Galuppi and Music Festival - From 13 Setembro
2009 to 24 Outubro 2009. The purpose is to promote the musical
aspects of those communities from other countries that were
assisted by Venice in trade and cultural exchanges in the
past.
This year, the Trio di Parma will perform in tribute to the
great F.J.Haydn and arias will performed by soprano Angelo
Manzotti to celebrate Purcell, Händel and Haydn
Toto Cutugno, foi premiado com o "Premio
Casinò di Venezia" no festival Venice Music Awards
2009. Esse é um dos mais importantes prêmios
da Itália no quesito musical. Em sua primeira edição,
no ano de 2006, mais de 3 milhões de italianos assistiram
ao festival. Prêmio internacional: Lean. Prêmio
RTL 102.5: Dolcenera.
Festival
de Veneza 2009
O diretor
Samuel Maoz recebeu o Leão de Ouro por "Lebanon",
produzido por Israel, França e Alemanha - o filme retrata
a situação de três soldados israelenses
confinados em um tanque, durante a guerra do Líbano
de 1982. Visivelmente emocionado, o diretor agradeceu ao festival
por ter "mentalidade aberta", dedicando o prêmio
"às milhares de pessoas em todo o mundo que voltam
da guerra aparentemente sãos e salvos, casam, têm
filhos, mas guardam uma dor dentro da memória".
E completou o agradecimento com um manifesto pacifista: "No
momento em que pararmos de matar, paramos a guerra. Sei que
parece ingênuo dizer isso, mas queremos abrir as mentes
das pessoas para que se perguntem a que ponto chegaremos se
não pararmos agora. Viva a arte do cinema, viva a Bienal,
viva Veneza!".
Lebanon - Samuel Maoz
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Não
foi o único momento político da noite. A premiação
com o Leão de Prata (melhor direção)
à iraniana Shirin Neshat, artista plástica radicada
em Nova York e diretora de "Zanan Bedoone Mardan (Women
Without Men)" abriu espaço para que ela, além
dos agradecimentos, dirigisse uma mensagem ao governo de seu
país - onde ela não teve condições
de filmar, centralizando suas locações no Marrocos.
Women Without Men de Shirin Neshat
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"Meu
filme mostra para o mundo e para meu país que, como
nação, temos lutado por liberdade e democracia
por 100 anos. Ele fala ao povo do Irã e ao governo,
a quem eu peço que dê aos cidadãos o que
devem ter, direitos humanos, liberdade e democracia. Faça
as pazes com o povo do Irã". A diretora usava
no pulso a fita verde que simboliza o movimento por maior
democracia naquele país. Seu filme foi produzido pela
Alemanha, Áustria e França.
A surpresa
da noite foi o Prêmio Especial do Júri, destinado
à comédia alemã "Soul Kitchen",
de Fatih Akin. Mostrando o troféu, o diretor dedicou
um agradecimento especial a Adam Bousdoukos, seu ator protagonista
e corroteirista: "Sem a sua coragem, não teríamos
feito isto!".
Soul Kitchen,
de Fatih Akin
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Já
um filme que liderava bolsas de apostas na imprensa nos últimos
dias, o norte-americano "Life During Wartime", de
Todd Solondz, levou apenas o troféu de melhor roteiro.
No agradecimento, Solondz disse: "É tão
divertido! Ganhar um prêmio te faz ter 11 anos de novo,
não tem nada melhor. Sou uma pessoa feliz. Grazie a
tutti".
Life During
Wartime, de Todd Solondz
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Outro
norte-americano que era muito lembrado nas cotações
da imprensa, o documentário "Capitalism; A Love
Story", de Michael Moore, não ganhou nenhum prêmio,
assim como o muito elogiado "Lola", do filipino
Brillante Mendoza.
Capitalism;
A Love Story, de Michael Moore
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Também
é de se notar a ausência na premiação
do júri do alemão Werner Herzog - que teve que
se contentar com ter entrado para a história do festival
com dois filmes na mesma edição: "Bad Lieutenant:
Port of Call New Orleans" e "My Son, My Son, What
Have We Done?".
Atrizes
italianas
Como aconteceu
no ano passado em Veneza, os filmes italianos (quatro na competição,
este ano) passaram batido das principais premiações,
mas conseguiram troféus de interpretação.
Foi o
caso de duas atrizes, Jasmine Trinca, vencedora do prêmio
Marcello Mastroianni, dedicado a um ator emergente, por sua
atuação em "Il Grande Sogno", de Michele
Placido, e Ksenia Rappoport, ganhadora da Copa Volpi de melhor
interpretação feminina como protagonista de
"La Doppia Ora", de Giuseppe Capotondi.
Il Grande
Sogno, de Michele Placido
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A Copa
Volpi de melhor ator ficou para o ator inglês Colin
Firth, por "A Single Man", filme de estréia
do estilista norte-americano Tom Ford. Casado com uma italiana,
Firth expressou seu agradecimento, o mais longo da noite,
à Itália, em italiano: "Este me país
me inundou de presentes. Deu-me a cultura, a literatura, o
grande cinema, a arte, a cozinha, os vinhos, a grappa, até
a mulher, belíssima, dois filhos maravilhosos".
A Single
Man - Tom Ford
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O ator
não esqueceu também Tom Ford, que definiu como
"um dos maiores diretores com quem trabalhei, um verdadeiro
artista, obrigado. Não vejo a hora de ver a próxima
obra que fará. Manterei a agenda livre". E agradeceu,
finalmente, á sua mulher, "pela paciência
nestes 15 anos de agüentar estes 'maridos diversos'".
Um prêmio
de melhor contribuição técnica foi atribuído
a Sylvie Olivé, pela direção de arte
de "Mr. Nobody", produção francesa
assinada pelo belga Jaco Von Dormael.
My Nobody
- Sylvie Olivé
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O Leão
do Futuro, chamado também prêmio Luigi de Laurentiis,
destinado ao melhor primeiro filme de todas as seções
do festival, foi destinado à produção
filipina "Engkwentro", de Pepe Diokno, um jovem
de apenas 22 anos. O prêmio garante uma soma de US$
100.000,00.
Engkwentro Pepe Diokno
"Engkwentro"
venceu um segundo troféu, de melhor filme dentro de
outra mostra, Horizontes, onde competiram dois filmes brasileiros,
que não venceram nenhum prêmio - "Viajo
porque Preciso, Volto porque te amo", de Marcelo Gomes
e Karim Ainouz, e "Insolação", de
Daniela Thomas e Felipe Hirsch.
Em outra
mostra paralela, Controcampo Italiano, o vencedor foi "Cosmonauta",
de Susanna Nicchiarelli, com uma menção especial
a "Negli Occhi", de Daniele Anzelotti e Francesco
Del Grosso.
The Bullet
Man (Japão), de Shinya Tsukamoto
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Accident
(China, Hong Kong), de Cheang Pou-Soi
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Between
Two Worlds (Sri Lanka), de Vimukthi Jayasundara
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Prince
of Tears (Hong Kong), de Yonfan
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