A Volta do Led

Londres, 10 dez (EFE).- O Led Zeppelin voltou aos palcos em uma apresentação magistral. Mesmo com uma imagem distante do visual de rebeldia que marcou o fim dos anos 60, o Led Zeppelin mostrou mais uma vez seu legado para a história da música.

Led Zeppelin's Robert Plant and Jimmy Page perform in London on Monday night
Photo: Ross Halfin/ Getty Images 12-10-2007

O show foi uma homenagem a Ahmet Ertegun, fundador do selo americano Atlantic Records, que apostou em 1968 no potencial dos jovens escolhidos por Jimmy Page para formar o New Yardbirds, que depois passou a se chamar Led Zeppelin.

Não há dúvidas de que o Led Zeppelin era a grande estrela da noite, mas o tributo a Ertegun, que morreu em dezembro de 2006, aos 83 anos, também contou com apresentações de nomes como Bill Wyman, ex-Rolling Stone, do grupo Foreigner e de Paul Rogers, além da participação de novos nomes da música, como o cantor escocês Paolo Nutini, que interpretou músicas de Ray Charles, como "Mess Around", e Nancy Sinatra, com sua já clássica "Bang Bang".


Led Zeppelin. Londres, Inglaterra (10/12/2007)

Quase três décadas depois de sua separação, foi possível ouvir mais uma vez o inigualável timbre do Led Zeppelin. O grupo empolgou uma platéia nostálgica, que cantou durante toda a apresentação, iniciada com o clássico "Good Times Bad Times".

Jason Bonham, com a responsabilidade de assumir no palco o papel de seu pai, considerado um dos grandes bateristas da história do rock, não decepcionou.

Os riffs selvagens de Jimmy Page foram sentidos em "Black Dog" e "Stairway to Heaven". Esta última levou a platéia ao delírio.

Os oito minutos de "Stairway to Heaven" passaram em segundos, e a banda soube como ninguém explorar cada detalhe da música, dos acordes mais suaves até o potente som de uma bateria esmagadora, sem deixar de lado, é claro, o excepcional solo de guitarra de Page.


Led Zeppelin. Londres, Inglaterra (10/12/2007)

Durante a apresentação houve tempo ainda para a improvisação e até mesmo para uma canção nova. Foi neste momento, na primeira parte do show, que Plant, que conversava muito com o público, contou que "milhares e milhares de lembranças" passavam por sua mente e agradeceu pelo fato de "ter Jason no grupo".

Aclamado pelo público, o Led Zeppelin teve de voltar ao palco duas vezes mais, para executar "Whole Lotta Love" e encerrar esta excepcional reunião com o clássico "Rock and Roll".

Foram duas horas de autêntico êxtase para um grupo considerado o melhor da década de 70. Para muitos, além disso, a melhor formação de rock da história.

Vindos do mundo inteiro, milhares de fãs ensandecidos do Led Zeppelin se reuniram em uma grande Arena na zona leste de Londres para assistir à apresentação.

Foi o reencontro de Robert Plant com o guitarrista Jimmy Page e o baixista John Paul Jones. Led Zeppelin. Londres, Inglaterra (10/12/2007)

"Algo assim se vive uma vez só na vida", disse Richard Cooper, de 37 anos, que veio de Memphis, Tennessee (sul dos Estados Unidos) para este histórico show da mítica banda de hard rock, que apareceu na cena musical britânica em 1968.

"Vamos nos divertir com hard rock nesta noite", afirmou Cooper, entre milhares de admiradores do grupo que se preparavam para uma noite inesquecível no O2 Arena de Londres (ex-Millenium Dome). "Vamos comemorar" o reencontro dos sobreviventes do grupo, completou.

"É um evento grandioso", concordou Jacques Harrar, um francês de 49 anos, que veio de Paris, com sua mulher, para escutar a banda, que volta depois de uma ausência de 19 anos.O show do Led Zeppelin, que capturou como nenhum outro grupo a intensidade febril dos anos 70, foi catalogado como o "acontecimento musical do ano" e a "reunificação do século".

Depois de tocar juntos no show Live Aid de 1985, os Zeppelin só tocaram mais uma vez, três anos depois, para comemorar os 40 anos da Atlantic Records.


Former Led Zeppelin bandmates, bassist John Paul Jones ,left, and singer, Robert Plant, appear onstage at JFK Stadium in Philadelphia Pa. during the Live Aid famine relief concert, in this July 13, 1985

Um admirador do grupo pagou 83.000 libras, o equivalente a 166.000 dólares, por duas entradas para o único show do lendário grupo britânico em Londres neste 10 de dezembro.

Kenneth Donnell, um escocês de Glasgow, pagou este preço exorbitante em um leilão organizado pelo canal britânico BBC em prol da associação de caridade Children in Need.

Cerca de 20 milhões de fãs tentaram conseguir um dos 20.000 ingressos para o espetáculo, que foram postos a venda ao preço de 125 libras, ou 250 dólares.

Enquanto isso, crescem os rumores de que o Led Zeppelin possa sair numa turnê mundial. A última informação é que a produção de material promocional (bonés e camisetas) já começou. As informações vieram do site Bravewords, citando uma fonte do Giants Stadium, nos Estados Unidos. A mesma pessoa revelou que uma série de datas no estádio foi reservada para shows do Led, no meio do ano que vem.

O Led Zeppelin se separou em 1980 após a morte do baterista John Bonham e desde então fez poucos shows, o último dos quais há 12 anos, quando foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll. O filho de Bonham, Jason, será o baterista do Led Zeppelin, tocando com os membros fundadores: Page, o vocalista Robert Plant e o baixista John Paul Jones.

Concert Review: Led Zeppelin

Led Zep gets the ball rolling - O2 Arena, London, England - December 10, 2007

By Darryl Sterdan -- Sun Media


Led Zeppelin - O2, December 10, 2007

11:11 GMT: The final bow. Or is it?

11:05 GMT: Rock and Roll (2nd Encore) - They couldn’t have closed with anything else. And they couldn’t have played it any better than this. Like racers heading for the finish line, they saved one last burst of speed for the end of the race.

10:55 GMT: Whole Lotta Love (Encore) - This one is also a little slower than the studio version — but in this case, it only makes it sound heavier and more aggressive. Plant tops it off with one last scream that’s probably still echoing over the Thames.

10:42 GMT: Kashmir - That thing we said about keeping it to 90 minutes? Never mind. They redeem themselves with this slowly thundering version. “There are people here from 50 countries,” Plant says. “This is the 51st country.” Jones is on keyboards, but Page does a pretty fair job of bringing the guitar army to life.

10:37 GMT: Misty Mountain Hop - Again, the energy on this one seems to be flagging just a bit. Plant even sounds a little winded. Maybe they should have kept it to 90 minutes.

10:30 GMT: The Song Remains the Same - Page has pulled out the double-neck SG. This one seems a little slower than the studio version. But hey, they have been on for 90 minutes. And they are senior citizens.

10:21 GMT: Stairway to Heaven- It’s Stairway. What more is there to say? Except that they pulled it off like champs. “Hey Ahmet,” says Plant at the end. “We did it.” Indeed they did.

10:13 GMT: The bow is out! Page launches into his solo in the middle of a laser pyramid —exactly as he did on the band’s ’77 tour.

10:09 GMT: Dazed and Confused - “I don’t know how many songs we recorded together,” says Plant, explaining that when they put together their set list, there were some songs that “had to be” included. “This is one of them.” Damn right.

10:01 GMT: Since I’ve Been Loving You - Apparently, they’re sticking with the slower groove for a while. No complaints here — though we are gonna be ready to hear another rocker pretty soon.

9:51 GMT: No Quarter- Jones’ trademark keyboard spotlight lasts 10 minutes — which is about half the length of the epic versions the band used to play back in the day. Come to think of it, at eight songs an hour, they’re playing about 50% more material than they used to. Good value for that £125!

9:43 GMT: Nobody’s Fault But Mine - Another slow-burning epic, this time from Presence. Plant says this one came from the Staples Singers and the Blind Boys of Alabama. More importantly, he played a pretty wicked harmonica solo.

9:37 GMT: Trampled Under Foot - Jones has put down his bass and moved to the keyboard for this funky number.

9:30 GMT: For Your Life - Before the concert, Page said the band has rehearsed this buried treasure from Presence, which they never performed live before last night. 9:17 GMT: In My Time of Dying - Page has switched to a hollow-body electric and pulled out the slide for this epic workout from Physical Graffiti.


Led Zeppelin - O2, December 10, 2007

9:11 GMT: Black Dog - They’re already bringing out the big guns. And they’re hitting the mark. Bonham is doing a fine job of filling in for his dad. And Page just delivered another searing solo. Naturally, the crowd is singing along with the “Ah, ah, ah, ah, ahhhhhhhhh” refrain.

9:05 GMT: Ramble On - Plant seems to be singing a little lower on this one. Otherwise, it’s another killer.

9:02 p.m. GMT: Good Times Bad Times - The first song from their first album — could there be a more perfect opener? Even better: They nailed it. Everybody looks good, too. They’re all wearing black. Page is playing a classic sunburst Les Paul.


Led Zeppelin - O2, December 10, 2007

8:45 p.m. GMT: The opening sets are over, the gear is being changed and the roadies are soundchecking. We are minutes away and the atmosphere can only be described as electric.

8:15 p.m. GMT: Time for Foreigner. Judging by the relatively youthful appearance of the singer and a couple of other guys, there aren't many original members left in the band. Right now they're belting out that damn power ballad I Want to Know What Love Is — with the help of a choir. Why couldn't the sound cut out now?

7:58 GMT: Paul Rodgers is singing All Right Now. Finally, some rock!

7:50 GMT: A woman who looks a lot like Janice from The Sopranos — I presume that's Maggie Bell — is wailing a bluesy version of Do Right Woman. Not bad.

7:47 GMT: Sound! Finally.Lucky for the staff — the media were minutes away from open revolt.

7:45 GMT: I can see Paolo Nutini on the screen singing. Still can't hear anything. One wag has suggested we start singing karaoke. Others are openly haranguing organizers. This could be a long night.

7:35 p.m. GMT: Bill Wyman and his band are onstage. We'd tell you what he's playing — but the TV in the press room has no sound. Not a good sign.


Fãs chegam à área externa da O2 Arena, em Londres

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LONDON - If there has been a bigger, cooler, more important reunion in the history of rock 'n' roll, we must have missed it.

Tonight at 9 p.m. in London, the surviving members of Led Zeppelin reconvene for their first headlining performance in 27 years.

Naturally, we had to be there. And thanks to the magic of WiFi, we'll be bringing you updates from throughout the event as they unfold song by song.


Jimmy Page - Londres, Inglaterra (10/12/2007)

Here's what we know so far.

THE SCENE: The massive and ultra-modern O2 Arena in Greenwich, London. Situated right on the Prime Meridian - perched right between the past and the future, much like Zep itself in a way - the facility looks like a giant, spiky circus tent. Underneath the very big top is a vast complex that also houses restaurants, cafes, bars, nightclubs, an ice rink and a gallery. There's a King Tut display on right now. Insert your own joke about resurrected gods here.

THE PLAYERS: The three surviving members of Led Zeppelin -59-year-old singer Robert Plant, 61-year-old bassist John Paul Jones and 63-year-old guitarist Jimmy Page - with 41-year-old drummer Jason Bonham taking over for his late father John, whose alcohol-fuelled death in 1980 spelled the end of the band.

THE FANS: Nearly 20,000 people and media from 70 countries. More than a million fans applied for the 125 tickets, which have been distributed under high security - buyers had to show up with photo ID, the credit card used to buy the tickets, an access code and the person they were bringing to the show - in a bid to thwart scalpers who have been advertising tickets for thousands of dollars on the Internet.

THE OPENING ACTS: Former Rolling Stone Bill Wyman and his Rhythm Kings are serving as the house band for guest artists like Keith Emerson, Chris Squire, Alan White, Simon Kirk, Paul Rodgers, Paolo Nutini, Maggie Bell and Foreigner. Rumour is that Ronnie Wood and Mick Jagger may put in appearances. One name that won't be on the list is Pete Townshend, who reportedly backed out of his appearance due to a scheduling conflict.

THE CAUSE: Proceeds of the even go the Ahmet Ertegun Education Fund, in honour of the late Atlantic Records founder who signed Zeppelin and most of the other performers on the bill. He died last year after falling at a Rolling Stones concert.

THE GUEST LIST: Paris Hilton, Paul and Stella McCartney, Kate Moss, Naomi Campbell, Dave Grohl are just some of the celebrities rumoured to be attending the show.

THE QUESTIONS: What songs will Zep play? Will Plant still be able to hit the high notes? Will Page - whose broken pinky finger delayed the gig by two weeks - be able to summon the pyrotechnics of old? And is the show a final blowout (which seems to be what Plant wants) or the beginning of a relaunched Zeppelin (which seems to be what Page is after). Stay tuned as all is revealed.

6 coisas que você não sabia sobre o Led Zeppelin

1 - Há quase 20 anos sem tocarem juntos, os integrantes do Led Zeppelin sobem ao palco no próximo dia 10, em Londres, em homenagem ao fundador da Atlantic Records, Ahmet Ertegun, que morreu no ano passado.

2 - O nome Led Zeppelin foi criado pelo baixista do The Who, John Entwistle -e não pelo baterista Keith Moon, que se autodeclarava o criador. No final dos anos 60, Entwistle pensava em montar um nova banda e comentou o nome com Richard Cole, motorista do The Who. Cole, meses depois, foi trabalhar com um novo grupo que surgia em Londres e falou da idéia para Jimmy Page, que aprovou.

3 - O Led Zeppelin apresentou pela primeira vez "Starway to Heaven", seu maior sucesso, em 5 de março de 1971, em Belfast, na Irlanda. A música é a terceira mais tocada na história do rádio nos EUA, atrás apenas de "Hey Jude", dos Beatles, e de "I Heard It Through The Grapevine", do Creedence.

4 - O baterista John Bonham era o mais fanfarrão dos integrantes. Numa turnê do grupo no Japão, no início dos anos 70, ele aprontou uma com a namorada japonesa de Jimmy Page, classificada como "muito chatinha". Escondido, pegou a bolsa da garota, defecou dentro e a colocou no mesmo lugar.

5 - Há muitas histórias sobre a morte do baterista, em 25 de setembro de 1980, que resultou no fim da banda. Ele teria tomado, em 12 horas, 40 doses de vodca acompanhadas por suco de laranja e três trágicos enroladinhos de presunto -que alguns apontam como a principal causa da morte. Oficialmente, Bonham morreu sufocado pelo próprio vômito, na casa de Jimmy Page. Alguns biógrafos dizem que só a bebida não mataria o músico. Ele teria ingerido alguma droga, muito provavelmente heroína.

6 - O guitarrista Jimmy Page é um apaixonado pelo Brasil. Ele tem uma casa em Lençóis, na Bahia, onde chegou a morar por um tempo. Na época, ele namorava uma brasileira. Atualmente, Page freqüenta pouco o lugar. O guitarrista mantém ainda um projeto social no bairro de Santa Teresa, no Rio, chamado Casa de Jimmy, que atende a crianças carentes.


John Bonham (Led Zeppelin)

Jimmy Page

James Patrick Page filho único de um funcionário de uma empresa e da secretária de um médico nasceu no dia nove de janeiro de 1944, em Heston Middlesex na Inglaterra. Depois de viver um tempo com o tio em Northamptonshire, a família se mudou para Miles Road, em Epson Surrey, quando Jimmy Page tinha uns oito anos. Jimmy cantava no coro da escola, e foi campeão escolar de saltos com obstáculos. Aos 14 anos ganhou uma guitarra espanhola de seu pai. Exceto por algumas lições que teve com um professor em uma localidade próxima, Jimmy Page foi audiodata.

O jovem Jimmy com 15 anos começou a adquirir uma considerável reputação entre outros músicos. As sessões de improviso na casa de Page eram frequëntes, e ali se reuniam vários amigos, entre eles, Jeff Beck.

Aos 16 anos estreou profissionalmente tocando em bandas da região de Heston, onde residia. No final de 1961, veio o convite para integrar a banda The Crusaders que acompanhava um bom cantor pop chamado Neil Christian. Muito respeitado, inexplicavelmente, Christian gravou pouco e teve um único (e discreto) hit na Inglaterra com "That's Nice" (14º lugar nas paradas em 1966), embora na Alemanha tenha se tornado um superastro. Pelos Crusaders passaram vários músicos como Albert Lee, Ritchie Blackmore, e Mick Abrahams, além do próprio Page.

Depois de deixar o Crusaders em 1962, Page ficou um ano afastado da música, completando seus estudos em artes plásticas. Quando voltou tornou se o mais solicitado músico de estúdio da Inglaterra, fama que o acompanhou durante os três anos e meio seguintes.

Em 1963 e 1964, Page viveu recolhido nos estúdios, tocando para artistas como Dusty Springfield, Billy Fury, o subestimado Dave Berry(era creditado nos discos de Berry como Little Jimmy Page), Brenda Lee e muitos outros. Nesse período formou uma breve parceria com a cantora e compositora americana Jackie DeShannon.

Page cedeu ao convite para substituir Paul Samwell-Smith nos Yardbirs, em junho de 1966. Formou então com Jeff Beck uma dupla de solistas sem precendentes até entao. Durante os cinco meses que durou, infelizmente apenas três músicas foram registradas por essa explosiva formação dos Yardbirds: "Happenings Ten Years time Ago","Psycho Daises"e "Stroll On", essa última um remake de "Train Kept a Rollin", gravação feita para a trilha sonora do filme Blow Up.

Jeff Beck abandonou (literalmente) os Yardbirds no meio de uma excursão em novembro de 1966. Jimmy Page seguiu adiante "carregando" os Yardbirds. Devido a discussões e divergências quanto aos interesses, a banda se desfez, deixando um contrato a cumprir nas mãos de Page e Peter Grant (empresário), que ficaram com os direitos da banda. Passam então a procurar novos músicos para cumprir esse contrato.

No final de 1969 Page formou The New Yardbirds, com John Paul Jones, John Bonham e Robert Plant, para uma série de shows na Escandinávia, depois de cumpridas as obrigações, passa a se chamar Led Zeppelin e decolam para a glória.


Jimmy Page


Fontes: Patricia Rodríguez (EFE-UOL); Canoe Inc., Rockpress; Lucas Ferraz; Os livros "Hammer Of The Gods", de Stephen Davis, e "Led Zeppelin - a Documentary", de Paul Candal, e Adriano Falabella, colecionador de discos de rock e apresentador.



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