Museu
do Prado
O
Museu do Prado é o mais importante museu da Espanha
e um dos mais importantes do Mundo. Seu acervo possui inúmeras
e valiosíssimas coleções, entre elas,
a de pintura e escultura.
A
coleção de pintura é bastante completa
e complexa, com obras-primas de pintura espanhola, francesa,
flamenga, alemã e italiana.
Bela
e interessante, a coleção de pintura francesa
deriva das relações hispano-francesas no século
XVII e das aquisições de alguns reis e nobres
espanhóis, como Filipe IV e Filipe V. Esta reúne
obras de pintores como Nicolas Poussin e Claude Lorrain, bem
como de Van Loo e de Antoine Watteau.

Vista aérea del Museo del Prado. EFE/Archivo
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A
coleção de pintura espanhola é a mais
importante do museu. Obedecendo a um critério cronológico,
o Prado expõe desde os murais românicos do século
XII à produção de Francisco Goya. Esta
coleção alberga obras dos maiores pintores espanhóis,
como José de Ribera, José de Madrazo y Agudo,
Esteban Murillo, Velázquez e Goya.
( Arte: Goya )
O
fato de os Países Baixos terem integrado o grande império
espanhol, durante o chamado "El siglo de oro", explica
a riqueza da coleção da escola flamenga. A coleção
possui quadros de Hieronymus Bosch, Dirck Bouts e Hans Memling,
tal como de Rubens, Adriaan Isenbrant, Rembrandt, Anthony
van Dyck e Brueghel.
Reduzida
em número, mas de grande qualidade, a coleção
de pintura alemã inclui obras do século XVI
ao século XVIII, dedicando diversas salas as pinturas
capitais de Albrecht Dürer, Lucas Cranach, Hans Baldung
e Anton Raphael Mengs.
Com
dezesseis salas dedicadas à sua exposição,
a seção de pintura italiana possui obras desde
a Baixa Renascença até ao século XVIII,
reunindo pinturas de mestres como Fra Angelico, Melozzo da
Forlì, Andrea Mantegna, Botticelli, Tiepolo e Giaquinto.
Para além destes, pode-se observar excelsas obras de
Ticiano, Tintoretto, Veronèse, Bassano, Caravaggio
e Gentileschi.

Museo del Prado
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Parque
del Retiro
O
Retiro é o parque mais famoso de Madri e está
instalado na cidade desde 1630. Com uma extensão de
118 hectares, conta com 11 zonas de jogos infantis, fontes
e estátuas. Além disso, pode-se praticar diversas
atividades, como dar passeios de barco pelo Estanque Grande
(Lago Grande), ouvir músicos, cantores e compositores,
ver apresentações de mímica, consultar
cartomantes, levar as crianças para ver espetáculos
dirigidos ao público infantil, ou simplesmente sentar,
deitar e relaxar.

Parque del Retiro
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Projetado
no séc. XVII para estar localizado sobre umas terras
que eram destinadas à lavoura, o parque foi fundado
para uso exclusivo da monarquia. A partir de 1869, o parque
foi aberto ao público em geral e atualmente é
um dos mais freqüentados de Madri, contando com diversos
monumentos entre as suas atrações.

Monument to King Alfonso XII in Parque del
Buen Retiro.
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Sunday crowds in Parque del Buen Retiro.
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O
bairro Lavapés
O bairro,
localizado sobre a ladeira de inclinação acentuada
e desenvolvido em sua origem como arrabalde extramuros, ocupa
na atualidade uma zona central da cidade, formando parte do
Casco Antigo madrilenho.

Festival street decorations, Lavapies district.
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As ruas
que compõem a área mantém praticamente
inalterado seu traçado original. A estreiteza das calçadas
e passeios, seu acidentado perfil topográfico com inclinadas
ladeiras e a conservação até nossos dias
de uma forma característica de construir, imprimem
a Lavapés um forte caráter, que se vê
complementado pela presença de um certo número
de edifícios e espaços singulares: os Jardins
do Cassino da Rainha, a Praça Agustín de Lara
e de Corrala (reabilitada pelos arquitetos José Ignacio
Linazasoro e José María García del Monte),
a Praça de Lavapés, o Parque de Cabestreros,
a Glorieta de Embaixadores, a Praça do Campinho da
Manuela e a Igreja de São Caetano.

Madrid - Lavapies
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Malasaña
Malasaña
é um bairro no centro de Madrid, na plaza Dos de Mayo,
e é conhecido por ser alternativo, cool e cheio de
"undergroud people".

El barrio de Malasaña, testigo de la
movida madrileña

Street in Malasaña, Madrid
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O Via Láctea fica na CalleVelarde, 18,
no bairro Malasaña
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Cuatro
Torres Business Area
Cuatro
Torres Business Area (conhecida como CTBA), é um complexo
financeiro, localizada ao longo do Paseo de la Castellana.
Neste local estão os mais altos arranha-céus
da cidade e do país (Torre Espacio, Torre de Cristal,
Torre Sacyr Vallehermoso e a Torre Caja Madrid), concluídos
em 2008.

Towers Madrid
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AZCA
AZCA,
acrónimo de Asociación Mixta de Compensación
de la Manzana de la Zona Comercial de la Avenida del Generalísimo,
é a grande zona comercial (financeira).
Situa-se
na baixa madrilenha, entre as ruas de Raimundo Fernández
Villaverde, Orense, General Perón e o Paseo de la Castellana.
Estava originalmente inserido no "Plano Geral de Ordenação
Urbana de Madrid", aprovado em 1946, cujo objetivo era
criar e desenvolver uma zona de edifícios de escritórios
modernos com ligações ao metro e ao comboio.
Atualmente, esse local acolhe os mais altos arranha-céus.

AZCA
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Night
Madrid
Madrid
é uma das cidades mais badaladas da Europa, uma cidade
que nunca dorme, ou, como diriam os espanhóis, que
tem “mucha marcha”. Muitas luzes e efeitos especiais
animam a noite, que só costuma começar por volta
da uma da manhã. As boates de Madrid estão entre
as melhores do mundo e, suas festas, entre as mais famosas
produzidas da Europa.

Joy Eslava
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Kapital nightclub, Madrid
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Reina Bruja : Nightclub interior design
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Reina Bruja : Nightclub interior design
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The Penthouse is a rooftop bar in Madrid with
a terrace
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Ambiance flamenco et guitares
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Madrid.
Um estilo de vida / Negocios que son un placer
Em 2011
uma campanha promocional destaca a renovação
da calle Serrano e o projeto Madrid Rio, que foi aberto ao
público no dia 15 de abril. O eixo Prado-Recoletos,
é o cenário da nova imagem da cidade espanhola.
“Madrid.
Um estilo de vida” e “Madrid. Negocios que son
un placer” são os lemas da campanha que custou
3.338.000 euros, financiados em cooperação com
os Fundo Feder.
Financiamento
que levou em conta ser o Turismo responsável por 8,7%
do PIB da cidade e gerar em torno de 200 mil empregos diretos
e indiretos. Os melhores resultados na história da
cidade com o Turismo apontam: desde 2003 o número de
visitantes aumentou em mais de 50%. O que fez com que os serviços
de informação turística, que antes ocupavam
apenas 40 metros quadrados, hoje são uma rede em 10
centros diferentes.
A campanha
promocional destaca a capital espanhola como Destino de Compras,
já que a cidade tem a maior oferta comercial da Espanha
e é destino que oferece excelente relação
qualidade-preço, em comparação com outras
cidades européias. A renovação de 32
eixos comerciais; a transformação em zona de
pedestres importantes ruas entre Fuencarral e Ópera;a
recém remodelada calle Serrano, das grandes grifes
e das centenárias lojas tradicionais, tudo concorre
para que o glamour se instale em modernos hotéis ou
hotéis renovados, restaurantes que são templos
da gastronomia espanhola e internacional,galerias de arte,
centros culturais e museus.

Brand New Serrano!!! 25 September 2010
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O projeto
Madrid Rio simboliza bem a capacidade da cidade de se transformar.
A partir do dia 15 de abril o público poderá
conhecer suas pontes, seus jardins e o maior centro de criatividade,
o Matadero. Com passarelas em “Y” e passarelas
duplas, decoradas por Daniel Canogar , a ponte Dominique Perrault,
e a praia urbana de Arganzuela o projeto será a grande
atração da nova Madri. O que antes era apenas
mato e região sem acesso, nas margens do rio, agora
é o cartão de visitas da capital espanhola.

Informações
e Serviços
Idioma
- Espanhol (español, espanhol; Spanish, inglês).
Fala-se o espanhol castilho 74%, catalão 17%,
galego 7% e basco 2%
Fuso
horário - 4 horas a mais em relação
a Brasília.
DDI
- 0034
Telefone
de emergência - Polícia 091
Site
do país - www.spain.info
Site
da cidade - www.esmadrid.org
Embaixada
brasileira - Calle Fernando el Santo 6, Madri. Fone
(91) 700.4650, www.brasil.es, adm@embajadadebrasil.es.
Consulado
geral - Calle de Zurbano, 71 - Madri, consuladobrasil.es,
consular@consuladobrasil.es.
Banco
do Brasil - Calle José Ortega y Gasset 29 -
1ª Planta, Madri. Fone (91) 423.2500, madri@bb.com.br.
Informações
turísticas - A principal Oficina de Turismo
fica na calle del Duque de Medinaceli 2. Abre de seg/sáb
9h-19h e aos domingos 9h-15h. Fornece material sobre
a Província Autônoma de Madri, incluindo
as cidades mais importantes ao redor da capital, com
horários de trens e ônibus, e também
sobre a região de Castilla y León e
outros locais mais turísticos da Espanha. A
Oficina Municipal de Turismo de Madri é outro
posto, pequeno e sempre lotado, na Plaza Mayor 27,
aberto de seg/sáb 10h-20h (verão até
21h), domingos até 15h. Oferece folhetos e
revistas gratuitas - "En Madri" e "Whats
On" - com exposições, teatro, shows,
flamenco e a programação completa da
capital espanhola. Há outras oficinas no aeroporto
de Barajas, na estação de trem de Chamartín
e de Atocha, todas funcionando de seg/sáb 9h-19h
e aos domingos 9h-15h, e no Mercado Puerta de Toledo,
c/ Ronda de Toledo 1, metrô Puerta de Toledo,
de seg/sáb 10h-21h, domingos até 14h30.
Uma boa referência da vida cultural é
o Guía del Ócio (?1), no estilo dos
anteriores, mas ainda mais completo.
À
venda nas oficinas de turismo, o Madrid Card é
um passe que concede entrada gratuita em 40 atrações
(incluindo os grandes museus e palácios), uso
ilimitado de transporte urbano e do ônibus turístico
Madrid Vision e descontos em restaurantes, lojas,
boates e espetáculos. Custa € 36/1 dia;
€ 46/2 dias ou € 56/3 dias, ou um pouco
menos se comprado pela Internet (www.madridcard.com).
Bem utilizado, aproveitando muitos de seus benefícios,
pode ser vantajoso.
Horários
- É difícil acreditar, mas a siesta
é real - de fato os espanhóis dão
uma boa parada para dormir à tarde. Em geral
trabalham de seg/sex, das 8h30 às 13h30 e das
17h às 20h. Muitos museus também fecham
entre 13h-14h; funcionam nos finais de semana, mas
não às segundas. Os bancos abrem das
8h30/9h às 14h/14h30, e nos sábados
até 13h/13h30.
Moeda
- O euro substituiu a peseta espanhola.
Valor
de troca - € 1 = R$2,60 = US$1,25.
Câmbio
- Bancos e casas de câmbio podem apresentar
cotações e comissões variáveis,
de zero a 3%. Vale fazer uma rápida pesquisa.
No geral, o banco Santander costuma oferecer uma das
melhores cotações.
Gorjetas
- Não é obrigatório, mas, considerando
que o serviço tenha sido satisfatório,
os garçons espanhóis vão apreciar
se você deixar algum troco.
Feriados
- Poucos países têm tantos feriados quanto
a Espanha. Cada cidade tem cerca de dez dias de Fiestas
ou Férias, dedicados a seus respectivos padroeiros.
Nesse caso, espere encontrar quase tudo fechado ou
funcionando em horários ainda mais malucos.
Considere também hotéis mais caros.
A Semana Santa, entre o Domingo de Ramos e o Domingo
de Páscoa, é a época menos aconselhável
para viajar pelo país, com hotéis mais
que dobrando seus preços. Estes são
alguns dos feriados mais importantes: Ano-Novo; 6/jan
(Dia dos Reis Magos - mais importante que o Natal);
Páscoa; 15/ago (Festa da Assunção);
12/out (Dia Nacional ou Dia de Santiago); 1/nov; 8/dez
(Festa da Imaculada Conceição); Natal.
Telefone
- Telefones públicos (teléfono público
ou locutorio) funcionam tanto com moedas quanto com
cartões (tarjetas telefônicas ou teletarjeta)
e alguns até com cartão de crédito.
As tarjetas são vendidas nos correios (correos)
e bancas (estancos) por € 6 e € 12. Vale
se informar também sobre os preços dos
locutórios, casas para chamadas locais e internacionais
que cobram o minuto da ligação. Ligações
a cobrar para o Brasil, disque 1005, ou via operadora
brasileira ligue 900.990.055. Os números de
telefone espanhóis são de 9 dígitos,
devendo contar sempre com o código de acesso
local, independente de onde você esteja e para
onde estiver ligando.
|

Fontes: http://www.turismoMadrid.es/pt/historiahttp://lusophia.wordpress.com/2010/06/30/Madrid-entre-o-;
http://www.bemparana.com.br/index.php?n=177297&t=nova-campanha-turistica-para-madri
Bettmann/C ORBIS; http://picasaweb.google.com/chulapo2/MadridAntiguo#
http://www.revistaturismo.com.br/dicasdeviagem/madrid.htm
http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/madri_index.jhtm
hieratico-e-o-herege-por-vitor-manuel-adriao/;
http://www.guiatimeout.estadao.com.br/ Madrid
http://www.minube.pt/sitio-preferido/templo-de-debod-a105
http://www.panoramio.com/photo/17491926; Dydynski, Krzysztof
http://cociditomadrileno.blogspot.com/2011_03_01_archive.html
http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/05.049/575/pt
http://www.revistavitrine.jp/v1.2/index.php?option=com_content&view=article&id=305:a-melhor-epoca-para-visitar-madri&catid=50:blogs&Itemid=110
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