"It's Alright Ma (I'm Only Bleeding)" pega o título emprestado da canção de Arthur "Big Boy" Crudup "That's All Right, Mama", primeiro compacto de Elvis Presley, fato confirmado pelo cantor. Nela, Dylan tenta destruir todos os mitos da sociedade atual, fala de mazelas e traz uma das mais famosas frases de sua autoria "he not busy being born, is busy dying" (ele não está ocupado em nascer e sim em morrer). É uma canção que contesta a condição humana e alerta para a revolução sexual que viria a seguir. Um pesadelo em forma de letra.

O disco fecha com a não menos clássica "It's All Over Now, Baby Blue", que funciona como um adeus em diversos níveis. Nela Dylan aborda Carl Jung e o fenômeno da sincronicidade, dá seu adeus à esquerda, às ilusões amorosas e às ilusões plantadas na juventude. "A estrada é para os jogadores e é melhor usar seu bom senso", avisa o cantor logo no início da segunda estrofe. A melodia triste e lenta soa exatamente como um adeus, uma metáfora também ao velho estilo Dylan de cantar.