Armstrong passou a maior parte de sua vida "na estrada", viajando em média trezentos dias por ano.

Demonstrou, ao longo de toda a carreira, possuir uma personalidade generosa, em termos tanto humanos como musicais.

Foi um dos poucos músicos americanos do século passado que podem ser mencionados ao lado de gente como Stravinsky, Picasso e James Joyce.

"Como não amar alguém que torna o mundo um lugar mais feliz para viver, como fez Louis", disse uma vez o cornetista Mugssy Spanier.