The
King of Rock And Roll
The Complete 50s Masters Elvis Presley 1992

"Elvis
em sua melhor fase, Antes de entrar para o Exército e voltar
mansinho"
Entre
as melhores produções recentes da BMG-RCA está Masters Series,
que representa os esforços de Ernst Jorgensen' e Roger Semon
em não lançar apenas as músicas comerciais de Elvis, mas
também aquelas históricas.
As
faixas foram remasterizadas digitalmente a partir das gravações
antigas da Sun e da RCA, mas mantiveram a integridade do
original. As trocas de vocal e as brincadeiras entre Elvis
e os músicos capturam a camaradagem e a espontaneidade das
sessões. Como arquivo musical, as Masters Series também
incluem os créditos e os créditos de duração completo da
sessão feitos pelos historiadores musicais Peter Guralnick
e Dave Marsh.
The
Complete 50s Masters prova que Elvis não roubou o
som dos artistas negros de rhythm-and-blues. Ao contrário,
as faixas revelam uma mistura de influências que formaram
um novo som.
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Chuck
Berry – Anthology
Chuck Berry, 2000

"O
verdadeiro criador do rock´n roll e melhor compositor
entre os pioneiros do gênero"
Chuck
Berry não tinha concorrentes em sua época
no que se refere a criatividade musical, foi o criador da
sonoridade básica do rock, do seu formato instrumental,
à base de guitarra, e também da sua atitude
e da sua performance. Berry foi o primeiro poeta do rock,
em suas letras extrapolou o universo romântico e falou
de sexo, trabalho, família, escola, carros, dança
e o sonho de se tornar um astro , ou seja, abriu a “caixa
de pandora”, tocando em temas nunca antes abordados.
É apontado por muitos como o inventor do Rock and
Roll e foi um dos primeiros membros do Hall da Fama do Rock
and Roll.
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história
Please
Please Me
Beatles, 1963

"Eles
chegaram como um sopro renovador e fizeram a trilha sonora
perfeito para o otimismo do início dos anos 60"
Please
Please Me foi o primeiro LP de estudio lançado pelos
Beatles, o maior grupo de rock de todos os tempos. Produzido
por George Martin, o disco foi gravado em apenas algumas
horas, suficientes para registrar músicas que conquistaram
o mundo, como Misery, Love Me Do e Twist and Shout. Em 2003,
a revista Rolling Stone listou o álbum no número
39 na lista de 500 melhores álbuns de todos os tempos.
The
Freewheelin’ Bob Dylan
Bob Dylan, 1963

O
rock amadurece: pela primeira vez, as letras valem tanto
quanto a música.
Muitos
jovens só redescobriram a existência desse
álbum ao assistirem o filme “Vanilla Sky”
- esse era o disco preferido do protagonista David Aames
(Tom Cruise). É o segundo disco de Bob Dylan e possivelmente
um dos mais representativos em uma discografia fantástica.
Este disco fez o seu nome, mudando a concepção
popular do gênero folk-rock para um instrumento de
conscientização social. Não se trata
de músicas de protesto apenas, como se isto fosse
um clichê. Trata-se de canções cheias
de poesia, melancolia, cinismo e até bom humor, em
letras por vezes enigmáticas e que obrigam aos interessados,
releituras e interpretações abertas.
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história
The
Who Sings My Generation
The Who, 1965

Até
então, ninguém havia feito um rock tão
radical e barulhento: para muitos, o nascimento do punk.
My
Generation (1965) é o primeiro álbum do The
Who. Foi lançado nos EUA sob o título The
Who Sings My. A crítica especializada frequentemente
coloca este como um dos melhores álbuns de rock dos
anos 60. A faixa título entrou para o Hall da Fama
do Grammy em 1999. My Generation resumia perfeitamente a
mudança cultural daqueles tempos, quando os jovens
passaram a ter um papel principal.
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Blonde
on Blonde
Bob Dylan, 1966

"O atestado de maioridade de Dylan: depois disso, o
rock não tinha mais desculpa para a ingenuidade."
Sétimo
álbum da carreira musical do Bob Dylan. Foi gravado
no estúdio da Columbia em Nashville. Primeiro álbum
duplo da história do rock. Blonde on Blonde é
considerado um dos 10 melhores álbuns da história
do rock segundo a revista Rolling Stone. Um disco tenso,
nervoso, enérgico e cheio de anfetaminas em seus
sulcos.
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história
Pet
Sounds
Beach Boys, 1966

Um
sonho adolescente, embalado pelo pop mais perfeito e cristalino.
“O maior disco da história”, segundo
Paul McCartney.
"Pet
Sounds" é basicamente uma obra sobre o amor:
seja entre seus semelhantes, o amor inocente da juventude,
o amor perdido, nunca realizado ou até sua relação
com o divino. Uma obra de sentimentos perfeitamente traduzidos
em sua concepção musical, pois as harmonias
e melodias de Brian, muitas vezes, davam o recado melhor
do que as letras.
"Pet
Sounds" é, ao mesmo tempo, a obra-prima dos
Beach Boys e um trabalho autoral do gênio criativo
de Brian Wilson. Apesar de não ter conseguido o êxito
de vendas dos trabalhos anteriores, foi sucesso absoluto
de crítica e consolidou a popularidade do grupo na
Inglaterra, chegando a dividir a preferência britânica
com os Beatles.
Sargent
Pepper´s Lonely Hearts Club Band
Beatles, 1967

"Auge
do experimentalismo do rock. Definiu sua geração
e criou novos horizontes para o pop. Os Beatles fizeram
a revolução e tornaram-se a maior banda de
todos os tempos"
Sgt.
Pepper's Lonely Hearts Club Band é o oitavo álbum
lançado pelos Beatles. É frequentemente citado
como o melhor e mais influente álbum da história
do rock e da música. Gravado em 129 dias em aproximadamente
700 horas, foi lançado em 1 de junho de 1967 na Inglaterra,
e no dia seguinte nos Estados Unidos. É considerado
como álbum inovador desde sua técnica de gravação
até a elaboração da capa. Pelo pouco
apelo comercial, não foi tocado nas rádios,
mas vendeu 11 milhões de cópias só
nos Estados Unidos. Em 2003, a revista especializada em
música Rolling Stone colocou Sgt. Pepper's no topo
de uma lista de 500 melhores álbuns de todos os tempos.
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aqui e saiba mais sobre Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club
Band
Between
The Buttons
Rolling Stones, 1967

"Os
rebeldes mostram que também têm coração"
Como
está escrito na camisa da boneca, na capa do clássico
dos Beatles, Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band: "Welcome
to the Rolling Stones".
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Are
You Experienced?
Jimi Hendrix, 1967

"Hendrix
desfila todo seu arsenal: microfonia, psicodelia, distorção
e um pé fincado na tradição do blues"
Com
uma mistura de elementos do rock com blues, pop, soul e
principalmente psicodelia, o aclamado “Are You Experienced”
foi o álbum de estréia do trio The Jimi Hendrix
Experience, banda formada por Jimi Hendrix, Noel Redding
e Mitch Mitchell. Produzido por Chas Chandler, baixista
do The Animals, o disco foi lançado no dia 12 de
maio de 1967, chegando ao segundo lugar no Reino Unido,
atrás apenas de “Sgt. Pepper's” dos Beatles.
The
Velvet Underground and Nico
Velvet Underground, 1967

The
Velvet Underground and Nico é o exemplo definitivo
de como uma obra de arte pode dar origem a um culto. Inicia-se
como uma mania de um punhado de malucos e vai crescendo
até atingir maneirismos de religião, com dogmas,
rituais, palavras de ordem, frases de efeito, vestimentas,
hagiografia, templos e lugares sagrados. O que o Velvet
vendia não era só um estilo de vida, era a
negação de um estilo de vida. Foi quando pela
primeira vez um item pop recusou-se a ser tratado como item
à venda e em vez de dizer como era seu universo ideal,
cogitava a possibilidade de não existir esse tipo
de coisa.
Em
vez de chamar os outros para juntar-se à sua igreja,
o grupo nova-iorquino cogitava que cada um fundasse sua
própria religião. De repente, sorrisos, músicas
de amor e ritmos dançantes deixavam de ser a única
opção no mercado de discos.
The
Doors
The Doors, 1967

"Pessimista
e dark, embalado pela angústia existencial de Jim
Morrison, na contramão do sonho hippie"
O
debut da banda de Los Angeles, The Doors. O álbum
foi lançado em janeiro de 1967 e é para muitos
o melhor do grupo. Traz grandes composições
(literalmente, porque as músicas são enormes
mesmo), como "Light My Fire", e a hipnótica
"The End". Além das composições
próprias, o disco ainda traz a adaptação
de Kurt Weill para o poema de Brecht, "Alabama Song"
e um cover de Willie Dixon, "Backdoor Man".
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história
We´re
Only In It For The Money
Frank Zappa and the Mothers of Invention, 1968

"Satiriza
o movimento hippie e antecipa o fim do sonho"
A
sonoridade do disco reúne elementos bem diversos,
como doo-wop da década de 50, surf music da década
de 60 e experimentos sonoros orquestrais vanguardistas.
O álbum é uma paródia da cultura hippie
e uma sátira da natureza superficial da vida nos
Estados Unidos. O disco alcançou a 30ª posição
na parada americana da Billboard.
The
Village Green Preservation Society
The Kinks, 1969

"Os
Kinks enxergam além de guitarras barulhentas e fazem
o seu Sargent Pepper´s"
Nem
todos os grandes discos de rock são convictos, assertivos,
enfáticos. a banda inglesa The Kinks lançou
um disco ao qual falta essa ênfase – um disco
que parece ter dúvidas. The Kinks are the Village
Green Preservation Society carece de uma formalização
mais categórica, parece se contradizer a todo instante,
dá pistas falsas para seus próprios autores,
fica deliciosamente no meio do caminho – por isso,
é essencial.
The
Kinks are the Village Green Preservation Society parece,
à primeira vista, um disco ligado a uma certa noção
de ecologia. Isso nos seria informado não apenas
por suas letras aparentemente nostálgicas e quase
conservadoras, mas também por arranjos telúricos,
cheios de sons “naturais”, delicadamente orgânicos.
Mas a noção de ecologia que alimenta o disco
está longe daquilo que a palavra convencionalmente
indica.
Live
Dead
Grateful Dead, 1970

"Longas
explorações psicodélicas, no melhor
momento de uma verdadeira instituição californiana"
Famosa
por performances fantásticas ao vivo, longas e cheias
de improvisos, que nunca conseguiam reproduzir no estúdio,
o grande encerramento dessa fase, se deu com este incrível
LP ao vivo Live/Dead.
A
faixa de abertura é incrível, a melhor versão
já registrada de "Dark Star" o grande clássico
da banda. 23 minutos de pura inspiração e
virtuosismo. Duas outras faixas do primeiro disco: "St.
Stephen" e "The Eleven" também são
excelentes, e a transição de uma para outra
é sensacional.
Funhouse
Iggy Pop and The Stooges, 1970

"Blues,
John Coltrane e punk: a fórmula de Iggy Pop neste
verdadeiro clássico do niilismo"
Piração,
berros demenciais, guitarras no pico, distorções
imprevisíveis, letras marginais e degeneradas, um
bate-estaca percussivo ensurdecedor e linhas de contrabaixo
viscerais golpeando o coração do ouvinte.
O
trabalho vocal de Iggy, em relação ao primeiro
disco, por exemplo, soava completamente diferente: o que
antes eram berros contidos, agora eram uivos primários,
ensandecidos, gritos primais e repletos de selvageria e
neurose, além de passagens repletas de sarcasmo e
ironia, comentando a realidade nua e crua das ruas. A guitarra
de Scott, ágil, atrevida, arriscava arabescos ácidos
e solos viajantes repletos de suingue. O mesmo pode ser
dito do baixo tonitruante de Dave, massacrante. A bateria
de Ron, por sua vez, era de um tribalismo e de uma voracidade
marcantes.
Led
Zeppelin IV
Led Zeppelin, 1971

"Jimmy
Page e sua gangue se escondem por trás do ocultismo
e fazem um clássico do hard rock"
O
quarto álbum sem título da banda rock britânica
Led Zeppelin foi lançado a 8 de Novembro de 1971.
Não possui qualquer título oficial mencionado
na capa e é habitualmente designado de Led Zeppelin
IV, na linha dos três anteriores registos da banda.
Os catálogos da Atlantic Records costumam usar Four
Symbols (quatro símbolos) e The Fourth Album (O quarto
álbum). Jimmy Page frequentemente refere-se ao álbum
em entrevistas como Led Zeppelin IV, enquanto que o vocalista
Robert Plant designa-o de "o quarto álbum, mais
nada".
É
um dos álbuns mais vendidos da história, com
mais de 23 milhões de cópias vendidas somente
nos Estados Unidos. As vendas a nível mundial estimam-se
em cerca de 37 milhões de cópias.
Clique
aqui e saiba mais sobre o retorno do Led em 2007
Exile
On Main Street
Rolling Stones, 1972

"Os
Stones esquecem a pose de maus e concentram-se no que sabem
fazer melhor: música sublime"
Em
1972, saiu pela Rolling Stones Records um disco da dita
maior banda de rock do mundo. “Exile on main St.”
é uma viagem a algo nunca antes visto, e que, provavelmente,
nunca mais será visto. Na época das gravações
desse disco, os Stones tiveram o ápice do seu consumo
de drogas, alguns estavam num processo de autodestruição,
outros, no momento mais alto de sua criatividade.
Ziggy
Stardust
David Bowie, 1972

"Uma
ópera-rock sobre androginia e extraterrestres. Bowie
cria um mundo de fantasia e sonho, que inspirou o punk e
a new wave"
Certamente
um dos discos mais influentes da história do Rock.
Influenciado
pela onda de Glam Rock que existia na Inglaterra na época,
e condizente com cenário imaginado em filmes como
Laranja Mecânica e 2001 - Uma Odisséia no Espaço
(de Stanley Kubrick) lançados nessa mesma época,
Bowie acabou criando uma espécie de álbum
conceitual e futurista, sobre um rockstar extraterrestre
e sua saga no planeta terra, Ziggy Stardust e todo seu glamour.
O álbum foi muitíssimo bem aceito, soando
como uma espécie de ópera rock, juntando a
ótima música com fantasia, ficção
e teatro em doses certas.
Transformer
Lou Reed, 1972

"O
subterrâneo nova iorquino, com prostitutas, traficantes
e bêbados, pela imaginação mórbida
de Lou Reed"
Foi
em Transformer, seu segundo álbum solo, que Lou Reed
abandonou o status de ídolo cult para tornar-se uma
estrela do rock internacional da década de 70, sendo
considerado um autêntico "Classic Álbum".
The Dark Side Of The Moon
Pink Floyd, 1973

"Questionamentos
sobre loucura e solidão. Embalados pela música
mais triste a chegar ao topo das paradas"
Passados
mais de 30 anos desde seu lançamento, o famoso "disco
do prisma" continua a arrebatar novos admiradores com
sua extraordinária unidade, impecável produção
e riqueza individual de cada faixa. Nele encontra-se uma
maturidade e articulação raros de se encontrar
no universo pop, quantas outras bandas poderiam não
apenas citar, mas contextualizar Thoureau como o Floyd fez
em "Time"? . Entre as batidas cardíacas
que abrem e fecham o álbum representando o ciclo
da vida se delineiam um rosário de temas que mapeiam
as principais neuroses do homem contemporâneo.
É
o quarto álbum mais vendido de todos os tempos.
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história
Never
Mind The Bollocks
Sex Pistols, 1977

O
conflito de gerações em forma de disco: “Somos
feios, sujos e não gostamos do que está acontecendo”
O
álbum foi direto para o número 1 das paradas
de sucesso e ficou lá por espantosas 47 semanas.
Por trás de suas táticas de choque e negativismo
havia uma crítica social cuidadosamente pensada para
gerar alto impacto. "Never Mind the Bollocks"
articulava com perfeição a frustração,
raiva e insatisfação da classe trabalhadora
inglesa com o establishment.
Clique
aqui para ver a discografia completa do Sex Pistols e sua
históri
Parallel
Lines
Blondie, 1978

"O
dia em que o punk e a new wave fizeram as pazes com o pop.
Som comercial sem abdicar de ideiais"
Parallel
Lines, lançado em 1978, apresenta melodias mais aceitáveis
que os outros punks da época graças a Mike
Chapman, produtor que era inclinado ao pop/rock. Neste grande
álbum encontram-se elementos eletrônicos típicos
da new-wave, efeitos incrementados e harmonias vocais em
algumas faixas. O som está muito bem equilibrado,
sem chegar ao punk acelerado dos Ramones e nem ao distanciamento
dos acordes sujos que o Talking Heads criava. A balança
do Blondie permanecia no meio, agradando a gregos e troianos.
The
Specials
The Specials, 1979

"O
punk inglês se mistura ao ska jamaicano, que havia
anos habitava os bairros mais pobres da Inglaterra"
Seu
LP de estréia foi Specials, produzido por Elvis Costello.
“Too Much Too Young” ficou em primeiro lugar
nas paradas, apesar de ter sido banida pela BBC por seus
versos que falavam de aborto.
Double
Fantasy
Jonh Lennon e Yoko Ono, 1980

"Depois
de passar anos fazendo disco políticos, Lennon e
Yoko assumem a maturidade e gravam pelo simples prazer de
criar"
Quando
Sean Lennon nasceu em 1975, John resolveu dedicar-se mais
ao filho, colocando a carreira em segundo plano, permanecendo
sem lançar discos de 1975 a 1980.
Double
Fantasy é o último álbum de John Lennon
e sua mulher Yoko Ono, lançado em novembro de 1980.
London
Calling
The Clash, 1980

Em
14 de dezembro de 1979, a banda de punk-rock inglesa, The
Clash, lança o disco London Calling, um dos melhores
discos lançados em todos os tempos.
Para
lançar London Calling, o Clash fez uma série
de exigências para a CBS, sua gravadora. A primeira
e mais cara de todas para o selo, foi vender o disco, que
seria duplo, pelo preço de um LP normal. A CBS chiou,
mas concordou.
Está
tudo aqui: rockabilly, reggae, ska, jazz. O grande disco
de define o fim da adolescência no punk.
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aqui para ver a discografia completa do The Clash e sua
história
Heaven
Up Here
Echo and the Bunnymen, 1981

"Grandioso
demais para se encaixar em algum movimento musical, marca
o amadurecimento do pós-punk"
O segundo disco do Echo and the Bunnymen conseguiu sedimentar
o nome da banda. Mesmo não sendo um sucesso de vendas,
serviu para colocá-los entre os mais cultuados grupos
cults da Inglaterra. Heaven Up Here foi também um
disco fácil de ser realizado, em parte pelo bom clima
entre os membros e também por estarem mais maduros
como músicos.
O
disco recebeu excelentes críticas. O New Musical
Express afirmou que Heaven Up Here tinha algo de épico.
A Melody Maker afirmou que o grupo continuava tocando de
maneira majestosa.
Power,
Corruption and Lies
New Order, 1983

"O
rock abraça a música eletrônica e prova
que música “de computador” também
pode ter coração"
"Power,
Corruption & Lies", de 1983, foi o segundo LP lançado
pelo grupo inglês New Order, grupo formado em 1981
pelos integrantes remanescentes do grupo Joy Division, e
o primeiro a ser auto-produzido pela banda. Uma das características
mais marcantes desse álbum é o processo de
transição que tornou a proposta musical do
New Order mais clara, diferente do que havia ocorrido no
long play de estréia, Movement. A nova proposta pretendida
pelo grupo, ou seja, a síntese equilibrada entre
o rock, experimentalismo eletrônico e ritmos dançantes,
que vinha se desenvolvendo desde os singles Temptation,
de 1982, e Blue Monday, atinge aqui o seu apogeu com esse
clássico.
The
Queen is Dead
The Smiths, 1986

"O
rock esquece os vencedores, celebrando os desajustados,
tímidos e fracassados"
É
o terceiro álbum da banda, e por muitos considerado
seu trabalho supremo. Muitas listas de renomadas revistas
e críticos sempre apontam este disco entre os melhores,
quando não o melhor disco da história.
Destaques:
The Queen Is Dead, I Know It's Over, Cemetary Gates, Bigmouth
Strikes Again, The Boy With The Torn In His Side, There
Is A Light That Never Goes Out, Some Girls Are Bigger Than
Others.
The
Joshua Tree
U2, 1987

"O
U2 ressuscita o rock político - e os fãs,
apolíticos, compram sem perceber a intenção."
O
U2 descobre a América. Há 20 anos este foi
o mote da imprensa, do público e até mesmo
da banda para descrever “The Joshua Tree”, o
disco que os catapultou para o mega-estrelato mundial. Antes
disto, o U2 até já caminhava a passos largos
para ser uma mega-banda.
Revisitado hoje, “The Joshua Tree” ainda impressiona
por sua força. Poucos discos do mundo rock têm
um lado A (lembrem-se que estamos falando de 1987, época
em que o vinil reinava absoluto e os discos eram concebidos
com dois lados) tão poderoso.
Clique
aqui para ver a discografia completa do U2 e sua história
Daydream
Nation
Sonic Youth, 1988

Os
intelectuais da guitarra fazem uma perfeita radiografia
de uma geração sonada pela MTV e pelo rock
comercial.
Os
Sonic Youth já em 1986 e 87, com EVOL e Sister respectivamente,
tinham avisado que poderiam estar perto de atingir o auge
de uma grande carreira. As suas guitarras alternativamente
afinadas e rasgadas começavam a dominar o planeta
e ainda hoje são uma enorme influência para
inúmeras bandas. E também é verdade
que são responsáveis por uma carreira brilhante,
apoiada por álbuns fantásticos, como Dirty
ou Rather Ripped. Mas nenhum terá atingido a grandiosidade
e causado o impacto que Daydream Nation provocou na altura,
em 1988.
It
Takes a Nation of Millions To Hold Us Back
Public Enemy, 1988

"Um
libelo contra a manipulação da mídia,
o “embranquecimento” da América de Reagan
e o rascimo"
Takes
A Nation Of Millions To Hold Us Back é o segundo
cd do conjunto de Long Island, Nova York. Este disco ficou
muito conhecido por suas inovações no estilo,
scratchs inovadores do DJ Terminator X, batidas pesadas,
e as letras bem sacadas criadas por Chuck D.
No
seu lançamento virou sensação, sendo
eleito melhor do ano, e sempre figurando entre os melhores
discos lançados até hoje. Destaque para as
músicas "Don't Believe The Hype", "Black
Steel in the Hour of Chaos", "Night of the Living
Baseheads" e "Rebel Without A Cause".
Nevermind
Nirvana, 1991

"O
dia em que o punk encontrou a MTV: um disco que destruiu
barreiras e que tornou obsoleto todo o rock vagabundo do
fim dos anos 80"
Nevermind
é o segundo álbum do Nirvana e foi co-produzido
por Butch Vig. São 12 faixas fantásticas,
incluindo os sucessos "Lithium", "Smells
Like Teen Spirit", "In Bloom" e "Come
As You Are".
Poucos
teriam previsto que em 1991 o Nirvana ocuparia o primeiro
lugar da parada norte-americana de álbuns da Billboard.
Nevermind não só tirou Michael Jackson do
topo como conseguiu fazer o que o movimento punk tentou
quatorze anos antes sem sucesso. Nevermind e as músicas
de Kurt Cobain transformaram a indústria musical
de dentro para fora, sem fazer concessões.
OK
Computer
Radiohead, 1997

"Um
disco gélido, cerebral e triste, sobre a dificuldade
de comunicação no fim do século. Paradoxalmente,
foi um sucesso"
OK
Computer é o terceiro álbum da banda britânica
Radiohead, lançado em junho de 1997 no Reino Unido
e julho de 1997 nos Estados Unidos. O álbum é
considerado como um dos melhores discos de rock da década
de 90 pela crítica e consolidou definitivamente o
Radiohead como uma das maiores bandas da sua geração.
OK Computer é a obra prima do Radiohead, onde as
capacidades de cada músico são exploradas
ao máximo, resultando em faixas perfeitas. A perfeição
foi levada tão a sério, que o vocalista e
guitarrista Thom Yorke chegou a afirmar ter perdido a capacidade
de tocar guitarra depois de OK Computer.
Faixas
do Projeto Journey: Rock N Roll
1-
Pet Sounds – Beach Boys 2:18
2- Jamaica Ska – The Specials 2:22
3- Out In The Street – The Who 2:30
4- When The Levee Breaks – Led Zeppelin 7:07
5- Road House Blues – The Doors 4:01
6- Funhouse – Iggy Pop & Stooges 3:33
7- Heaven Up Here - Echo and the Bunnymen 3:43
8- New Blue – New Order 7:27
9- Heart Of Glass – Blondie 4:06
10- Where The Streets Have No Name – U2 4:33
11- Take a walk on the wild side – Lou Reed
4:07
12- Brain Damage – Pink Floyd 5:25
13- Down On The Street - Iggy Pop & Stooges 3:42
14- Casino Boogie – Rolling Stones 3:29
15- Turn On Your Love Light – Grateful Dead
4:32
16- Teen Age Riot - Sonic Youth 6:58
17- God Only Knows – Beach Boys 2:47
18- Guitar Man – Elvis Presley 2:23
19- Happy – Rolling Stones 3:05
20- The Boy With The Thorn In His Side – Belle&Sebastian
3:13
21- Are You Experienced – Jimmy Hendrix 4:01
22- Visions Of Johanna – Bob Dylan 7:34
23- She's Leaving Home – Beatles 3:35 |
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Fontes:
HowStuffWorks, Inc., Whiplash, Os Armenios, Radiola Urbana;
1967 - O Ano da Psicodelia, Etecetera, Rock na Vitrola,
Rock Town, Mofo, Perdido na Tradução, Fukt