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O segundo disco gravado em 76 trouxe algumas composições mais antigas, como Não Posso Viver sem Ela e Sala de Recepção. O violonista e compositor Guinga, que, por fazer parte do grupo de João Nogueira, já havia tocado algumas vezes com Cartola, participou da gravação: "Cartola gostou de mim tocando violão, fizemos alguns números juntos, mas eu não o via havia quase um ano quando ele me ligou chamando para gravar com ele. Tive o privilégio de tocar ao lado de Dino, Meira, Canhoto, Altamiro, e coloquei o violão em O Mundo É um Moinho. Agradeço ao Cartola por ter me colocado na história da música brasileira. Ele é seguramente um dos maiores gênios da música brasileira". O disco de 76 traz ainda As Rosas Não Falam, um dos maiores sucessos de Cartola e prova cabal de seu talento como poeta. Influenciado por autores como Olavo Bilac, Guerra Junqueira e Castro Alves, o bardo da Mangueira cunhou pérolas que hoje são usadas em aulas de literatura, como Autonomia, incluída no terceiro disco individual, Verde Que Te Quero Rosa, de 77, pela RCA-Victor. |
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