Em 1976 ela decidiu separar-se de Ike, atormentada pelo comportamento inconstante e personalidade explosiva dele. Tina foi vítima dos abusos mentais e físicos do marido por dezessete anos. Do relacionamento, restou o nome consagrado de Tina e um filho. Ike em sua autobiografia “Taking Back My Name" nega que batesse sistematicamente em Tina, exceto por uns "tapas" e alguns "socos" impensados. E rebate com a importância de ter alertado Tina para a "covardia" que eram suas tentativas de suicídio. |
![]() Tina and Ike 1972 |