Atingiu o mais alto posto da fama e caiu quase até o ostracismo, depois se recuperou e hoje é um ícone do rock, pai de quatro crianças, que continua gravando e ocasionalmente levando uma banda para a estrada, mas seu repertório está claramente mais para baladas do que um rock visceral. Em um recente disco instrumental, Fingerprints, Frampton
explora uma diversidade de estilos, incluindo gypsy jazz inspirado em
Django Reinhardt, fumarentos uptown blues, fusão funky e temas
de film noir. E a lista de convidados é impressionante: Charlie
Watts e Bill Wyman dos Rolling Stones, Matt Cameron e Mike McCready dos
Pearl Jam, Warren Haynes dos Allman Brothers, o mago da guitarra pedal-steel
Paul Franklin, o especialista em jazz manouche John Jorgenson, Hank Marvin
dos Shadows e o fenomenal sax tenor Courtney Pine estão entre aqueles
que empurraram o grande guitarrista para novos espaços sonoros. |
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