Em 1986 ele foi nominado como membro do Rajya Sabha, o Parlamento indiano. Seu disco "Tana Mana", lançado em 1987, trouxe a música de Ravi Shankar para a new age, com seu método único de combinar instrumentos tradicionais e eletrônicos.

Sem se ater simplesmente ao tradicionalismo hindu, Shankar soube mesclar sua música, que foi melhor aceita no mundo ocidental. Ganhou o Grammy em 1968 pelo álbum "West Meets East", e quatro anos depois ganharia o seu segundo prêmio pelo trabalho em "Concert for Bangladesh".

Em 2002 ganha seu terceiro Grammy na categoria World Music com o álbum "Full Circle/Carnegie Hall 2000". "É uma honra para a música indiana", declarou o músico de 82 anos, ao receber a notícia em sua casa, em Nova Délhi.