ERA DIGITAL

CD - Compact Disk - Desenvolvido conjuntamente pela Sony japonesa e pela Philips holandesa foi a invenção que apresentou o som digital ao publico consumidor. Milhões de pessoas trocaram os antigos LPs de vinil por CDs nos anos 90 e isso levou a uma explosão na comercialização de discos.

 




Patrocinado pela emissora de televisão MTV, o rock voltou às paradas com o estilo grunge, popularizado em grupos como Nirvana e outros grupos de Seattle, como Pearl Jam, Alice in Chains, Soundgarden e Stone Temple Pilots. Com o suicídio de Kurt Cobain, líder do Nirvana, em 1994, o grunge perde força.

Seguindo o grunge, veio o Britpop, com bandas britânicas influenciadas pelos Beatles, como Oasis, Blur e The Verve.



Em 1991, "Stars", 9 milhões de cópias vendidas em todo mundo, consolidou a fama e o prestígio do Simply Red.

Misturando a batida da era Disco com o house nasce a dance music que estoura nas rádios do mundo com hits de C&C Music Factory, Snap e Black Box. Emprestando a voz para praticamente todas as bandas de sucesso do dance dos anos 90, Marta Wash consolida o estilo de vocal que vai guiar os novos estilos de música na próxima década, como Club House e Tribal.



Os mais vendidos nos anos 90 : 1º - "What's the Story ? Morning Glory" - Oasis - (lançado em 95) A banda britânica de maior sucesso comercial desde os Beatles ganhou o mundo com seu segundo album, que vendeu mais de 15 milhões de cópias.    2º - Come on Over - Shania Twain - 14.5 milhões (lançado em 97).    3º - Jagged Little Pill - Alanis Morrisette - 14 milhões (lançado em 95).    4º - Black Album - Metallica - 13 milhões (lançado em 91).    5º - Millenium - Backstreet Boys - 12 milhões (lançado em 99).    6º - O Guarda Costas (trilha sonora oficial) - 11.7 milhões (lançado em 92).    7º - Supernatural - Santana - 11.1 milhões (lançado em 99).    8º - Human Clay - Creed - 11.09 milhões (lançado em 98).    9º - No Strings Attached - *N'Sync - 11.02 milhões (lançado em 2000).    10º - Falling Into You - Celine Dion - 10.5 milhões (lançado em 96).    11º - Baby One More Time - Britney Spears - 10.4 milhões (lançado em 99).    



Em 1990, Tim Berners-Lee, um programador do European Particle Physics Laboratory (CERN) inventou um método para que os cientistas de sua organização pudessem difundir seus artigos, ensaios e textos ordenando-os de forma que qualquer um pudesse ler no seu próprio computador. O programador também desenhou um sistema para que um artigo pudesse ser vinculado (hyperlinks) a qualquer outro. Conhecido pelo retumbante nome de Hypertext Transfer Protocol (cujas iniciais, http, se observam em cada página que se abra), Berners-Lee optou por chamá-lo de uma forma mais simples: World-Wide Web, algo assim como teia de aranha global.




Nos anos 90 houve a explosão de diversas tribos, punks, headbanguers, disco, clubbers, cyber punks, heavy metal, skinheads, skatistas, rappers e várias outras.




No começo da década de 90 em Goa, Índia, foram descobertos os efeitos da "Acid Music", Goa trance, e começou a se desenvolver esse estilo. Os primeiros a fazerem isso foram Goa Gil (considerado o guru do Psy, um hippie transloucado vindo de São Francisco), Raja Ram e amigos, que viviam em Goa e experimentavam vários estilos musicais para dançar desde o final dos 60.




A tribo que desde 1995 mais cresce é da música eletrônica, os freqüentadores das festas raves. O movimento que começou em Amsterdã na Holanda e se expandiu para o mundo todo, vem atraindo pessoas por todo o planeta. Elas são bem longas, e geralmente começam ou passam pela madrugada, como por exemplo, das 0:00 de um dia ao meio-dia do dia seguinte. Todo o perímetro do evento também recebe tratamento especial, como decorações temáticas, luzes de ambientação, equipamentos de iluminação de última geração para as pistas de dança. Também artistas performáticos e malabaristas compõem o cenário. O seu público mais fiel, sem dúvida, são os clubbers, os cybers e os ravers Percebem o som de cada vinil que o DJ está tocando, mesmo que as batidas sejam muito parecidas, dançam, jogam seus malabares e glowsticks e cantam (se a musica tiver vocal). Quando cansam saem para pegar um ar, descansam por 15, 20, 30 minutos e voltam para ficar mais horas e horas na "vibe".

Na Europa, a música eletrônica e as raves estão muito ligados com movimentos culturais, ecológicos, anti-consumismo e direitos civis. E na Inglaterra, devido às leis anti-rave que o governo passou, o ato de ir numa rave ganhou conotação política instantânea. O jornalista inglês Simon Reynolds conclui seu brilhante livro Energy Flash (sobre a história da música eletrônica e das raves) justamente dizendo que a essência delas são : "a eliminação da consciência e a elevação da consciência".



Melhores conexões à Internet em banda larga e o uso de tecnologias de compressão permitem o download cada vez mais rápido de grandes arquivos, gerando também uma grande dor de cabeça aos estúdios de cinema e de música. O compartilhamento desses arquivos tem como consequência imediata a pirataria. Todos os dias, o equivalente a cerca de três bilhões de músicas ou cinco milhões de filmes são transmitidos entre computadores.A BigChampagne, empresa que monitora redes de compartilhamento de arquivos, informou que 1 bilhão de canções estavam disponíveis para a troca gratuita em 2003 em várias redes de compartilhamento, comparado com as 820 milhões que havia há cerca de um ano


A transformação de todo tipo de mídia – música, textos, fotos, vídeos – em arquivos digitais é a revolução dessa primeira década do novo milênio. Nos Estados Unidos: filas para comprar a mais atraente peça de tecnologia do momento, um tocador digital portátil de músicas chamado iPod. As vendas de tocadores de MP3 foram impulsionadas pelo sucesso do iPod, da Apple. Além de ajudar a empresa a bater um recorde de lucros financeiros – no primeiro trimestre de 2004, a Apple obteve um lucro 558% superior ao obtido no mesmo período do ano passado –, o aparelho acabou ditando moda entre os consumidores. O jornal alemão Berliner Zeitung, por exemplo, está dando um Apple iPod de presente para novos assinantes, além de iniciar um evento chamado "iParties", onde os convidados podem levar suas músicas favoritas nos MP3 players e aproveitar seus 15 minutos de fama como DJ. A venda na Alemanha de aparelhos que tocam música em formato MP3 cresceu 260% no ano passado, informou a Sociedade de Entretenimentos e Comunicações Eletrônicas (GFU) do país.

Atualmente a Internet é maior que nunca. As pessoas se inscrevem em número recorde. Os negócios através dela são mais lucrativos a cada ano. O RealVideo e o MP3s oferecem vídeos e áudios de excelente qualidade. E enquanto tudo isto acontece, a via central (backbone) da Internet ruge com um tráfego cada vez mais intenso.

Grandes álbuns da música eletrônica

Nas 960 páginas do livro “1001 discos para ouvir antes de morrer”, editado por Robert Dimery, 90 renomados críticos internacionais selecionam e comentam os álbuns que influenciaram o meio musical, abordando a história da música em detalhes.

Obviamente, a maior parte do livro é dedicada ao rock e ao pop, mas há também diversas inclusões de outros estilos – entre eles, a música eletrônica. Entretanto, são poucas as citações, restritas apenas aos discos que trazem (uns mais e outros menos) a pegada do eletrônico mainstream, aqueles mais íntimos das rádios e dos clipes da MTV.

Popularescos ou não, é inegável que todos eles contribuíram para a formação da história da cena eletrônica. Álbuns como “Dig Your Own Hole”, dos Chemical Brothers, e ”You’ve come a long way, baby”, de Fatboy Slim, tiveram músicas, ou inspiradas nelas, tocadas em baladas e raves do mundo todo.

A seguir trechos de seis resenhas de álbuns marcantes da música eletrônica:

Aphex Twin - Heliosphan

Aphex Twin “Selected Ambient Works 85-92” (2001)

“Qualquer raver que valha tem os seus tênis e, na verdade, qualquer um com interesse ainda que remoto por música eletrônica deve possuir uma cópia bem surrada de Selected Ambiente Works na sua coleção. Este é um marco na música dance, pois o seu groove esparso e suas linhas fascinantes de sintetizadores soam até hoje tão embriagantes e alienígenas quanto há uma década.

É um álbum longo, com mais de 70 minutos. Contudo, apesar de soar diferente de todo o resto, é acessível: hipnótico, sedutor e muito adequado ao crescente exército de fãs daquilo que iria ser catalogado como música inteligente para dançar.

Há apenas um sample vocal em todo o álbum, retirado de A Fábrica de Chocolate (na verdade, um trecho de uma poesia de Artur O´Shaughnessy que também inspirou o grupo tecno 808 State) - "We are the music makers, and we are the dreamers of dreams". Verdade, em parte: todos podemos sonhar, mas apenas Richard D. James consegue fazer música assim."

 

Fatboy Slim - Going Out Of My Head

Fatboy Slim “Better Living Through Chemistry” (1996)

“A passagem de Norman Cook - de baixista e vocalista da banda de rock The Housemartins a produtor e DJ sob o nome artístico de Fatboy Slim - é uma das reinvenções pessoais mais notáveis do universo pop em fins do século XX.

Better Living Through Chemistry exemplifica claramente o que faz com que as criações de Cook sejam tão utilizadas em trilhas sonoras e anúncios, assim como pistas e ainda apareçam nas listas das rádios. Tendo um ouvido fino para melodias contagiantes, ele incorpora samples e temas esotéricos a efeitos divertidos. "Santa Cruz" possui uma melodia hipnótica tocada por um som similar a um xilofone que sustenta a qualidade de perfeita felicidade que reina na música.

Os acordes de guitarra com distorção sampleados de um cover de "I Can´t Explain", do The Who, se misturam com batidas movimentadas e efeitos sonoros futuristas para criar o híbrido de dance e rock em "Going Out Of My Head."

 

Chemical Brother - The Private Psychedelic Reel

The Chemical Brothers “Dig Your Own Hole” (1997)

“‘Em 1997, o Heavenly Social em Turnmills, Londres, era um lugar muito excitante(e cheio de suor) para se estar. Todos os sábados, o clube tremia com acid house, electro, tecno e outros estilos sob o comando de Jon Carter, Richard Fearless, Dave Clark e Andrew Weatherall. Contudo, a grande atração da noite era Tom Rowlands e Ed SImons - o duo conhecido com Chemical Brothers.

A sua estréia, Exit Planet Dust, tinha causado bastante agitação, mas foi com Dig Your Own Hole que as coisas ficaram sérias para o Chemical. A arte simples da capa esconde um conteúdo trabalhado com minúcia - muitas das faixas tinham já sido testadas nas pistas. "Block Rockin´ Beats" começa bombasticamente com um sample de Schooly D e uma batida forte, enquanto "Eletrobank", "Don´t Stop The Rock" e "It Doesn´t Matter" recriam a sobrecarga sensorial de um set electroacid house do duo de DJs.

"Setting Sun" inclui sons estridentes de sitentizador, a voz arrastada e distorcida de Noel Gallagher e batidas dos Beatles ( a música foi espirituosamente apelidada de "Tomorrow Never Noels"). "Lost In The K-Hole" é uma tortuosa pancada de demência induzida por tranquilizantes de cavalos. "The Private Psychedelic Reel" é um estonteante épico do psicodelismo tecno, uma sucessão de picos e vales."

 

Daft Punk - Around the World

Daft Punk “Homework” (1997)

“Os ravers não estavam preparados para Homework. No início de 1997, os encantos do britpop que tinham seduzido quase toda a juventude inglesa e a música eletrônica, antes tão progressista, estavam em baixa. Mas a mistura de p-funk, disco, acid e samples no estilo hip-hop do Daft Punk reinventou o gênero, deixando confusos os adeptos de dance music da época,

Depois de brincar com o rock indie na sua banda anterior, Darlin, Guy-Manuel e o seu carismático parceiro de produção Thomas Bangalter partiram para a música dance num estilo nitidamente francês. O seu grande sucesso "Da Funk", de 1995, deve muito a George Clinton e a Paul Oakenfold. O single seguinte, menos energético porém mais comercial, "Around The World", também funde influências muito heterogêneas (Kool and The Gang, Zapp, Buggles) numa só música. Era "cortar e colar" para as pistas, imediatamente novo mas muito retrô."

 

Moby - Honey

Moby “Play” (1999)

“Com Play, Moby criou música eletrônica para todos os públicos. O álbum coincidiu com o fim de um apelo mais restrito desse gênero musical, ainda que seja injusto dizer que foi o único responsável pela disseminação da música eletrônica junto ao grande público: o sucesso deste disco se deve, em grande parte, á inclusão de elementos de blues, gospel e rock.

Apesar de músicas como "Honey" e "Bodyrock" terem se tornado clássicos das pistas - de Ibiza a São Francisco -, este não é um disco de dance, mas um álbum pop. Moby se inspira em várias fontes, construindo a irresistível música de abertura, "Honey", em torno de curtos samples da maior representante do blues da Geórgia, Bessie Jones.

Play teve um êxito comercial esmagador, atingindo o primeiro lugar das paradas inglesas e tendo vendido mais de dois milhõs de cópias."

 

Royksopp - Eple

Royksopp “Melody A.M.” (2001)

“Os velhos e manjados mantras - "não há nenhum novo clássico: dance e música eletrônica são eternamente repetitivas" - são evaporados com classe pelo grande prazer digital que é "Eple", o primeiro single de Melody A.M., que para muitos foi o que iniciou o século 21. Espalhou-se pelos clubes undergrounds da Europa até chegar a um público mais amplo - aparentemente vindo do nada.

Entre as suas influências destacam-se Eric, Satie, Francis Lai(um mestre das trilhas sonoras de filmes pornô artísticos) e Portishead. Mas a sua arte reside mesmo nas melodias contagiantes e no controle absoluto dos recursos eletrônicos, desde sutilezas de tons e seus ritmos dançantes até a absoluta maestria dos arranjos. Seus colaboradores nos vocais possuem vozes cortantes e desencantadas que se somam a vulnerabilidade e á humanidade que o duo injeta em sua música."

MP3 : PSY TRANCE
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Curta os sons clicando nos títulos

Allaby - Cloud No. 9

Aphid Moon - Nu Groove

Aphex Twin - Heliosphan

Basic Perspective - Small step on the other side

Bizarre Contact vs Phanatic - 7 Days

Bjork & Paul Oakenfold - Hypnotise

Cavestar - Ruum

Chemical Brothers - The Private Psychedelic Reel

Chuckie @ Sensation White 2008 Amsterdam Arena

Coldplay A.Wilson Remix - Fix You

Cosmosis - Howling At The Moon

Cosmosis - The Cave Of Medusa

Count Basic – Speechless [Drum 'N Bass]

Dave 202 - Pictures In My Mind

Delirium - Silence

Desert Dwellers - Stratosphere

DJ Rush - I Love Techno

DJ Tatana - Spring Breeze

Duck Sauce - Anyway

E-Thunder Private - Who Da Funk / Shinny Disco Balls

Ekanta vs Logica- Juremix

Empire of the Sun - Walking on dream

Fedde Le Grand - Put Your Hands Up For Detroit

Felix da Housecat - Nina Simone - Sinnerman

Ferry Corsten - Beautiful

Freakulizer Vs Silver Source - Take One Down

Frozen Ghost - Deranged

Gareth Emery - Metropolis Mix

Glassball and Psneaky - Psy-Fi

GMS - Juice

High Tone - Enter the dragon

Jasmine & Face - Flamenco FusionAcid Jazz- Om Lounge

Kox Box - Stratosphere

Liquid Soul - Crazy People

Little Boots – Bring It On

Matt Edwards - RA 182

Mau Mau – Intense Energy Trance

Minimal Criminal - Grey

Morgan Geist - Detroit

Nyquist - Tilt (Nikko Remix)

Origin - Angel of My Soul (Allaby Remix)

Patife - Drum'n bass

Pixel vs X-Noizey - Beats From Beyond

Psychedelic Academy - Nonstop

Robert Miles - Children

Saiko-Pod - Electroid Sheep

Sander Van Doorn - Apple

Sander Van Doorn & Robbie Williams - Close My Eyes

Sebastian - Momy

Sied van Riel - Rush

Sun Control Species - Snake Shake

Swarup - Electrance

SYSTEM 7 - Alpha Wave

Taito Tikaro feat. Vanesa Klein - Addicted

Talamasca - Telepathic Atmospherese

Temper Traps & Eurythmics - Sweet Dreams Disposition

The Crystal Method - Divided By Night

The Knife - Silent Shout

Together - Hardcore Uproar (Grum Remix)

Tokyo B. S - Caballero - Black Ship

Tiesto & Ferry Corsten Gouryella - Session

Vitalic - Flashmob - Full Album

Tocadisco - Walking Away

Ultravoice vs Dali - Inner Soul

White Label Vinyl - Hybrid Remix - Everything In Its Right Place

Xpiral - Open mind 2009

 

Acid House - A House Music com sons mais psicodélicos e mais viajantes que veio no rastro da House de Chicago, juntamente com a intensificação do uso do exctasy ou pílula do amor, também do uso do Smileys em camisetas e festas fora dos clu bs. Uma das grandes revoluções da música pop. A partir dela, muita coisa mudou, como o aparecimento das Raves, Músicas feitas por Djs, Djs culture, white labels, etc. O som é 4x4 com palmas ou som da caixa e não muito acelerado (120 Bpm em média) e melodias simples. Grandes nomes do início da Acid House? Bomb the Bass, M/A/R/R/S, S-Xpress, Coldcut, D-Mob, etc.

Acid Jazz - Música eletrônica com instrumentos acústicos e elétricos que usa o Funk e Breakbeat. Surgiu antes da Acid House, porém ficou conhecido com o boom desta e mudou de nome (era conhecido como Jazzdance ou Rare Grooves). Expoentes são Guru, US3, Miles Davis, Winton Marsalis, Herp Albert, etc.

Álbum - Aquilo que antes chamavam de LP e hoje chamam de CD, ou seja, um monte de músicas lançadas no mercado num único vinil de 12'' ou num CD.

Ambient - Ou Amb ou Atmospheric Techno Music. Música eletrônica para ser pano de fundo de bate papos. É feita para se ouvida, não para ser escutada, nem para dançar, mas, para compor um ambiente. Dá ênfase às texturas e não ao ritmo. O primeiro álbum credita-se à Brian Eno (aquele ex-Roxy Music e criador do primmmm.. plen..plen..plen..musiquinha da abertura do Windows 95 :) Não tem absolutame nte nada a ver com a praga da New Age. Enya (Bleargh) não é ambient.

Ambient Drum'n'bass - É o Drum'n'bass sem preocupações com pista, mas mantendo aquela batida quebrada típica do D+B. O ritmo é um pano de fundo apenas para às texturas ambient.

Amen - Uma batida suja e velocíssima, típica do Drum'n'bass e Jungle. Seu nome origina-se da banda The Amen Brothers e é usada em 90% das bases Jungle.

Anokha - É o nome da noite feita pelo geniozinho indiano Talvin Singh no Blue Note de Londres. Com o sucesso do evento, criaram uma coletânea homônima com expoentes da nova música eletrônica asiática baseada em suas origens e em maioria no Drum'n'bass. Artistas representativos dessa música são State of Bengall, Earth Tribe, Asian Dub Foundation, Bally Sagoo e, claro, Talvin Sigh.

Backspin - Movimento de girar o disco ao contrário produzindo um barulhinho chato de disco girando às avessas que o Dj usa durante mixagens.

Book ou Bucar - Contratar um Dj, agendando uma data na sua concorrida agenda.

Big Beat - Segundo a definição da Moonshine (gravadora símbolo desse estilo musical) é claramente uma fusão do Trip Hop com Tecno. Ou melhor: A mistura do lad o pesado do Tecno com a viagem do Trip Hop (o nome da primeira coletânea lançada nesse estilo é Hardhop Tripno! "Hard" de pesado, 'hop" e "trip" de Trip Hop, e "no" de tecno). Conta-se que tudo começou no Albany Club de Londres quando 2 irmãos ex-roqueiros (Tom e Ed Chemical.. ou Chemical Brothers) tentavam ser DJs conheceram um outro ex-roqueiro Norman Cook, ex-Housemartins, e depois Fatboy Slim). Criarem nessas noites de Albany uma batida quebrada (breakbeat) mas com o mesmo "tempo", excitação e aquelas coisas ácidas da House.

Breakbeat - É uma batida quebrada, diferente da House, da Disco, do Tecno e do Trance (que são 4x4) e da valsa (que é 3x3). Este balaio do Breakbeat engloba o Drum'n'bass, Jungle, Trip Hop, Big B eat, Funk e qualquer outro gênero de batida quebrada.

BPM - Batidas por minuto, ou o número de batidas que uma música tem por minuto. Uma música de 180 BPMs é muito mais rápida que uma de 100BPMs, mas não necessariamente mais dançante.

Beatbox - Caixa de Batidas, ou um aparelho que gera batidas de baterias (aqueles tum tum tum) tipo bateria eletrônica automática.

Bristol - Cidade britânica berço do Trip Hop e tornou-se sinônimo do estilo deprê de bandas da santíssima trindade da cidade: Massive Attack, Portishead e Tricky.

CDJ - Linha de cd players da Pioneer com Pitch. Tão famoso e bom (o novo CDJ 100 pode cair no chão que não pula . Além disso tem vários efeitos. Um deles imita o bastante usado efeito de "se desligar as pick ups") que acabou virando sinônimo (assim como DENON) desse tipo de aparelho. Diferencia dos Benons por ele não ser Dual, ou seja, você pode ter apenas 1 cd player (O Denon já sai de fábrica com dois)

Chart - É a relação de músicas favoritas de um DJ ou de uma estação de rádio ou club. Aquele Top Ten ou Top Hits.

Club - Casa noturna onde originariamente só podiam ser freqüentadas por associados (tipo clube de esportes mesmo) mas que hoje serve pra definir casas onde uma determinada tribo com freqüência se encontra. Por isso, diferencia-se de uma boitzte, pois esta última tem caráter comercial e tocam músicas de sucesso. Os clubs por terem um grupo fiel de clientes, pode ir mais a fundo no estilo de música que o grupo prefere. Assim, os Djs de clubs são geralmente melhores e arriscam mais que um de boite que não arrisca nada!

Clubber - Exatamente as pessoas que freqüentam clubs e fazem parte de uma tribo ou grupo de amigos que assiduamente freqüentam os clubs similares. O termo não define nada que tenha algum estilo de roupa que usa, acessórios, cor de cabelo ou preferência sexual, etc. Ou seja , uma pessoa que usa cabelo roxo não é necessariamente um clubber, e, analogamente, uma pessoa de camisa polo (bleargh) pode ser um clubber.

Chicago - Cidade americana conhecida por ser o berço da House. O Chicago House (como ficou conhecida a Hause produzida na cidade) possui vocais e um típico loop de piano.

Chill in - Aquecimento para uma noite fantástica de muita dança e música boa.

Chill out - Se ainda não estiver morto ainda após dançar por horas, pode-se desaquecer antes de cair no sono num chill out. Em 1990, quando Detroit Tecno já reinava nas pistas undergrounds, The Orb começou a fazer uma música, baseada em tecno mas com mais Landscapes (paisagens.. texturas) para ser tocada após as festas. Em Sheffield, Grã Bretanha, foi criado o selo Warp que passou a lançar este tipo de música. Os dois volumes de Artificial Intelligence são os clássicos do gênero.

Crossfader - Controle deslizante existente na maioria dos mixers profissionais que serve para diminuir (fade out) ou aumentar (fade in) o volume das músicas. Cut - Técnica de mixagem feita por Djs onde se passa de uma música para a outra rapidamente, virando o crossfader.

Dark Roller - É um sub estilo do Drum'n'bass que tem tons muito mais sombrios e darks que o D+B tradicional. É meio que o D+B pra ouvir num cemitério.

Deep House - É um sub estilo da house music porém mais lenta e, geralmente mais jazzy.

Detroit - Cidade americana onde nasceu o Tecno através de Djs talentosos como Kevin Saunderson, Juan Atkins e Derrick May e, posteriormente Mad Mike e Jeff Mills. É considerado uma mistura do P-Funk de Detroit (George Clinton) com a música eletrônica européia (Kraftwerk e New Order). Como o estilo incorporou em outros cantos do mundo influências locais, o tecno original passou a ser conhecido por Detroit tecno.

Disco - Estilo dançante extremamente alegre, quase nada eletrônico ainda e bastante influenciada pelo som negro americano que no final dos anos 70 tomou de assalto toda a mídia, reforçados principalmente por filmes como Embalos de Sábado a Noite, Os Embalos de Sábado Continuam, com John Travolta e Thank God it's Friday com Donna Summer e Lionel Ritchie, e por artistas e bandas como a própria Donna, Jackson 5, Gloria Gaynor, Chic, Village People, The Commodores, Bee Gees, Earth Wind and Fire, etc. (continua em baixo)

A batida é o 4x4 com bumbo no 1 e 3 e palmas no 2 e 4 e um som super alegre com sopros, vocais e guitarrinhas com riffs curtinhos e rápidos. Ao contrário do que muitos pensam, a Disco é feita até hoje com bases eletrônicas..

Divas - As grandes damas (muitas vezes grandes mesmo.. de gordas. Geralmente, mas não necessariamente negras) da música. Aretha Franklin, Gloria Gaynor, Martha Wash, Ultra Natè, Crystal Waters, Robin S. são exemplos.. Como House Divas ficou conhecido o tipo de house com mulheres cant ando e gritando exageradamente.

DJ - O Disc Jockey ou controlador de discos. Gente, não confunda o DJ (um profissional sério e estudioso de sua profissão, capaz de ousar com músicas novas e não comerciais e que conhece profundamente música de modo geral e equipamentos) com esses caça níqueis que colocam uma música depois da outra desordenadamente, sem o menor pudor, e que se auto intitulam Djs, quando na verdade são simples instrumentos da indústria fonográfica para tocarem as músicas por elas impostas.

Downbeats - Batidas relaxantes e linha de baixo quente originárias do Hip Hop. Basicamente, todo nao Drum'n'bass/jungle nem bigbeat breakbeats entram aqui. Em janeiro de 1998 a banda francesa AIR lançou seu debut álbum Moons Safari, exemplo que mais combina com a combinação de estilos no mesmo som.

Dub - Não é nem um estilo musical, mas uma remontagem ou desconstrução de outras músicas extremamente instrumental, eletrônica, suja e repetitiva. Não tem vocais, mas o vocal da música original as vezes entra como mais um fator da bagunça criada pelo autor da versão dub. Um expoente? Dj. Mad Professor, que inclusive lançou um álbum só de dub com músicas do Massive Attack.

Dubplate - Disco em edição limitada (geralmente em vinil), estritamente para divulgação e distribuído aos Djs. No Brasil, infelizmente a indústria não tem o costume de usar dubplate.

Downtempo - Sub estilo musical que como o próprio nome diz tem o tempo ou ritmo bastante lento. É derivado do Ambient e como o Amb. Drum'n'bass, o ritmo ou a batida não tem destaque, apesar de existir, diferentemente do Ambient puro.

Drum'n'Bass - Ou D+B ou Drumambeis. Músicas feitas em um ritmo alucinado, bem rápido e totalmente quebrado (breakbeat), ou seja, nada daquele tunstituntistuntistun, mas ao invés disso, tumtá..tumtátumtum...tá. O D+B sugiu derivando-se do jungle (sem bem que são totalmente confundíveis) e diferencia-se deste por ser mais branco e usar strings como violinos ou elementos eletrônicos que os imita (enquanto o jungle é mais negro, geralmente tem vocais de reggae e é bastante agressivo), ou seja, mais melódico, vocais mais cantados que gritados, etc. Outros elementos do D+B são a linha de Baixo com forte influência do reggae e as batidas quebradas. Os grandes nomes (grande parte negros, antagonicamente) são Goldie, Grooverider, Flytronix, Roni Size, J-Majik, Alex Reece, Omni Trio, 4 Hero, Talvin Sigh, The Dream Team, etc.

Electro - Não é um estilo musical como muitos dizem, mas texturas extremamente eletrônicas (com tons de música futurista do passado, ou seja, aqueles toques de computadores da década de 70) que se podem dar a vários estilos musicais como o Funk (ouçam "Planet Rock" de Africa Bambattaa), o hip hop, o Tecno, o trance (O Goa Trance mesmo é bastante electro). Se diferencia pela sua batida mais "séria". Ex: Trentemoller (Diferente do electro house, que tem uma batida mais "pegada". Ex: Dirty South).

EBM - Electronic Body Music ou Industrial. Gênero desenvolvido na Bélgica entre 85-88 que na verdade é uma derivação mais pesada do Electro que tem um ar industrial pelo p eso no baixo e na batida eletrônica. As bandas mais representativas são o Front 242, T99, Tragic Error, e os mais recentes Nine Inch Nails e Ministry.

Euro - Quando a House Music chegou em 1989/90 à Europa se tornou mais comercial e houve pela primeira vez em dezenas de anos bandas de países como Holanda (2 Unlimited), Alemanha (Culture Beat), Espanha (Snap), Itália (Double Dee, Blackbox, 49'rs), Suécia (Dr. Alban) estourados nos primeiros lugares dos Top Ten (sempre dominados por americanos ou ingleses).

Experimental - Tecno music minimalista. The Orb e Future Sound of London (FSOL) são os expoentes.

Flipside - Ou lado B. O outro lado de um single 7''. Um exemplo de Lado B que deu certo é Higher State of Consciousness do Josh Wink lançado em 95 e que alcançou os top-ten 2 anos depois.

French House - Paris é berço de um sub estilo da House que deu um novo frescor à House desde 1997. Dimitri From Paris, Etienne de Crècy, Motorbass, Catalan FC, Bob Sinclair, Thomas Benghalter, Jeff K., etc. As noites de quarta do Queens (Respect is Burning) e selos como Yellow e Roulè são os responsáveis por esse boom francês. O Techno-funk-disco-house (nome dado ao estilo Daft Punk e Motorbass) do álbum Homework tomou de assalto a cena em 97. o New-Disco de Stardust de Thomas Benghalter/Bob Sinclair idem em 98.

Funk - Música dançante com acentos no baixo e na batida. Os grandes nomes são James Brown, Sly Stone e George Clinton. É uma fortíssima influência nos posteriores Hip Hop, Breakbeat, Acid Jazz, etc.

Funky - É o nome que se dá àquela ênfase forte que se dá em uma música ao ritmo e à batida. Um house funky ou um electro funky são então, um house ou um electro com bastante ênfase no ritmo mas com um jeitão meio urbano, por vezes meio latino, enfim, é um toque que te faz dar vontade de dançar mesmo não conhecendo ou não gostando da música.

Gabba ou Gabber - É um tecno com ritmo aceleradíssimo, sujo e pesado como o som do punk rock. É o mais pesado e rápido estilo de música eletrônica. Enfie um microfone num liqüidificador e ligue o amplificador em volume máximo, bata numa lata com força ao mesmo tempo que conta de 1 a 100 o mais rápido que você consegue. Uma batida na lata a cada número. De 16 em 16 na contagem, pare um segundo e solte um arroto. A zoeira que você produzir é um gabba acústico. hehe. O número de batidas por minuto pode chegar de 200 à 400 Bpms. Surgiu em Roterdã, Holanda em 1989. Gabber significa "colega" em dutch.

Garage - É um sub estilo da House que meio que foi criado (o nome, não o estilo) pra diferenciar do house menos comercial e com vocais enxutos. Criado em Nova York (vem de "Paradise Garage", lendário club novaiorquino dos 80's de Larry Levan) é também meio que influenciado pelo R&B, por ter como principal característica ser quente e ter mais soul e ser mais orientado aos vocais que a house pura de Chicago. Alison Limerick, Robin S., Sounds of Blackness fizeram algumas das músicas mais representativas do gênero.

Gig - É um evento, tipo, uma festa, um show, etc.


Goa Trance - É um sub estilo do trance, criado na cidade asiática de Goa, e que mistura um som electro (cheio de tois e puins de equipamentos eletrônicos) com o som repetitivo do trance e uma coisa menos comercial e bem mais psicodélicos, com referências claras às divindades indianas e tal.

Groove - Le vada. É meio que por assim dizer a alma da música. Uma música com um groove latino tem aquele jeitão de lambada. Uma música com um groovizão é aquela que tem ênfaze na levada. Não significa ser mais rápida ou mais lenta, mais pesada ou mais lenta, nem mais funky ou menos funky.

Groovy - Algo que tem uma forte ênfase na levada, independente do tipo de ritmo, ou seja, um house ou um artista que se chama de groovy pode ser um house ou um artista que tem ou dá uma forte ênfase no seu rítmo latino, ou brasileiro (como com uns sambas no meio) ou de jazz. US3 por exemplo é bastante groovy e funky ao mesmo tempo. Já São Paulo é bem groovy sem ser funky pois dá ênfase à levada meio brasileira mas não tem aquele ritimo forte, marcado.

Groovebox - Equipamento para gerar levadas de músicas, ou bases. Diferencia-se do Beatbox porque este último gera apenas as batidas enquanto o groovebox gera também a base. 303 e 505 são grooveboxes. Uma bateria eletrônica seria um beatbox.

Hardcore - Música tecno agressiva, abrasiva, repetitiva. Gabber, Hard Trance são Hardcore.( Quem disse que hardcore não é musica eletronica )

Hardstep - Uma variante do jungle onde o som do baixo é reforçado e sincopado (fora da batida). Muito usado por Grooverider.

Hi NRG - É a seqüência da Disco Music. Um pouco mais já eletrônico.

Hip Hop - Gênero musical derivado da disco na década de 70 e caracterizado por vocais falados. Apesar de existir já antes nos guetos negros dos subúrbios americanos, o Hip Hop virou mainstream com Rapper' s Delight que falavem sobre a base de Good Times do Chic.

House Music - Gênero musical extremamente voltado para as pistas de dança surgido no ano de 1988 em Chicago (O próprio nome HOUSE vem do club The Warehouse de Chicago), e que, de certo modo atualizou com bases eletrônicas (Roland 303) a disco dos anos 70 em contestação aos anos de música depressiva que reinava no mainstr eam dos anos 80. Ainda muito primário, teve seu boom com a Acid House. Depois da criação da House, nada mais seria o mesmo na música mundial pois a preocupação com as pistas de dança, a utilização de elementos de estúdio pós gravação (samplers, loops, remixes, etc..), a cultura DJ, enfim, todos os elementos da house music influenciariam os gêneros que surgiram depois. No Chicago House, o original, vocais são usados e um loop de piano típico também.

Ibiza - Ilha espanhola onde se instalam dezenas de grandes clubs e centenas de grandes Djs do mundo afora durante o verão europeu. A música eletrônica que é tipicamente de verão acaba sendo conhecida por Ibiza.

IDM - Inteligent Dance Music. Rótulo criado para definir músicas feitas para a pista mas que tenham algo mais inteligente, algo mais criativo, algo inovador. Nesse rótulo podem estar incluídos desde os Ambients de µ-Ziq e Aphex Twin ao Electro do Kraftwerk. Do D+B do Dream Team ao Trip Hop de Portishead ou ao Listening Tecno do The Orb.

Illbient - É a mesma música Ambient, porém feita mesmo para incomodar e não para relaxar. Criada por DJ Spooky usando elementos do Jungle, tem como maior expoente e mais criativo artista Aphex Twin.
Indie Dance - É uma variação do rock independente inglês feita com elementos eletrônicos e voltado para as pistas. Os grandes expoentes são My Bloody Valentine (Glider - 1990), Happy Mondays (Hallelujah - 1990), Stone Roses (Fools Gold) e Primal Scream (Loaded - 1989 e Come Together - 1991).

Intelabin - É um aparelho de iluminação do tipo scan, operado por uma mesa. Produz belos efeitos visuais e é caríssimo (só perde pro laser).

Jazzdance - É o Jazz voltado para as pistas. Confunde-se muito com o Acid Jazz e atualmente com o Deep House.

Jazzstep - Outra variante do jungle onde elementos jazzísticos são incorporados à batida.

Jazzy - Contêm elementos de Jazz e principalmente da Bossa Nova de Tom, Vinícius e Marcus Valle. Hoje em dia, do Deep House ao Drum'n'Bass usam elementos jazzísticos (pianos, trumpetes, saxofones, xilofones) e brasileiros nas texturas e vocais.

Jungle - Surgiu nos subúrbios de Londres em 1989, porém tendo sido reconhecido somente em 1995 com artistas como 4 Hero, Goldie (Timeless) e A Guy Called Gerard (Voodoo Ray). O gênero é descrito como um breakbeat rapidíssimo (140 a 170 Bpms) com linha de baixo lenta (a metade). Alguns o descrevem como a metade dessas bpms (70 a 90 bpms, seguindo a velocidade do baixo) porém com batidas dobradas. Para muitos não há diferenciação entre Jungle e D+B, para outros há. Ver no item Drum'n'Bass.

Label - Ou Selo, são empresas que lançam discos no mercado. EastWest, Paradoxx, Stiletto, Virgin são labels.

Leftfield - Música bem diferente do que se produz normalmente, diferente do que se faz no mainstream. Não pode ser classificada, por isso a chamam de Leftfield.

LJ - Light Jockey. É o carinha responsável por toda aquela dança das luzes.

Lounge - É sala de estar em inglês, mas pode significar o nome de músicas para lounge ou ainda bares que têm propostas de Djs tocando ao vivo porém sem preocupação com a dança (mas que acaba sendo inevitável).

Love Parade - É o carnaval de música eletrônica que acontece todo ano nas ruas de Berlim, Alemanha, com cerca de 1 milhão de pessoas dançando ao som de trios elétricos.

Mixagem - É a arte dos DJs de passar de uma música para outra sem que se caia o ritmo da pista de dança. Quando perfeita, os alegres dançarinos nem percebem que já mudou de música.

Mixer - É um aparelhinho onde se junta duas ou mais músicas (ou sons).

MK-2 ou MK-II - É a série de toca discos (pick-ups ou turntables) mais procurada pelos Djs. Fabricada pela Technics. Virou sinônimo de toca discos para boites e clubs.

Moonshine - Gravadora/selo inglês que é um dos símbolos do Trip Hop e, mais ainda, do Big Beat. Lançou o fantástico e imprescindível "Hardhop Trypno", clássico do gênero big beat.

Nightmare - Um tom sinistro e funestro à musica. Algo Brainbug (Nightmare e Benedictus) ou mais dark ainda.

Nu School - Ou New School. Nova forma de encarar um estilo musical. Assim, o Nu School Jungle, seriam as novas variações que bandas inovadoras do estilo estariam fazendo.

Old School - Tudo que é música ainda experimental antes de virar alguma coisa ou de se criar um rótulo para ela. Alg uns chamam músicas velhas ou clássicos de Old School.

Pick Up - Toca discos (de vinil), saveiro, courrier, S10 ou pampa, depende do contexto :)

Pitch - Controle deslizante contido em toca discos e cd players profissionais que servem para alterar a velocidade (bpm) das músicas para que o DJ sincronize a batida da música atual com a que virá em seguida.

Progressive - É um som mais melódico e psicodélico à música. Existe o progressive house, progressive D+B (LTJ Bukem) etc.

Rave - Festas originariamente ao ar livre surgida nos arredores de Londres em locais distantes da polícia e das leis rígidas britânicas, o que permite que se faça todo tipo de brincadeira que se deseje (se é que vocês me entendem). A palavra significa descontrole ou delírio. Era algo muito rebelde. Atualmente não passam de festas espetaculares em locais espetaculares.

Raver - Freqüentador de raves.

R&B - Rhythym and Blues e às vezes chamado de Charme. Gênero musical bastante vendável, cada dia mais próximo da música eletrônica. Caracteriza-se por ser funky, lento e quente. Deriva-se do Hip Hop e do Blues, mas é extremamente dançante. TLC, Lighthouse Family, Brandy, Usher, etc. são campeões de venda tocando isso.

Remix - É uma reconstrução de uma música geralmente feita por outra pessoa. Remixar não significa tornar uma música calma em dançante. Remixar é uma arte. É a visão de uma outra cabeça sobre o trabalho do criador. As vezes, o remix é ainda melhor que a original. Às vezes destroi a música.

Sampler - Equipamento que consegue armazenar um som e reproduzir a maneira que o DJ quer. É um dos grandes responsáveis pela revolução da música eletrônica pois através dele e usando loops, pode-se criar novas e complexas melodias ou efeitos.

Samplear - Copiar um som ou uma parte de uma música em outra música.

Scan - Equipamento de iluminação moderno.

Selo - Empresa que lança discos independente de ser uma gravadora. Existem empresas que somente licenciam músicas de outras gravadoras/selos e lançam coletâneas.

Smiley - Não, não é a música do Charles Chaplin. Smiley é aquela carinha amarela com um baita sorrisão que simbolizava a alegria da House Music, no final dos anos 80, e, enfim, tudo relacionado a isso como o Exstasy.

Tecno ou Techno - (as duas maneiras de escrever estão corretas) Gênero da música eletrônico mais pesado. É uma variação da House, porém com batidas mais furiosas e menos suaves, contendo batidas mecânicas e usando sons que vão desde sirenes apocalípticas a samplers de diálogos de TV ou filmes. Foi criada e desenvolvida em Detroit e os "3 heróis" do Tecno são Derrick May, Kevin Saunderson e Juan Atkins. O Tecno original é mais rápido que a House (126 a 130 BPMs) e geralmente não contém as palmas (características da House e Disco). (segue abaixo)

Muitas variações foram criadas com variações que vão de 0-70 Bpms (ambient) a 140 Bpms (trance) e mesmo 220 Bpms (Hardcore).

Trance - Trance é definido como uma Ambient com batidas mais pronunciadas e claro, mais rápidas. É muito usada em chill outs nos clubs. É rápida (140+ bpm), porém calmante e meditativa.

Trip Hop - Inicialmente conhecida como "música dance para a cadeira" por seu Tempo muito lento (120 bpm). Não tem preocupação para a pista. A turma de Bristol merece especial citação pois Massive Attack (alguns creditam a Soul II Soul) é a provável origem em 1991. Batidas lentas como do Hip Hop combinadas com influências do Reggae e Dub e sons criativos e sensuais, por vezes depressivos (influências das bandas dos 80). Unfinished Sympathy do Massive Attack é o maior hit ( E considerado a melhor música dançante de todos os tempos pela revista DJ Mag. através de entrevista feita com os mais famosos Djs ingleses e americanos). Ainda importantes no estilo são Portishead, Tricky, Morcheeba, Cibo Matto, The Aloof, Sneaker Pimps, Mono


1990s to Present

1991: The Kurt Cobain-led Nirvana crystallizes the no-nonsense zeitgeist of "grunge rock" with "Nevermind" (Sub Pop/DGC), which spends nearly five years on The Billboard 200. The single "Smells Like Teen Spirit" becomes an immediate anthem as its video monopolizes MTV's playlist.


1996: "One Sweet Day," a duet between pop singer Mariah Carey and R&B vocal group Boyz II Men, sets the standing record for most consecutive weeks on top of The Billboard Hot 100 at 16. Carey inspired a generation of female singers, while Boyz II Men spurred a resurgence of vocal groups that exploded in the late 1990s.


1996: The Telecommunications Act deregulates radio, abolishing most limits on the number of stations that a single company may own. Consolidation results in local-market ownership concentrations unknown since the inception of radio with broadcasters like Clear Channel and Infinity Broadcasting more efficiently packaging multi-station advertising programs to attract more revenue.


1997: Elton John releases the double A-sided single "Candle in the Wind '97" /"Something About the Way You Look Tonight." The former is a song from his 1974 album "Goodbye Yellow Brick Road" revamped in tribute to Princess Diana and performed at her funeral after her death in a car crash in France.

The single sells 8.8 million copies in the United States, according to Nielsen SoundScan, and nearly 5 million in the United Kingdom. Proceeds from the disc's worldwide sales benefit the Diana, Princess of Wales Memorial Fund.


1998: The Digital Millennium Copyright Act implements two treaties, prohibiting any interference with certain technology designed to protect copyrighted works, requiring Web site operators to block infringing material on sites after they receive proper notice, and protecting Internet service providers from liability when they merely transmit communications.


1999: Ricky Martin performs "The Cup of Life" during the Grammy Awards telecast. With blaring trumpets and swiveling hips, the performance ignites the so-called "Latin explosion" and helps make international stars of Enrique Iglesias, Jennifer Lopez, Marc Anthony and Shakira, among others.


1999: Napster, the granddaddy of peer-to-peer file sharing is launched by 18-year-old college dropout Sean Fanning. The service is an overnight sensation that makes "MP3" a household word, puts the concept of digital distribution on the map, and marks the start of the recoding industry's Internet piracy woes.

Within a year of its introduction, millions of online users are downloading music through the service, Fanning lands on the cover of Time magazine and Napster is the subject of a massive lawsuit from the Recording Industry Association of America -- one that would ultimately shut the service down, but set the stage for the emergence of future P2P technologies still popular today.


2000: 'N Sync's "No Strings Attached" sets a Nielsen SoundScan record with sales of 2.4 million in its first week of retail availability. The album debuts at No. 1 on The Billboard 200, where it remains for eight consecutive weeks.


2003: Eminem's "Lose Yourself," from the loosely autobiographical film "8 Mile" in which he stars, becomes the first rap song to win an Academy Award for best original song from a motion picture. It also affirms the rapper's status as the first superstar of the new millennium.

2003: Apple Computer launches the iTunes Music Store as a companion for its year-old iPod digital music player. In a first, consumers can buy album tracks a la carte for 99 cents each. More than 25 million songs are sold by year's end, reversing years of consumer indifference toward paying for music downloads. A wave of new investment follows Apple founder/CEO Steve Jobs into the nascent digital music business.